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Em nossa geração hoje cada dia mais "nerd", mais conectada a tecnologias e mídias cinematográficas, apaixonada por séries e filmes, criou um conceito chamado spoiler que tem origem no verbo spoil de origem inglesa, que significa estragar, que em outras palavras, é contar sobre fatos que aconteceu sem que a outra pessoa tenha assistido como por exemplo, contar o final de um filme.

O que pra maioria é terrível saber um spoiler, há quem goste ou nem importe de saber das coisas antes de "assistirem". Para Sheldon Cooper, personagem da série Big Bang A Teoria, dizer que o filme ou o episódio é ruim já é um spoiler, o que é justamente o que concordo.

Indo direto ao assunto, antes de assistir ao novo filme da Liga da Justiça (a foto diz respeito a um antigo filme transmitido em 1997, cujo a intenção de estar aqui foi apenas artístico), muitos amigos antes irem ao cinema encontrou em vários sites críticas ruins sobre o filme. Eles foram, e, no dizer deles, só confirmou o que já leram. O estranho é que, o mesmo tempo, outros chegaram na sessão totalmente "limpos" de opiniões, que não viram a crítica ou não compararam o filme com nenhum outro de herói gostaram de mais! Como entender isso?

Nossa opiniões e gostos são originadas por sensações diferentes. O que me faz pensar que até o que chamamos de gosto ou a jeito de pensar é formado pela opiniões de pessoas importantes ao longo de nossas vidas e de como aquilo me atinge naquele exato momento. Pra isso depende de como estou como pessoa física e mental. Várias informações e sensações ao nosso redor é o que nos fazem julgar tudo.

Concluindo, se já estou esperando algo negativo, dificilmente aquilo me surpreenderá. Se comparo a outros, nunca terá o mesmo tom, a mesma intenção. Então, antes de julgar qualquer coisa, vá com coração bom, sempre! Acredite que uma pessoa, situação, filme, evento, seja o que for será bom! Ou pelo menos tente enxergar o lado bom de tudo isso.

Não. O título não está errado. Esse artigo são paras as pessoas que estão cansadas de estar felizes, sem stress, confortáveis, pacientes e educadas e querem se aventurar em um dia ou um bom tempo mal-humoradas.

Durma tarde e acorde cedo.
De modo prático e não tão científico você com certeza acordará com sono. Ter pouca horas de sono deixará seu corpo ainda cansado. Sua mente estará tralhando como normalmente. Haverá perda de concentração e memória. Já temos uma boa bagagem para um dia mal.

Ande com pessoas mal-humoradas.
Não é difícil achar alguém que reclama de tudo, discute com tudo e não está satisfeito com nada. Elas não tem percepção de mudança, são imparciais e leva a vida generalizando tudo. Esse tipo de pessoa tem algumas frases na ponta da língua como: "Bandido bom é bandido morto". Esse tipo pode ser encontrado em qualquer esquina, comercio ou até dentro da sua casa. Na medida que você se relacionar com ela está compartilhando os mesmos assuntos. Está atento a tudo que acontece de errado na sociedade e estará conhecendo mais pessoas que tem as mesmas ideias. Não irá demorar até ser um indignado também.

Culpe tudo, menos você.
Pra fechar o mais importante. Deposite toda a razão de estar de mau humor nas circunstancias e nas pessoas. Se estiver doente, desempregado, sendo pressionado. Se estiver naqueles dias ou se sua mulher tiver naqueles dias. Culpe o transito. Culpe o carro. Culpe seus pais, seus filhos, até mesmo seu dog. O mal humor de como você lida com os problemas. Se você ver os problemas como uma oportunidade pra crescer, pra superar conseguirá ver uma esperança, um rumo, um sentido. O que nos atingi, seja positivo ou negativo, depende da forma e significado que você atribui naquilo.

Concluindo, colocando a culpa em nós vai revelar nossa dificuldade de se alegrar em meio as tribulações e uma vez que não acha a doença, não acha a cura. Portanto, se quer continuar grilado da vida culpe tudo!

