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“Bah! Humbug!”. Essas duas palavras são imediatamente associadas ao anti-herói fictício e imortal de Charles Dickens, Ebenezer Scrooge. Scrooge foi o protótipo do Grinch que roubou o Natal, o paradigma de todos os homens céticos.

O Natal é uma data comemorativa, de fato o feriado mais feliz do mundo. É chamado de um “holiday” [literalmente, dia santo] porque o dia é sagrado. É um dia em que as empresas não abrem as portas, as famílias se reúnem, as igrejas estão cheias e os soldados baixam as suas armas para uma trégua de 24 horas. É um dia diferente de todos os outros dias. Ouvimos intermináveis queixas sobre o comercialismo. É dito constantemente para trazermos Cristo de volta ao Natal. Ouvimos dizer que a tradição de papai noel é um sacrilégio

É evidente que o Natal é uma época comercial. As lojas de departamentos ficam totalmente decoradas, as páginas publicitárias dos jornais crescem e marcamos o número de dias de compras que faltam até o Natal. Mas, por que todo o comércio? O alto grau de comércio no Natal é impulsionado por uma coisa: a compra de presentes para outros. Presentear nossos amigos e familiares não é um vício feio e desprezível. Isso encarna o amorfo “espírito do Natal”.

“Que tal trazer Cristo de volta ao Natal?”. Isso simplesmente não é necessário. Cristo nunca saiu do Natal. “Bate o Sino” nunca substituirá “Noite Feliz”. Nosso feriado que uma vez foi conhecido como Dia de Ação de Graças está rapidamente se tornando conhecido simplesmente como “Dia do Peru”. Porém o Natal ainda é chamado de Natal. Não é chamado de “Dia do Presente”. Cristo ainda está no Natal, e por um breve momento um mundo secular transmite a mensagem de Cristo em cada estação de rádio e canal de televisão na terra. A igreja nunca recebe tanto tempo disponível para expressar-se quanto durante a temporada de Natal.

“Papai noel não paganiza ou pelo menos banaliza o Natal? Ele é um mito, e sua própria mitologia lança uma sombra sobre a séria realidade histórica de Jesus”. De maneira nenhuma. Mitos não são necessariamente ruins ou prejudiciais.

Nós celebramos o Natal porque não podemos erradicar de nossa consciência a nossa profunda atenção à diferença entre o sagrado e o profano. O homem, no sentido genérico, tem uma propensão incurável para delimitar o espaço e o tempo sagrados. Quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente, o chão que antes era comum de repente tornou-se incomum. Agora era terra santa, um espaço sagrado. Quando Jacó despertou de sua visão noturna da presença de Deus, ungiu com azeite a rocha sobre a qual descansava a sua cabeça. Esse era um lugar santo.

Nunca houve um lugar mais santo do que a cidade de Belém, onde o Verbo se fez carne. Nunca houve um tempo mais santo do que a manhã de Natal, quando nasceu Emanuel. O Natal é uma data comemorativa. É a mais santa das datas santas. Devemos prestar atenção ao alerta de Jacob Marley: “Não seja um Scrooge” no Natal.

R. C. Sproul

Tradução: Camila Rebeca Teixeira
Revisão: William Teixeira
Original: Don’t Be a Scrooge This Christmas
Texto Estendido: Fonte

Charles Spurgeon diz que "nossa intimidade com Deus nos torna pessoas mais felizes". Isso é uma grande verdade. Quanto nós estamos entorpecidos com tanta coisa, buscando as mais variadas coisas que o mundo pode oferecer, procurando em outros horizontes a verdadeira satisfação na criação que somente encontramos em nosso criador.

Um piedoso sábio seguidor de Jesus, Paulo de Tarso, disse certa vez que Nele (Cristo) estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Disse também que Ele é antes de todas ás coisas, e nele tudo subsiste; e que tudo se converge nele, tantos as celestiais quantos terrenas.*

No mundo, nosso Pai nos deu infinitas coisas para termos e desfrutarmos, mas elas nunca são um fim nelas mesmo. Na verdade a beleza e a glória deste mundo reflete uma ainda maior, a do próprio Deus.
Que paramos de perder nossos dias e corramos para Aquele que sustenta e completa todas ás coisas, aos quais sem Ele, nada do que existe seria feito e tudo só ganha sentido e entendimento Nele.


* Colossenses 1.17; 2.3; Efésios 1.10

Eu vi homens querendo ganhar dinheiro
Eu vi o dinheiro ganhando os homens
Eu vi o presente ir embora por preocupar de mais com o futuro
Eu vi a vida morrer por aqueles que tem medo da morte
Eu vi a velha querendo ser moça
Eu vi a maça querendo logo ficar mais velha
Eu vi o menino não querer estudar
Eu vi o homem não querer trabalhar duro porque não terminou os estudos
Eu vi um recém cristão querer ser humilde
Eu vi um pastor querendo ter poder
Eu vi aqueles que gostam de ferir
Eu vi que estes tem mais feridas do que já feriram

Eu vi o sábio ser arrogante
Eu vi o humilde ter sabedoria
Eu vi o rico querendo mais
Eu vi o pobre satisfeito com o que tem
Eu vi a TV mostrar a realidade
Eu vi a realidade querendo ser igual mostra na TV
Eu vi sorrisos e curtição na foto do seu Facebook
Eu vi suas lágrimas que esconde no quarto escuro
Eu vi amigo virar colega
Eu vi colega virar irmão
Eu vi a maioria fazer um padrão
Eu vi que a maioria não está no padrão
Eu vi você ler o post e começar a pensar diferente

Quero ver uma nação que aprende a analisar, questionar e criticar tudo que está em sua volta e não aceitar tudo "guela abaixo". Você quer mudar, então comece a ver diferente.

