O Vício de Amy Winehouse

A busca incessante, momentante e desgastante pela felicidade acabou. A cantora Any Winehouse acaba morta por seu próprio vício (Ainda não há confirmação de que foi overdose, mas tudo indica que foi). Essa fatalidade se expande por todo planeta. Vários adolescentes, jovens, pessoas até famosas recorrem a esse dominante trajeto de ilusão. Muitos, se não morre no efeito das drogas, morre por causa do tráfico delas drogas.

Essa procura por prazer, uma viagem de alegria para esquecer-se dos problemas tem alcançado pessoas de todas as tribos, raças, e classes sociais. É o problema da fome que não se satisfaz. É o vazio do peito que não encontra o paz. É a dor que não alivia se não der uma tragada, puxada, tomar um golin, fizer compras, destruir o que vier pela frente, ou seja, anestesiar a mente por um tempo.

O vício não está apenas em sustâncias químicas lícidas e inlícidas. É qualquer busca por prazer momentâneo para combater ou amenizar a dor da realidade triste do ser. Vício é o que a pessoa faz quando está feliz, e também quando está triste.

Alguns são viciados em drogas, outros em álcool, mas outros são em comprar e gastar. Outros de atenção. Outros são em namorar, ou, e, em ser amados. Outros são em sexo. Outros em dinheiro. Outros a fama ou reconhecimento. Outros em entretenimento. Outros são viciados na própria dor. Todos concentrado no ponto do egoísmo e pecado. Tudo se resume num só propósito de esquecimento, de engano, de ilusão; e tudo o domina. Tanto é engano como dominação, que Any teve tudo e ainda não se satisfez, mas não cessou sua busca chegando até a morte. E é o destino do homem. Morreu por seu próprio prazer.
Mas o pior disso não é o vício, é o motivo. Por que bebe? Porque fuma? Porque tanto entretenimento? Porque tanto sexo e putaria? O homem não consegue resolver seus problemas, portanto é melhor esquecê-los e ignorá-los.

Onde está a alegria? Se for ao pecado, herdará seu salário que é a morte, a morte do ser, a morte do corpo, a morte da alma. O único que te salvar o homem da própria ambição destruidora é Jesus. O único que pode curar do controle das pulsações, capaz de dar liberdade de escolha ao ser, e esse nunca mais escolher o vício, pois em Jesus ele encontra o que tanto a alma dele gritava, anelava e clamava.

Ele não precisa mais entrar em êxtase, em transe ou viajar. Assim é quem foi atingido pelo amor de Cristo ele não se importa com o que acontece ao seu redor. Não é que ele se torna passivo, mas é que esse amor preencher o coração dele de uma forma tão profunda, que ele depositou sua segurança em Deus, ele tem condição de resolver o problema, pois acredita tanto nesse amor que o mal se torna algo permitido por Deus para o seu bem. É vida de alegria incondicional.
"O reino de Deus é semelhante a um homem que encontrou uma pedra preciosa, e largou tudo por ela. Ele achou o tesouro perdido. Ele encontrou o que a alma dele tanto precisa. Ele descansa." (Mt 13:44)
“Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu os aliviarei.” (Mt 11:28)