É preciso sentar e meditar
É preciso dar um "pause" na correria de nossa vida e repensar
É preciso abrir mão de algo para alcançar outro
É preciso deixar o comodismo e reagir
É preciso rever nossos valores que algum dia deixamos para traz 
É preciso ser ousado e perder o medo de/para crescer
É preciso tirar o que nos faz mal
É preciso nutrir o que faz bem
É preciso parar com às desculpas
É preciso assumir os erros
É preciso ser menos egoísta
É preciso ser mais altruísta
É preciso sumir, aparecer
sorrir, preciso chorar, confiar amar.

De tudo que eu mais preciso
Devo firmar um compromisso
De nunca esquecer minha identidade
Daquela me dada por Cristo

CONTINUA A SÉRIE LEGOMENTE. ELA TEM O OBJETIVO DE TRAZER MENSAGENS A PARTIR DAS IMAGENS NO FORMATO 'LEGO'. PARA SABER MAIS SIGA O LINK.

Usando o Humor como exemplo, a pergunta que não cala talvez por nunca ser respondida é: existe limite para o humor? Outra pergunta faço para responder essa pergunta (kkk) é: Se existisse limite, isso não prejudicaria a essência do humor? O humor nada mais é que a arte do abuso, do deboche. Se limitar isso a comédia perderá seu brilho. 

E a liberdade. Existe um limite para ela? Dizer que existe um limite, pressuporem que então não há liberdade? Ser totalmente livre é abster-se de uma marcação que há impede de continuar? Se posso ser radicalmente livre, ou é impossível? Essa são questão que pode (e devem) atingir nosso pensamento em algum momento da vida.

Tanto o humor quanto a liberdade parecem ser parasitas da rebeldia. Eles só crescem quando chega ao ápice de pensarmos "Uau, ele não pode ter feito isso!?". A surpresa, a coragem, o inusitado é o que nos chama a atenção, é o que nos dá sentido, nos impulsiona a viver. Arriscar. 

Porém, para o humor existe o bom senso (e quando este falta, tem o processo jurídico moldados a lei dos direitos); para a liberdade existe por exemplo as leis da física (quer dizer que eu não posso fazer o que eu quiser, pois estou sujeito a lei do tempo e espaço). Uma vez que algo é sujeito, então há limite, e se há limite, a liberdade está relativizada. Aqui concluímos que a liberdade radical é impossível. Aparece então a necessidade de estabelecer um equilíbrio.

Como também explica a física, tudo está sujeito a lei de causa e efeito. Einstein já dizia que para toda ação existe uma reação. Tudo que fazemos tem uma consequência, seja boa ou ruim, e é assim que o limite entra em ação. Ela demarca o ponto onde isso terá uma reação boa.

Um cristão que se professa livre precisa estar ciente de que não o é totalmente. A lei maior é o amor. O que faz, mesmo que sinta apto a fazer, deve pensar na consequência que trará ao outro. Claro que a opinião e o conceito de uma pessoa pode estar equivocado. Cada um deve estabelecer consigo mesmo (e ninguém mais que ele mesmo) os seus limites.





Anualmente, no dia 13 de Julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Conhecido por um jeito agressivo de música, de roupas e até mesmo de agir, é muito julgado como algo demoníaco. Ironicamente a razão de se comemorar esse dia foi em virtude a megaevento chamado Live Aid em 1985 organizado pelo músico Phil Collins, sendo sediado ao mesmo tempo nos Estados Unidos e na Inglaterra tendo como objetivo eliminar ou - ao menos amenizar - a fome na Etiópia.

A grande verdade é que todos julgamos! Para mal, para bem. Assimilamos tudo o que vemos, e nossa mente organiza as coisas segundo nossos padrões. Primeiro é uma percepção superficial, e logo após um pensamento mais profundo. O pré-conceito é inevitável. 

Sempre damos rótulos, títulos as coisas e pessoas. Até então não há nada de tão errado. A questão é o quanto nossos conceitos estão coerentes com a realidade. Geralmente quem dá muito valor ao APARENTE tende a vacilar.

O Rock sempre foi um megafone de pensadores. Um expresso audível de quem precisa falar. Se você realmente procurar do que falam as bandas mais famosas que até usam a imagem da morte, da caveira e tudo mais, são melodias de protesto. A maioria das pessoas que conheço que realmente abraçam esse estilo são pessoas inteligentes e muito educadas. Segunda a revista Galileu, o rock acalma e relaxa uma pessoa estressada. 

Menosprezando a aparência, vamos dar mais atenção o que realmente é relevante. As ações. Um projeto como esse atingiu muito mais significamente o mundo do que um evento gospel por exemplo que tem como fim o dinheiro pra si mesmo. É um exemplo!