Chegou o tão esperado 21/10/2015, dia em que Marty McFly e o Dr. Emmett Brown desembarcaram no futuro na trilogia "De volta para o futuro" dirigida por ninguém menos que Steven Spielberg. Como parte da celebração que envolveu cinéfilos do mundo inteiro, os atores Michael J. Fox e Christopher Lloyd estiveram num dos mais populares talk shows dos EUA, apresentado por Jimmy Kimmel, onde chegaram à bordo do DeLorean como se houvessem vindo de 1985. Interpretando seus personagens, os dois foram entrevistados pelo apresentador, demonstrando estarem desapontados com o que encontraram no futuro. Nada de carros voadores, nem hoverboards. O único aparato tecnológico que os impressionou foi o smartphone que, diga-se de passagem, não foi previsto no filme.

Assistindo à aparição apoteótica dos protagonistas no Jimmy Kimmel Live, pus-me a imaginar como seria se Pedro e Paulo, ambos apóstolos de Jesus, viajassem no tempo e viessem nos visitar. O que pensariam da igreja atual? Será que se escandalizariam com algo? Ficariam contentes ou desapontados? Não me refiro aos avanços tecnológicos, mas ao avanço na compreensão da verdade e à sua aplicação nas demandas do mundo atual.

Não é segredo para ninguém o quanto sou fã desta trilogia. Para mim, como músico e guitarrista, o ponto alto do filme se dá quando Marty toca o clássico "Johnny B. Goode" no baile da escola, brindando o público com um solo de guitarra no final da apresentação. Todos ficaram atônitos, assustados com sua performance. Percebendo a reação do público, ele diz: "Acho que vocês não estão preparados para isso. Mas seus filhos vão adorar!" Estas duas frases me remetem ao que Jesus disse aos Seus discípulos: "Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora" (João 16:12). Pergunto: será que, dois mil anos depois, já estamos preparados? Tenho minhas dúvidas...

Cerca de trinta anos depois que Cristo foi assunto ao céu, o escritor de Hebreus constatou que o despreparo persistia. Repare no que ele diz: "Quanto a isso, temos muito que dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês se tornaram lentos para aprender. De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido"(Hebreus 5:11-12)! Imagine, uma das epístolas mais densas do Novo Testamento é chamada por seu próprio autor de "leite". O que seria, então, alimento sólido?

Para quais assuntos ainda não estamos preparados? O que nos impede de avançar em nossa compreensão? Talvez o fato de estarmos tão apegados aos "princípios elementares", ao beabá do evangelho. O autor sagrado propõe que seus leitores deixem "os ensinos elementares a respeito de Cristo", para que possam avançar "para a maturidade" (Hebreus 6:1).


O aborto e a Maconha tem sido os dois temas mais discutidos a respeito da legalização em todo mundo. O grande receio é que ao legalizar, a taxa de pessoas realizando o procedimento abortivo e o consumo e quantidade de usuários irá aumentar, pensando uma vez que a lei ao proibir pode "segurar" de cometer tais atos.

Porém, os dados de alguns Estados que resolveram legalizar apresentaram o contrário de que muitos pensam:

- Sobre a legalização da Maconha.
Enquanto no Reino Unido os médicos tentam barrar o cigarro, nos Estados Unidos foi publicado na revista especializada Lancet um estudo que mostra que a legalização da maconha não aumentou o número de usuários da droga por lá. Foram avaliados questionários feitos com adolescentes nos 23 estados que liberaram a Cannabis para uso medicinal. A hipótese dos pesquisadores era que o consumo entre os jovens aumentaria, mas não: a porcentagem de usuários continuou a mesma antes e depois da mudança nas leis. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina autoriza o uso de canabidiol, uma das substâncias encontradas na Cannabis, por portadores de epilepsias cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito. - Revista Galileu
- Em relação o aborto, segue a notícia do Portal Terra:
O número de mulheres que decidiram levar adiante a gravidez após solicitar um aborto legal no Uruguai cresceu 30% em 2014 se comparado ao ano anterior, conforme o segundo relatório anual do Ministério da Saúde (MSP) divulgado neste fim de semana. Para a ginecologista e ex-diretora de Saúde Sexual e Reprodutiva no MSP, Leticia Rieppi, 'Não é uma lei que promove o aborto, mas a reflexão. Isso demonstra que muitas mulheres que solicitam o aborto não têm certeza e que as consultas obrigatórias com a equipe interdisciplinar, formada por psicólogos e assistentes sociais, além do ginecologista, estão sendo efetivas'".
Sem a lei que proibe, prende e puni, vamos conseguir ver, ter contato, conhecer essas pessoas. Uma vez conhecendo, podemos oferecer um caminho, um auxilio a essas pessoas. A partir dai começa o processo de conscientização (Algo que a muitas dessas pessoas não tiveram antes).

Quem quer abortar pode ter o direito de conseguir de graça a cirurgia de retirada do feto, mas antes deve passar por algumas palestras obrigatórias com um psicólogo e com um ginecologista. O usuário da maconha pode ter o direito de comprar essa droga mais barato na drogaria, porém, ele deveria ter um acompanhamento médico onde este prescreveria a quantidade correta, onde todo mês faria exames de sangue, fiscalizando se ele está mantendo a dosagem certa. Este também não deve ter nenhuma passagem criminosa. Isso diminuiria o tráfico e a criminalidade.

Talvez o Brasil não tenha alicerce e maturidade para tal revolução. Mas esse seria um bom a caminho a se pensar, planejar, discutir, repensar, reformular.

O que fica também evidente é que a Lei só nos aponta a direção correta, mas ela não faz chegar nela. Portanto, devemos priorizar medidas educativas para construir consciência!

Uma coisa diz que todas às coisas foram feitas por Cristo e para Ele. A outra diz que todas às coisas foram feitas para mim, para meu desfrute, para meu prazer e satisfação.

Uma diz que Jesus é o centro, o inicio e fim de todas às coisas. A outra diz que o centro e fim sou eu.

Um diz que a prioridade é o amor a Deus que reflete em serviço ao próximo. Na outra, fala que a prioridade é minha felicidade acima de tudo (e todos).

Em um, sou desafiado a renunciar o meu eu, meu ego, minha vontades. Na outra o meu 'eu' deve ser resgatado pois tenho VALOR.

Em um devo seguir a Jesus tomando minha cruz. Já na outra, devo seguir meus caprichos porque o melhor da terra é para mim.

Em uma, você é chamado para ofertar com alegria pelo fruto da gratidão. A outra ameaça com maldições e pragas ou, prometendo multiplicação do valor ofertado, justificando tudo com compreensão da Bíblia que lhes seja conveniente.

Uma das coisas mencionei é o evangelho de Jesus de Nazaré. Já a outra mencionada é o evangelho dos homens, comumente chamado de Teologia da Prosperidade. Tenho certeza que você percebeu a diferença dentre às duas.

O primeiro é um caminho estreito que leva a vida, e poucos passaram por ele. O segundo é largo e que leva a morte, infelizmente muitos passaram por ele.

Ou seguimos a Jesus ou a nós mesmos. Não há como seguir os dois. Decida e não se engane mais!

A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. 

Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. 

Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

Augustus Nicodemus

Não podemos seguir o exemplo de Cristo em sua espiritualidade e esquecer da sua humanidade. Também não podemos buscar sua humanidade sem sua espiritualidade. Às duas praticas não devem estar opostas. Na verdade elas se completam. No mandamento de Jesus vemos isso acontecer: Amar a Deus sobre todas as coisas (espiritualidade); amar o próximo como a si mesmo (humanidade). Se as separarmos, estaremos longe do propósito de Deus e não avançaremos em sua Plenitude.

Por exemplo: Como podemos levantar a mão para adorar ao Eterno e não abaixá-la para servir ao próximo; não podemos pedir perdão a Deus por nossas falhas sem perdoar às falhas que fazem conosco; como podemos orar individualmente sendo que ela deve começar com "Pai Nosso".

A partir de Cristo, uma nova raça de homens começou. Pessoas que não buscam o favor de Deus apenas para si, mas que são verdadeiras mãos de Deus no mundo. Fomos também justificados por Deus para algo além da remissão de pecados, mas para trazer justiça diante dos homens. Assim, não devemos orar apenas para Deus resolver o problema da humanidade, mas se levantar como pacificadores encarregados para trazer Reino de Deus atrás do Amor. Alguém acertadamente comenta que não existe outra maneira servir a Deus e amá-lo que não seja através do serviço ao próximo.

Portanto, não separe as práticas. Se isso acontecer, ou seremos apenas agentes sociais que trazem um alivio ao sofrimento mas não a resposta para seu problema principal, ou seremos apenas uma facção religiosa servindo cegamente a Deus de forma pagã e sem sentido.