Deixemos o pré-conceitos! Hoje é dia de pegar o fone de ouvido e escutar um bom e auto som do Rock! Pessoas pensamento, protestando, questionando, servindo, doando. É isso que Deus curte!




A série “Legographie” criada pelo fotógrafo francês Sofiane Samlal, também conhecido como Samsofy, utiliza LEGO encenando algumas belas imagens em algumas fotografias! (via)

A partir deste criei a série de mensagens “Legomente”, que se inspirará nas imagens para elaborar um artigo relacionado a nossa metanoia. Divirta-se, evolua!


Dia 25 de abril um forte tremor que atingiu o Nepal deixou mais de 7 mil mortos e pelo menos 14 mil feridos, segundo balanço do Centro Nacional de Operações de Emergência do país, divulgado neste domingo. No sábado, o governo do Nepal já tinha informado não ter esperanças de encontrar mais sobreviventes do terremoto.

Os números oficiais são 7.040 mortos e 14.123 feridos. O tremor de 7,8 graus de magnitude destruiu grande parte de Katmandu e muitos vilarejos próximos ao epicentro, registrado a 70 km da capital do Nepal. A pergunta mais ouvida é: ONDE ESTÁ DEUS NISSO AI?

Não vou entrar no campo teológico explicando o porque acontece essas coisas. Temos leitores até ateus e alguns cristãos "indignados" por Deus, então não muito afim de decorrer sobre tal teoria, uma vez que ela mostra que o homem foi quem causou isso através daquela atitude de viver independente de Deus. A terra sangrou e agora tem data de vencimento. Resumindo, Deus permite que as coisas sigam seu fluxo. Ele não as causa (ponto). Quero mudar nossa perspectiva, a direção do nosso olhar e ver o que está além disso.

Se questionamos o amor de Deus, vamos inverter a questão: Onde estava o homem em um acidente de moto onde o veiculo deu perda total e o condutor não sofreu um arranhão? Onde estava o homem quando um garoto brinca próximo a um lugar perigoso longe dos pais? Agora ainda mais direto: Quem cuidou daquele recém nascido que ficou sobre os escombros durante 3 dias?

O que acontece é consequência de uma terra que geme por transformação, pela manifestação dos seus Filhos de Deus. Podemos ver o cuidado de Deus ainda no meio disso. Ele está no coração de quem leva doações. De quem coloca as mãos na massa. Está na superação de levantar sobre as cinzas. Na esperança de recomeçar. É ai que Deus está.

Nunca antes na história deste pais houve tanta insatisfação a respeito do atual governo. Aliás, houve sim, no tempo do Collor, e pelo mesmo motivo: Mexeu no dinheiro do povo.

Não digo que o atual governo do Brasil está errando. O aumento dos impostos, os mudanças aos direitos trabalhistas e os reajustes a renda distribuída à educação e saúde são medidas emergenciais em consequência da má política do mesmo governo no mandato passado, o qual, como visto, foi reeleito apesar de tantas promessas, tantas ameaças (perda de benefícios) e mesmo não apresentando um projeto de governo. Ai, pra quem disse que "pior não fica", queima a língua agora.

Uma das razões claras da presente crise no país é a Corrupção revelado na roubalheira direta e indiretamente. Pegando dinheiro vivo, construindo mordomias desnecessária. Se julgamos que todos políticos roubam não estamos generalizando, afinal, quem não rouba, recebe pra manter o bico calado.

Oxalá se corrupção estivesse apenas no Congresso. Quem denuncia a corrupção e não olha pra si primeiro o faz hipocritamente. Isso! Somos corruptos desde berços. Nossos país nos ensinaram. Você já fez sem querer querendo. Corrupção "significa oferecer algo para obter vantagem". 

Então aquela furada de fila, aquele troco errado, aquela mudada de data no celular pra ganhar mais vida no Candy Crush , aquele juros em um empréstimo, a omissão na venda de um produto, o "dar de bobo pra viver" e o nosso Jeitinho Brasileiro também é Corrupção!

Ai você pode questionar: Que exagero. O que essas pequenas coisas tem haver com esse roubalheira generalizada!? Tem tudo haver! Isso faz parte do nosso caráter. O problema não está em que eu ganho vantagem, mas no ato de se fazer, na intenção. No que somos corruptos fica apenas em questão de oportunidade.