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A poucos dias, meu pai estava assistindo a um canal evangélico onde passara um programa de "adoradores". Um mulher cantava uma música de vitória, e como típico, começou a falar no meio da música "Não pare, você é um herói!". Isso me fez pensar... será que somos mesmo? Quais são as consequências de ser - ou achar - que é um? Separei pelo menos 3 motivos que essa mentalidade pode nos trazer negativamente e estão inteiramente ligadas umas as outras:

1. ENGRADECIMENTO DO SI MESMO.

Quando se diz a palavra EGO, já se pensa na conotação negativa, algo que deve ser rejeitado. Interpretamos errado. O ego nada mais é que o nosso eu. A paixão pelo "si mesmo", a forma que tratamos esse eu uma vez que ele for priorizado (seja em ação ou pensamento) entrando em detrimento dos outros ai se encontra o erro. Uma pessoa que recebe uma vocação, uma missão tem o risco de se achar mais preparado, pronto para tal. É certo que desprezará várias criticas e absorverá implacavelmente todos os elogios ainda mais se tudo estiver dando certo. Cuidado, nem sempre o que da certo, é certo.
Já dizia O Nazareno: "negue-se a si mesmo" - Lc 9:23
2. SOBRECARGA - UM PESO DA RESPONSABILIDADE.

Todo herói se culpa por algo que não saiu como esperado. Ele sente totalmente responsável por uma causa. Se por um lado ele entendeu que foi chamado para isso e não consegue exito naquilo, dará a brecha para a instalação da angustia. Sentimento de incapacidade e martirização por não ter conseguido. Atordoado por achar que precisa fazer mais. Uma culpa de que se não fazer algo, ninguém mais fará.

Um exemplo de causa é se ele não conseguir 'salvar' o amigo do inferno. Existe até um video fictício de uma tal carta do inferno que um amigo envia para outro. "Porque você não pregou pra mim?". Cada um é responsável por seus próprios atos e você não é o culpado das escolhas de outro. Deus está no controle destas coisas, nós não. Tire o peso do mundo das suas costas. Não é nosso papel salvar o mundo. Nós é quem colocamos esses pesos pra carregar. Plante. Regue. O resto é com Deus.
Já dizia O Nazareno: "o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve". Mt 11:30
3. IDOLATRIA.

A consequente depois de fazer o bem ser admirado. O problema é que todas pessoas pendem para serem idólatras. A inveja também pode ser uma admiração, porém, corrompida por quem sente não conseguir ser como tal.

Vimos durante esses dias o que a idolatria pode fazer com o 'Ídolo'. Um cantor evangélico que começou bem, se pôs no lugar 'acima da média' dos outros se sentindo o mais talentoso e o mais rico. Não só ele tem culpa por tal arrogância, mas o povo que o fez chegar onde está. Ele já depôs que é o representante de Deus para os jovens cristãos dessa geração.
Já dizia O Nazareno: "E aqui na terra não chamem ninguém de pai porque vocês têm somente um Pai, que está no céu. Vocês não devem também ser chamados de "líderes" porque vocês têm um líder, o Cristo." Mt 23:9-10
CONCLUSÃO.

Percebe-se o quanto é minucioso a diferença entre cada ponto. Todos estão amalgamados. Cada um é a causa e consequência de cada um. O engradecimento do si mesmo leva a Idolatria, e, pra se manter digno, mesmo que aparecente, de ser um herói, tem o risco de viver a sobrecarga de ter que ser o que não é.

Não faça o que Deus não te chamou pra ser!



Anualmente, no dia 13 de Julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Conhecido por um jeito agressivo de música, de roupas e até mesmo de agir, é muito julgado como algo demoníaco. Ironicamente a razão de se comemorar esse dia foi em virtude a megaevento chamado Live Aid em 1985 organizado pelo músico Phil Collins, sendo sediado ao mesmo tempo nos Estados Unidos e na Inglaterra tendo como objetivo eliminar ou - ao menos amenizar - a fome na Etiópia.

A grande verdade é que todos julgamos! Para mal, para bem. Assimilamos tudo o que vemos, e nossa mente organiza as coisas segundo nossos padrões. Primeiro é uma percepção superficial, e logo após um pensamento mais profundo. O pré-conceito é inevitável. 

Sempre damos rótulos, títulos as coisas e pessoas. Até então não há nada de tão errado. A questão é o quanto nossos conceitos estão coerentes com a realidade. Geralmente quem dá muito valor ao APARENTE tende a vacilar.

O Rock sempre foi um megafone de pensadores. Um expresso audível de quem precisa falar. Se você realmente procurar do que falam as bandas mais famosas que até usam a imagem da morte, da caveira e tudo mais, são melodias de protesto. A maioria das pessoas que conheço que realmente abraçam esse estilo são pessoas inteligentes e muito educadas. Segunda a revista Galileu, o rock acalma e relaxa uma pessoa estressada. 

Menosprezando a aparência, vamos dar mais atenção o que realmente é relevante. As ações. Um projeto como esse atingiu muito mais significamente o mundo do que um evento gospel por exemplo que tem como fim o dinheiro pra si mesmo. É um exemplo!

Deixemos o pré-conceitos! Hoje é dia de pegar o fone de ouvido e escutar um bom e auto som do Rock! Pessoas pensamento, protestando, questionando, servindo, doando. É isso que Deus curte!





Dia 25 de abril um forte tremor que atingiu o Nepal deixou mais de 7 mil mortos e pelo menos 14 mil feridos, segundo balanço do Centro Nacional de Operações de Emergência do país, divulgado neste domingo. No sábado, o governo do Nepal já tinha informado não ter esperanças de encontrar mais sobreviventes do terremoto.

Os números oficiais são 7.040 mortos e 14.123 feridos. O tremor de 7,8 graus de magnitude destruiu grande parte de Katmandu e muitos vilarejos próximos ao epicentro, registrado a 70 km da capital do Nepal. A pergunta mais ouvida é: ONDE ESTÁ DEUS NISSO AI?

Não vou entrar no campo teológico explicando o porque acontece essas coisas. Temos leitores até ateus e alguns cristãos "indignados" por Deus, então não muito afim de decorrer sobre tal teoria, uma vez que ela mostra que o homem foi quem causou isso através daquela atitude de viver independente de Deus. A terra sangrou e agora tem data de vencimento. Resumindo, Deus permite que as coisas sigam seu fluxo. Ele não as causa (ponto). Quero mudar nossa perspectiva, a direção do nosso olhar e ver o que está além disso.

Se questionamos o amor de Deus, vamos inverter a questão: Onde estava o homem em um acidente de moto onde o veiculo deu perda total e o condutor não sofreu um arranhão? Onde estava o homem quando um garoto brinca próximo a um lugar perigoso longe dos pais? Agora ainda mais direto: Quem cuidou daquele recém nascido que ficou sobre os escombros durante 3 dias?

O que acontece é consequência de uma terra que geme por transformação, pela manifestação dos seus Filhos de Deus. Podemos ver o cuidado de Deus ainda no meio disso. Ele está no coração de quem leva doações. De quem coloca as mãos na massa. Está na superação de levantar sobre as cinzas. Na esperança de recomeçar. É ai que Deus está.

Já dizia um bom sábio que todo homem é religioso, mesmo não acreditando em nenhuma. O próprio ato de não crer já o catapulta a ter uma crença, a de não crer, formando sua doutrina e e forma de viver.

Em uma roda de amigos é notável a diferença de idéias sobre Deus. Em resumo a maioria tem a mesma concepção de que Deus é igual os 'outros deuses', onde é necessário um sacrifício, uma sequência ou uma forma especial, uma dedicação, um ritual pra que ele atenda, responda. Nem mesmo no Antigo Testamento onde ele exigira sacrifícios para remissão dos pecados do povo demonstrava de fato que Deus queria isso. 
"Que me importam os vossos inúmeros sacrifícios? Para que me trazeis tantos holocaustos? Eis que estou farto de sacrifícios queimados de carneiros e da gordura de novilhos cevados. Ora, não tenho nenhum prazer no sangue de novilhos, cordeiros e bodes!" Isaías 1:11
Percebo gente medindo as palavras com Deus como se ele fosse um deus nórdico com um cajado na mão pronto a enviar seus raios a quem não obedecer. Muito pelo contrário. Ele deseja que nossa oração seja sincera, singela, simples. Ele nunca ouviu palavras mas sempre coração. 

Ainda assim, tem o Espírito que "nos auxilia em nossa fraqueza; porque não sabemos como orar, no entanto, o próprio Espírito intercede por nós com gemidos impossíveis de serem expressos por meio de palavras." (Rm 8:26). É como se ele filtrasse as nossas palavras e levasse a Deus.

Portanto. Relaxa! Não se preocupe da maneira, das palavras, da forma que você está se vestido ou nú, se no quarto ou na rua. Ele espera os que fazem em espírito e em verdade.

A Bíblia não fala muito sobre a aparência de Jesus. Isso deu liberdade para que artistas construíssem a imagem de Cristo de acordo com suas próprias interpretações. Os do Renascimento, por exemplo, desenhavam Jesus à imagem e semelhança dos nobres do norte da Itália. E essa foi a imagem que ficou.

Ok. Mas vamos à ciência: esqueletos de judeus do século 1 indicam que a altura média deles era de mais ou menos 1,55 m. E que a maioria não pesava muito mais do que 50 quilos. Então o físico de Jesus estaria dentro dessa faixa. E mesmo se fosse bem alto para a época, com 1,65 m, por exemplo, ainda seria pequeno para os padrões de hoje. Determinar o rosto é mais difícil. Mas uma equipe de pesquisadores britânicos liderada por Richard Neave, um especialista em ciência forense, conseguiu uma aproximação boa. Usando como base três crânios do século 1, eles lançaram mão de softwares de modelagem 3D para determinar qual seria o formato do nariz, dos olhos, da boca... enfim, do rosto de um adulto típico da época. O resultado foi uma face parecida com a do retrato que abre esta reportagem. Não que aquilo seja de fato o rosto de Cristo. Mas que se trata de uma aproximação cientificamente confiável, se trata.