Se queremos mudar o mundo, começamos de nós. Somos o futuro da nação!

Deus existe? No outro dia fui convidado a provar a existência de Deus. Estava tendo uma conversa individual com um amigo céptico, o qual de alguma forma jogou a pressão da prova sobre mim. Ele não queria os argumentos religiosos, morais ou filosóficos -- ele queria a "prova" científica.

Deus existe? - É uma Abordagem Científica Possível?
Em relação à pergunta: "Será que Deus existe?", na verdade só há duas conclusões possíveis: ou Deus existe ou não existe. Não há meio caminho. Não há um meio termo. Seja você um ateu ou um teísta, há um certo nível de conhecimento, e há um certo nível de fé.

Eu pensei por um momento ... Posso provar a existência de Deus - cientificamente? Na minha experiência religiosa/moral/ filosófica, Ele já tinha sido provado a mim. No entanto, meu amigo não tem andado pela mesma jornada que eu. Ele quer os fatos - ele quer uma prova naturalista de uma realidade sobrenatural.

Cheguei à conclusão de que a pergunta do meu amigo era justa. Ele merecia grande esforço da minha parte. Então resolvi dar uma tentativa....

Deus existe? - Uma análise científica da evidência
Deus não pode ser provado através de fórmulas matemáticas ou propriedades da física, mas nós vivemos em uma era onde a evidência de um Criador Inteligente é tudo que nos cerca. Basta olhar através do telescópio Hubble e examinar o grande cosmos. Dê uma olhada no monitor de um microscópio eletrônico de varredura e mergulhe no complexo mundo de uma célula microscópica. Tente compreender a enorme biblioteca de informações complexas inerentes ao código digital que transforma um óvulo fertilizado em um ser humano. Estude princípios da mecânica quântica e investigue o mundo da multidimensionalidade. Examine a natureza da sua consciência, subconsciência, normas de moralidade, pensamentos de religião. Em seguida, tente conciliar todas essas realidades com uma teoria básica de aleatoriedade e caos.

Baseado no que sabemos hoje, eu realmente acredito que o ateísmo (rejeitar qualquer tipo de deus) é um "salto de fé" muito maior do que o teísmo (acreditar que algum tipo de deus existe).

Perguntei ao meu amigo: "Você realmente já parou para pensar sobre algumas das evidências sobre Deus? Ou você está apenas pressupondo um mundo puramente naturalista e fechando os olhos para algumas das possíveis evidências? Se eu propor algumas evidências observacionais, você ainda está disposto a examiná-las?"

Meu amigo me pediu para seguir adiante. Então, encontre a seguir a minha tentativa de fazer algumas observações científicas básicas que apontam para Deus:
  • Causalidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria alternativa é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.)
  • Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria alternativa é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.)
  • Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria alternativa é que o acaso projetou o design aparente.)
  • Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria alternativa é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.)
  • Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria alternativa é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.)
  • Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria alternativa é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.)
  • Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria alternativa é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)
Deus existe? – Uma conclusão científica
Quando se trata da pergunta "Deus existe?", só há duas visões científicas - Alguém / Algo criou tudo, ou o mundo criou a si mesmo. Seja o início do cosmos ou o início da vida, o início da humanidade ou o início da mente, Alguém / Algo é responsável por tudo que vemos ou tudo é responsável por si mesmo.

"Deus existe?" Será que essa é realmente uma pergunta sobre ciência? Na verdade, parece que esta é uma questão de ciência forense, uma vez que não podemos recriar o nascimento do universo ou a formação da primeira vida em laboratório. Portanto, nós recolhemos as evidências observáveis no nosso mundo e aplicamos nossa capacidade de investigação à análise do seu significado coletivo. No final, todos nós precisamos recolher e analisar as provas por nós mesmos. Finalmente, qualquer que seja o nome (investigação científica ou fé puramente religiosa/moral/filosófica), essa não é uma questão para o laboratório. É uma decisão pessoal de investigação para cada um de nós.


Foi-se a Copa? Não faz mal.
Adeus chutes e sistemas.
A gente pode, afinal,
cuidar de nossos problemas.

Faltou inflação de pontos?
Perdura a inflação de fato.
Deixaremos de ser tontos
se chutarmos no alvo exato.

O povo, noutro torneio,
havendo tenacidade,
ganhará, rijo, e de cheio,
A Copa da Liberdade.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia e Prosa - 1992

Matthieu Ricard é autor de diversos best sellers, tradutor, fotógrafo e monge budista, autor de "Happiness: A Guide to Developing Life's Most Important Skill," conhecido como "a pessoa mais feliz do mundo" pela mídia popular.

Nesse vídeo ele aborda a gravidade de que doenças mentais - muitas consideradas normais e cotidianas como a ansiedade e angústia - pode nos trazer problemas trágicos e como isso afeta na sociedade. Ele também menciona a nossa necessidade tanto particular como social de compartilhar, um paradoxo em que quanto mais egoísta, mais perda, e, quanto mais altruísta, mais ganho.




Segundo o dicionário, a palavra 'Paradigma' significa modelo, exemplo, padrão. Até ai, nada de mais, o problema é se nossos conceitos se tornarem Paradigma. Como assim? É quando o que eu vejo, o que percebo, o que está no meu ambiente no meu costume e experiência, se torna pra mim um modelo padrão generalizado.

Um exemplo é o que aconteceu comigo. Trabalhei em uma empresa, e eu controlava a parte do atendimento e vendas. Depois de um tempo, trabalhei em outra empresa muito próxima desta. Na minha percepção, aquela empresa não estava indo bem pois eu não estava o mesmo fluxo de pessoas entrando e saindo como antes. Só que a questão é que minha visão é que mudou. O modelo que eu via antes, não é o que tenho mais. Estou em lugar diferente que nem mesmo era de frente de modo que eu vesse realmente o movimento. E eu nem tinha tempo pra ficar olhando, era apenas aquela observação solta. Outro caso era eu sentir falta da presença de algumas pessoas na igreja por um momento, e só depois lembrar que eu é que faltei o culto, e, ou, outro ambientes que eu a encontrava.

Mas e ae? Realmente é um defeito nosso, mas o que isso influencia na minha vida a ponto de isso ter que virar um post?

É que vejo situações de pessoas julgando questões como em relação ao sentimento da Igreja, a resposta da pregação dos pastores e a prática dos mesmos e até teologia a partir do próprio paradigma. Diziam que todos os membros estavam desanimados, que a pregação estava fraca, que os pastores não dava o exemplo de prática na Palavra. Questionavam argumentos teológicos a partir da própria concepção pois era percebido que nunca era bíblico.

Como você pode dizer que eles estavam julgando errado?

Porque eu e ninguém mais dos que estava ali sentia e nem percebia nada disso que eles disseram. Ao contrário, vimos membros fazendo coisas que nunca fizeram em relação ao próximo e isso sem nem mesmo os pastores saberem. O mesmo que estava acontecendo com os pastores. Só que estava perto poderia ver pois o que eles fazia não faziam questão de publicar.

A grande resposta é que esses que criticaram o andamento da igreja, era justamente as únicas que não estavam participando de nada, nem mesmo indo aos cultos. Se sentiam frustrados com a igreja, porém o cerne da frustração era com eles mesmos. A solução foi chamá-los para ver, participar, sair desta zona de observância, e começar a caminhar junto. É como no meu exemplo no começo do post, eu entrar dentro da outra empresa e ver o fluxo das pessoas.

Com o tempo, elas foram enxergando a verdade, e não a ilusão a partir deles mesmos. A solução é questionar-se. É experimentar, comprovar. Ter paciência, pois o ver na maioria das vezes não é imediato. Jesus não disse nada sobre julgar, ele mesmo julgava e criticava a prática dos judeus. O que ele adverte é esse julgamento hipócrita, onde o problema é esse de dizer o que não faz, por isso faz um julgamento incompleto, equivocado.