Quanto à cor da pele, a hipótese mais provável é que fosse morena, como era, e continua sendo, a da maior parte das pessoas no Oriente Médio. E como seria a de praticamente qualquer um que passasse a vida toda ao ar livre naquele calor de lascar. Bom, sobre o cabelo dele quem dá a maior pista é a própria Bíblia. No livro 1 Coríntios, Paulo diz que "cabelo comprido é uma desonra para o homem". O maior divulgador do cristianismo no século 1 provavelmente não diria isso se Jesus tivesse sido notório pela cabeleira. Na verdade, as primeiras representações conhecidas de Cristo, feitas no século 3, mostram um Jesus de cabelo curto. E sem barba, até. "A ideia era mostrar que se tratava de um jovem", diz Chevitarese. A inspiração desses artistas eram as esculturas de Apolo e Orfeu, deuses gregos também retratados como jovens imberbes. Por volta do século 5, essa primeira imagem de um Jesus jovial e imberbe perdeu espaço para uma outra, em que ele está de barba e cabelos longos e escuros.

Esse Jesus moreno e barbudo surgiu no Império Bizantino e é conhecido como Cristo Pantocrator ("todo poderoso" em grego). "Os bizantinos começam a atribuir à figura de Jesus um caráter de invencível. E essa representação de alguma forma coincidia com as que eles faziam dos próprios imperadores bizantinos", diz Chevitarese.

Os renascentistas, depois, também fariam um Jesus à imagem e semelhança das pessoas que conheciam, e que achavam mais bonitas. Daí a pele clara, os cabelo dourado e os olhos azuis. Nas últimas décadas, porém, artistas (e cineastas) têm se esforçado para não representar Jesus como um nórdico. Em A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson, o protagonista Jim Caviezel chegou a ter os seus olhos azuis transformados em castanhos. Mas ainda falta um filme realista para valer nesse quesito.


A fé é a certeza das coisas não se vê, a espera do que ainda não aconteceu. Correto. Paranoia, pelo contrário, é a certeza das coisas que se vê, porém, são reais. Além de um problema psíquico, usarei apenas no sentido filosófico da palavra definido como "erros de interpretação da realidade". E ae, como saber a diferença?

Quer saber de um exemplo de paranoia bem como comum?

No campo dos relacionamentos conjugais ele se manifesta no ciumes excessivo, aquele que a pessoa vê ou prevê algo que não aconteceu, dando valor até em sonhos, que, através da mente já propensa a 'imaginar', projetou isso ao sonhar.

Mães tende a ter essa mente, em maioria catastrófica em relação aos filhos. Aquela velha frase: "Filho, não vá, a mãe está sentindo que vai acontecer alguma coisa". O pior é que as vezes acontece mesmo, justamente por elas observarem um contexto geral e multiplicarem pelo cuidado excessivo. Sair em uma noite por exemplo aumenta as possibilidades de algo ruim acontecer. Uma hora ela acerta mesmo.


Porém, acredito que o ambiente de mais neurose é o religioso. Isso acontece pelo motivo que disse a princípio. Confundem com a fé. Perceber a natureza de Jesus na criação é fantástico. "Tudo foi feito por ele e para ele". John Piper chega a dizer que o maná existiu pra um dia Jesus dizer metaforicamente que ele o era. A videira da mesma forma, mas VER Jesus TUDO, ou achar que se NÃO CURTIR Deus vai se magoar e o diabo vai fazer a festa é paranoia.


Percebo que alguns líderes religiosos criam essa mentalidade aos seus seguidores como forma de manipulação. O método mais usado é o medo. O que predomina é a ameaça, a lei da causa e efeito, o misticismo. "Não faça, não toque, não fale". 


A solução disso não tem outra. Duvidar, pesquisar, estudar, questionar, debater! O conhecimento e o relacionamento nos deixará vacinados da Paranoia. Nos ensinará no chão da vida a diferença e o equilíbrio das coisas. 

CUIDADO! Considerar um Cristão louco, lunático pode ser verdade.

Não se preocupe com Deus. Ele cuida de Si mesmo. Ele se defende. Ele é maior de idade. Não se angustie por Deus. Ele não se transtorna e nem se abala. Não defenda Deus. Se Ele não defender a Si mesmo, por que haverá você de fazê-lo? Você tem melhores argumentos?

Não se aflija em fazer Deus compreensível. Isto não é possível. Ele revela a Si mesmo ou nada é discernido. Fale de Deus como Ele fala de Si mesmo. Fale de Jesus como Jesus falou de Si mesmo. Fale do Evangelho como ele fala em si mesmo.

Nunca discurse Deus. É obra de artífice de ídolos de linguagem. Nunca filosofe Deus. É a louca-loucura dos sábios, que é a maior insensatez para Deus. Nunca doutrine sobre Deus. É melhor oferecer bula de remédio a um doente analfabeto.

Confie sempre na verdade. Ela é invencível. Confie sempre no amor. Ele é de Deus; pois Deus é amor. Confie sempre que a paz é a melhor arma e a melhor defesa. Creia simples e tudo será maravilhoso. Creia complexo e você jamais terá alegria. Creia, apenas creia, e tudo passará a ser possível.

Mas, sobretudo, seja sincero com Deus e com você mesmo, pois, sem isso, nada acima é verdade.