  • Me assusto da covardia de pessoas que só o querem o dinheiro.
  • Me assusto da falsidade, que sempre tem um efeito barganhante.
  • Me assusto com a mentira, que sempre é para o benefício de si mesmo.
  • Me assusto com crueldade com que as drogas torna alguém cruel
  • Me assusto com que o dinheiro move a maioria dos sofrimentos, vícios, angústias e temores.
  • Me assusto com o markting que nos leva um papo legal, essêncialmente, "mete o pau"
  • Me assusto com pessoas que pouco se importa se é bom pra você, estão mais preocupados com seus currículos, e o seu salário no final do mês.
  • Me assusto da perversidade de homens morais e éticos.
  • Me assusto com a sociedade que estimula a pedofilia.
  • Me assusto da inconstância das pessoas.
  • Me assusto da generalização do sexo, em todas as suas direções fora de controle.
  • Me assusto do fato que já foi dito. O amor está se esfriando. O ultimo Natal é a prova disso.
  • Me assusto da forma que o sexo é praticado, totalmente sem compromisso, tentando sasiar o insasiável.
  • Me assusto comigo mesmo, quando estou sozinho.
  • Me assusto dos dias de hoje, que não mais queremos pensar. Não se fazem gente como antes.
  • Me assusto com a nossa falta de vergonha na cara, que tantas vezes falha, e nunca conserta o erro.
  • Me assusto com a conformação da perversidade.
  • Me assusto com a natureza, que já não mais aguenta sofrer, e está furiosa, se virando contra o homem.
  • Me assusto com pessoas que não crêem na Bíblia, sendo o motivo de ter escrito por homens, mas constantemente são manipulados por tineráveis religiosos que falam mais o que ouviram falar e do que acham.
  • Me assusto da hipocrisia de nós mesmos. Tanta que até dizemos "Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço"
  • Me assusto da podridão que é o ser humano. Não conseguie seguir seus próprios conceitos morais.
  • Me assusto com as vitórias da religião, que faz tudo para esconder, o que Deus tornou mais resplandecente.
  • Me assusto do valor que tanta gente dá á "autoridade" de religiosos. É maior do que a de Deus, da Palavra e da consciência.
  • Me assusto do poder de persuazão que a sabedoria tola e vazia faz.
  • Me assusto da cegueira que um amor conjugal no tempo errado traz.
  • Me assusto da teima do ser humano em querer ser sozinho, sempre indignado com pessoas que cuidam da vida delas.
  • Me assusto com a atenção que damos a contos de fadas, e a ignorancia a verdades insofismaveis.
  • Me assusto do cuidado que temos do exterior, e o pouco causo do sepulcro caiado que transforma as nossas almas.
  • Me assusto da verdade de que engolimos um mosquito e vomitamos um camelo.
  • Me assusto da falta de limite do humor.
  • Me assusto da nossa obediência ao coração perverso e enganoso.
  • Me assusto do processo de moldagem afeminada do mundo. Moda, gostos, musica, opção sexual.
  • Me assusto da admiração ás pessoas que xingam, que se embreagam e que fazem bobagens fúteis, tudo para 1 minuto de fama.
  • Me assusto do nosso constante engano em responder que Deus é TUDO, mas em nosso tempo e escolhas Ele não estar em prioridade.
  • Me assusto da aparecente ironia de Deus em amar quem nem mesmo acredita nele, e dar condição destes a amar o próximo.
Rodrigo Melo
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.

Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.

Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.

Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

Jesus receberia boas-vindas mais amigáveis dos líderes religiosos mundiais, da elite midiática, ou a nobreza política hoje? Alguém que tenha considerado seriamente o Novo Testamento sabe bem que não. Nossa cultura se dedica ao pluralismo e tolerância; desdenha de toda afirmação de verdade absoluta ou exclusiva; convencida de que o amor a si mesmo é o maior amor de todos; satisfeita com o fato de que muitas pessoas são fundamentalmente boas; e desejando desesperadamente acreditar que cada um de nós é abençoado com uma chama da divindade.

Contra uma cultura assim, a mensagem de Jesus toca todas as notas dissonantes. Sempre-gentil, nunca-severo, super tolerante. Observe o registro bíblico. As palavras de Jesus estão cheias de exigências difíceis e avisos severos. Ele disse: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lucas 9.23-25). “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26).

Certa vez, uma inconcebível atrocidade romana tomou a vida de muitos peregrinos galileus que foram a Jerusalém para adorar. Pilatos, um governador romano, ordenou a seus homens que matassem alguns adoradores e então misturassem o sangue deles com os sacrifícios que eles estavam oferecendo. Enquanto a cidade ainda cambaleava graças a esse ofensivo desastre, uma torre caiu em um distrito próximo a Siloé, e instantaneamente tomou mais dezoito vidas.

Questionado sobre essas tragédias consecutivas, Jesus disse: “Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis “ (Lucas 13.2-5).

Ignorando as regras normais de bom gosto, tato e diplomacia, Jesus, com efeito, declarou que todos os seus ouvintes eram pecadores em necessidade de redenção. Então, como agora, era virtualmente garantido que essa mensagem ofenderia muitos – talvez muitíssimos – da audiência de Jesus.

Aqueles sem senso de culpa pessoal – incluindo a grande maioria dos líderes religiosos – foram, é claro, imediatamente ofendidos. Eles estavam convencidos de que eles eram bons o bastante para merecer o favor de Deus. Quem era esse homem para chamá-los ao arrependimento? Eles deram as costas em furiosa incredulidade.

Os únicos que não se ofenderam foram aqueles que já sentiam sua culpa e estavam esmagados sob o peso de seus fardos. Sem se afetar pela indignação ou autojustificação, eles poderiam ouvir a esperança implícita nas palavras de Jesus. Para eles, a recorrente frase “se não vos arrependerdes” apontava o caminho da redenção.

Em outro lugar, Jesus fez a promessa de vida e perdão explícita: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10.27,28).

Isto, claro, é a gloriosa mensagem do Evangelho, tão potente e tão relevante hoje quanto era então.Mas a promessa é para aqueles que estão cansados pelo pecado; aqueles que têm fome e sede de justiça (Mateus 5.6); aqueles que vêm a Cristo com corações arrependidos – não aqueles que estão convencidos de que são fundamentalmente bons.

Pessoas orgulhosas, incluindo um monte de religiosos que se chamam de cristãos, não creem na mensagem de Cristo, no fim das contas. Ele disse: “E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Marcos 2.17).

Então, o que Jesus diria a uma sociedade pluralista, tolerante e autoindulgente como a nossa? Estou convencido de que sua abordagem hoje seria a mesma estratégia que vemos no Novo Testamento. Para pecadores complacentes, arrogantes e satisfeitos consigo mesmos (incluindo muitos nos rol de membros de igrejas) suas palavras soariam duras, chocantes e provocadoras. Mas para os “pobres em espírito” (Mateus 5.3) – aqueles que estão exaustos e gastos pela destruição do pecado; desesperados por perdão e sem qualquer esperança de expiar o próprio pecado – o chamado de Jesus a uma fé arrependida permanece como a verdadeira entrada para a vida eterna.

Essa é uma mensagem particularmente dura em culturas como a nossa, que exaltam o amor a si próprio, a autoestima ou a justiça própria; mas Jesus foi absolutamente claro, e essas palavras ainda falam conosco: “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18.14).

John MacArthur


(...)

Tenho uma frase em um dos meus textos que sugere ”antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz”. Nenhum homem, ou mulher, ou quem quer que seja, aguenta essa sobrecarga. É natural. Nem pai, nem mãe, ninguém.

Ser feliz é responsabilidade de cada um, mas nunca entenderemos isso, nunca seremos felizes, nunca encontraremos o que estamos procurando, parece que tudo continuará eternamente vazio enquanto projetarmos em alguém, em algo ou em qualquer coisa que estiver fora da gente.

Continuaremos cativos das emoções, hora radiantes, felizes, apaixonados, hora deprimidos, desesperançosos, autovitimizados, como se não houvesse lugar para gente nesse mundo.

Nosso lugar nesse mundo é o único onde cabe o mundo inteiro: nossa interioridade.

Portanto, aquiete-se. Esqueça as possibilidades, independente de quais sejam, de encontrar a felicidade fora de você. Isso não existe.

A boa notícia é: em você, há felicidade, há paz, há Deus, então, descanse, não de ouvidos para o choro, as lamentações e ruídos produzidos por sua mente. Ela apenas tenta fortalecer seu ego, ainda que de forma negativa, para que você se enfraqueça, se desvie de si mesmo.

Não faça mais nada. Não tente. Não corra atrás. Não projete. Não faça planos. Não se desespere. Apenas pacifique-se e, silenciosa, simplesmente ouvirá. Pacificada, simplesmente verá. Está tudo ai em você, não fuja e, lembre-se: antes de encontrar a pessoa certa, encontre-se, para não sobrecarregá-la com a responsabilidade de te fazer feliz. Eu sei que vai conseguir. Vai sim.