Caio Fábio

Lembro que na semana do seu falecimento, a minha mensagem na reunião de amigos foi sobre ele. Um ano de tantas perdas da nossa cultura brasileira, um velhinho esperto, negro, sempre de terno mas alma humilde de menino, Jair Rodrigues, nos deixo. Sempre cresceu aos meus olhos desde infância. Ele não só apenas fez uma bela carreira como aguou outras flores pra desabrochar. Elis Regina é um exemplo. Forneceu também várias composições que viraram hits consagrando outros artistas como a canção "A Majestade - O Sabiá" e "Disparada".

Seu maior sucesso "‎Deixa Isso Pra Lá", sempre me chamou muita atenção. É uma afirmação de rebeldia a opinião dos outros. É um esforço sobe a contradição de um argumento que atrapalhe o amor, o afeto. Observei que Jesus sempre fazia isso.

Logo no começo do Evangelho de Mateus ele ensinou que o relacionamento com Deus é secreto não importando com o reconhecimento dos outros, algo não publico como fazia alguns esperando o aplauso e a confirmação dos outros. Vejo ele "desprezar" a mãe no meio de uma reunião logo após ser chamado por pra voltar pra casa. Vejo ele bebendo e comer com os os pecadores chegando a ser chamado de beberrão. Vejo ele defendendo os seus seguidores após ser flagrado pelos religiosos da época por comer com as mãos sujas.

Vejo ele puxando uma conversa com uma mulher pertencente a um povo "rival" ao seu, e que já havia tido vários homens elevando ainda mais seu repudio. Vejo ele curando no sábado. Vejo ele ser avisado da doença grave de seu amigo, e seguindo em frente sua viagem para só depois de dois dias voltar lá, já pra o ressuscitar.

Vejo ele não se defender diante Potifar, César e o Publico diante aos sarcasmos e as injúrias contra ele. "deixe que digam, que pensem, que falem!"

Porque ele fazia tudo isso? Porque ele causou tanto alvoroço naquele tempo? Por que ele sabia o que estava fazendo. Ele sabia porque e por quem ele veio. Como vemos ai, pra amar nos sacrifica a reputação, o bom senso, a opinião dos outros. "...Balanço de amor é assim".

Em filmes, livros e contos mais antigos era muito nítido a disputa entre bem e o mal, certo e o errado. Nos seriados atuais por exemplo, filmes baseados em livros, etc, não conseguimos mais conciliar esse dualismo.

No começo você odeia o cara, que aparenta ser o vilão, porém, depois de alguns episódios você começa a gostar dele. Já foi os tempos em que a protagonista inocente era a mais adorada por seus espectadores. A astúcia e esperteza de alguns "vilões" tem ganhado a admiração.

Na vida com o passar do tempo, tempos que aprender o relativizar. As vezes o que é certo é errado. O que é mal é pro bem. O que é bom pode fazer mau. Sim! Na experiencia da vida, no conhecimento de si mesmo podemos experimentar dessa liberdade de decisões.

Quando crianças eramos submetidos as ordens de nossos pais. Eles sabiam as consequências de cada ação nossa. Não que pegar uma bola de gude seja errado, mas um bebezinho tudo que pega poem na boca, e ae, passa a ser prejudicial.

Os mandamentos de Deus foram eficazes para o povo de Israel. Eram todos meninos, infantis, novos nessa experiencia do viver teocrático. Se você perceber, todos os 10 mandamentos se resumem ao um modo de viver tranquilo que nos faz viver melhor, tanto pra si quanto ao próximo. Por isso Jesus resumiu estes para unicamente dois. Ame a Deus, Ame o Próximo.

Ela não deve ser entendida de maneira dogmática "Não posso fazer isso porque na Bíblia (ou alguém) diz que não posso", e sim que "Ao meu entender, se eu fizer isso, o resultado disso tanto pra mim quanto pro outro não será agradável". É diferente. É consciente. É pensado. É sentido. É relativo a cada pessoa.

Quem gosta de nos colocar regras são os que não trabalham a consciência, nos estagnando a seres infantis. Estabeleça seus limites. Analise. Cresça!

"Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem (...) Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo (...) “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”? Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne". - Colossenses 2

"O fruto do Espírito é amor. Contra tal não há lei". - Gálatas 5:22-23

As vezes nos deparamos com essas palavras difíceis de entender. Pesquisamos nos dicionários, perguntamos pessoas e o que temos é um significado literal ou superficial do assunto. Isso chega até a ajudar em alguns casos, porém, em outros nos atrapalha a compreender o que essa palavra, em essência existencial quer dizer.

A Palavra 'Torpe' é mencionado por Paulo de Tarso em uma das suas cartas, essa destinada aos cristãos que morava na cidade de Colossos.
"Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca." - Cl 3:8
A sentido superficial significa Xingamento, ou Palavrão. Qualquer que seja a palavra, essa não deve ser mencionada. A sentindo literal significa "Característica do que é indecente, que causa vergonha." (via).

É possível falar um Palavrão e mesmo assim não dizer uma Palavra Torpe?

Sim! A palavra torpe, ao contrário dos que os cristãos conservadores ditam, não é o palavrão ou xingamento em si, mas a intensão de ofender, denigrir, diminuir uma pessoa. Ao aprofundarmos um pouco, entendendo o cerne inicial da palavra nos dará verdadeiro sentido, contextual e essencial. Procurando em outros dicionários vamos encontrar que Torpe significa: "Capaz de entorpecer"; "Desonesto, vergonhoso"; "Interesseiro".

O problema de uma palavra torpe é a energia negativa que ela carrega consigo. O bullyng é um dos exemplos. Tenho amigo que tem os dentes grandes. Eu o apelidei de vários nomes, porém, o mais "inofencivo" trazia mais "prejuízo" a ele (Coelho). Isso se tornou torpe. Quem já não ouviu alguém ao ver uma criança que dá muito trabalho dizer: "Essa criança é uma benção!"?. A palavra: Uma das mais puras que existe. A intensão: Dizer de forma sarcasta que a criança é na verdade uma maldição. 

A psicologia entende que o ato de xingar é um descarregamento da raiva. Quem já bateu o dedinho numa quina sabe do que estou falando. A menos que você seja um monge, descarregar a alma, seja em grito ou choro é lavar a alma. Guardar mágoa, tristeza e raiva nunca será bom. 

Há pessoas que tem o hábito de dizer palavrões sem a intensão de ofender. Pessoas próximas a todo tempo fazem isso. O xingamento está sujeito a interpretações. Existe por acaso algum livro que pontue quais palavras são Palavrão? "Rapariga" aqui no Brasil está relacionada a mulheres de má estima, mas em Portugal significa apenas "Garota, menina". Alguns palavrões que usamos tem apenas o motivo de intensificar uma expressão. A palavra porra, por exemplo, está junta a algum tipo de indignação. A palavra foda-se, ou foder, ou foda tem um significado relacionado a erotização, mas na maioria das vezes é colocado para expressar algo muito ruim, ou muito bom, dependendo do contexto. 

Quem entender o que estou dizendo verá que não abri o caminho para que pessoas xinguem, mas na verdade estreitei-o mais ainda, pois até uma palavra inofensiva pode entorpecer. O mandamento sempre foi e será o Amor. O Paulo sempre presou o relacionamento. O palavrão pode significar um grau elevado de intimidade, mas fique atento a reação da pessoa. O único juiz é a sua consciência. Você saberá se o ambiente ou as pessoas que estão ao seu redor será propícios para algumas palavras que podem usar.




Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.


Em uma conversa de almoço com os companheiros de trabalho, fiz uma piada com um deles que usava uma camisa preta com desenho de uma caveira. Perguntei a um que estava do lado - conhecido como "Pastor" - sobre o que ele achava de um cara que diz que acredita em Deus usar uma camiseta daquelas. Fiz a piada só pra fazer piada com o dono da camiseta mesmo.

Em um tom de descontração ele respondeu que quando tinha a idade dele a mãe não deixava usar um tipo desses, nem ao menos um camiseta preta. Beleza, todos terminaram o almoço e foram embora, então numa conversa mais particular ele questionou. "Pra mim alguém que se confessa cristão deve andar como um cristão para que as pessoas vejam que ele é". Afirmei respondendo que Jesus disse que seremos reconhecidos como dEle se amarmos uns aos outros e não por causa de vestimentas. Ele retrucou respondendo que a "bíblia" diz: "Me diga com quem andas, e eu te direi quem tu és". Eu ri e disse que apesar de ter sentido isso não é bíblico, é apenas um ditado popular. Ele reconheceu o equivoco então rimos.

Não sei se ele mudou de ideia, mas isso me preocupou. Não fiquei incomodado apenas com nosso pré-conceito que julga as pessoas através do que elas se vestem ou com quem elas andam. Somos o que somos. O que você é vai fazer você fazer. Fazendo mostrará quem é. O problema é que não só somos julgados pelo que parecemos, mas as vezes queremos ser o que não somos, e a partir dai, aparentamos ser.

Sabe quem perde nisso tudo? Todos! Um julga sem conhecer, só pelo que vê. O outro valoriza o parecer, porque não o é, e assim esconde o que realmente é - que não deve ser coisa boa. Os dois colocaram um obstáculo a frente - ou melhor, um buraco. Eles tem um relacionamento? Sim. Há conexão? Não. Um se priva de conhecer porque já descobriu o que é vendo. O outro atua um outro ser que não é. Ninguém conhece ninguém.

Esse é o tipo de relação que temos tido uns com os outros. De preconceito e de hipocrisia. Ninguém se trata. Todos escondem. Ninguém é. Um só enxergou o que não é. Um outro tipo quis parecer que é, mas não é.

Qual desses eu sou? Será que sou os dois? Aqui já está claro o que devemos fazer. Nunca diga que alguém é só pelo o que ela veste ou com quem ela anda. Primeiro que nem é da nossa conta. Não aparente ser alguém que não é. Isso só faz mal a você mesmo. Perdemos e MUITO quando não existe verdadeira conexão uns com os outros.
"Verdade no olhar me fala muito mais do que palavras lindas ditas sem pensar. O amor esta contido no que a gente faz, na atitude de se aproximar." [Crombie]