 Flavio Siqueira

O meu Deus se difere de todos os outros Deuses. Os outros desuses são mais "humanos" que o meu. Eles praticam a justiça, doa a quem doer. O meu Deus não.

O meu Deus é injusto, porque ele não paga com a mesma moeda quem O odeia. Ele dá sol e chuva para os bons e para os maus. Assim, mesmo os que não acreditam nele desfrutam de fartura, amor, paz e felicidade.

O meu Deus é injusto porque não é "humano" com as pessoas, pois enquanto alguns exigem alguma coisa para dar, ele dá espontaneamente, incondicionalmente, sem precisar de barganhas com ele.

O meu Deus é injusto porque além dele deixar o ser humano caminhar cegamente para o seu destino cruel intencional, ele interviu por tanto amá-los, e não exigiu que nenhum cumprisse as suas leis, pois sabia que isso os seria impossível, por tanto mandou seu Filho para sofrer toda a punição que o homem deveria receber como consequência do seu pecado.

O meu Deus é injusto porque amaldiçoou Caim (O primeiro assassino do mundo), mas ao mesmo tempo o protegeu dizendo que quem tocasse nele seria amaldiçoado 7 vezes mais.

O meu Deus é injusto porque decidiu dar justiça em quem simplesmente acreditasse na vinda e obra do Seu Filho.

O meu Deus e mais injusto ainda, porque perdoa quem constantemente, mesmo que conscientemente, peca contra ele.

De onde surge o sentimento de Inveja? Será do profundo egoísmo que cada um tem? Será uma inconformidade da própria deficiência de não conseguir alcançar o que o outro alcançou? Será uma confusa admiração disfarçada?

Por sermos humanos, todos nossos sentimentos são contaminados com nossa natureza doentia cujo o foco é a alta preservação. O próprio ego não é algo mau - é o "eu" apenas - porém, contaminado, ele se torna "eu" absoluto, que quer está acima, ser o primeiro. Por isso, se amo, também odeio por não ser amado. Se admiro, invejo por não ter.

Choramos, choramos por que fomos atingidos, e se no alegramos, alegramos por ter acontecido algo com nós, ou uma coisa ruim com nosso "inimigo". Por isso, "chorar com os que chorar, e se alegrar com os que se alegram" (Rm 12:15) é uma chamada tão importante e desafiadora pois é uma decisão altruísta.

Avalie seu coração! Se a cada degrau que ele sobe te consome de indignação, ou temos nos alegrado com o seu fracasso, talvez estejamos infectados com essa doença. Lembre-se! Lucifer se tornou Diabo por invejar Deus. Essa admiração completamente corrompida o levou a nadar nos mais variados sentimentos obscuros e maléficos.

Portanto, podemos com nossa inveja causar algum dano ao nosso adversário, porém, estaremos nos afogando de mar das trevas.




Que fui levado a crer nesses 51 anos:

1. A felicidade humana depende da existência de um ser infinito-pessoal. Sem Deus o cobertor é curto. O frio, insuportável.

2. Ninguém falou de modo mais sublime sobre Deus do que Cristo.

3. O amor redentor de Deus revelado pelo evangelho é a história mais bela que existe.

4. A democracia -melhor forma de governo até hoje concebida pelo homem - , depende da educação, da liberdade, da igualdade social, da participação popular, do cumprimento dos pactos e da defesa dos direitos humanos para sobreviver.

5. Separar Deus de religião é condição indispensável para que o homem não perca o encanto pelo seu Criador.

6. A propensão humana à mentira e ao egoísmo só pode ser vencida pela graça de Deus.

7. A vida é dura, curta e incerta.

8. A excelência da alma é medida pelo objeto do seu amor. Não há ser mais digno de ser amado do que Deus. Devemos amar a ele e a tudo o que ele ama. Essa é a essência do verdadeiro compromisso ético.

9. O amor misericordioso é a expressão mais basilar da verdadeira experiência de conversão. Quem não se compadece do pobre e do necessitado nega a fé.

10. A beleza do universo revela a glória do Criador.

Antônio Carlos Costa
Teólogo e fundador do Rio de Paz (Filiado ao DPI da ONU
www.antonioccosta.com

Nesse mundo de jogos sempre existe aquelas tais "manhas" que facilita o jogo, um atalho pra chegar aonde você quer. O Pou, um dos jogos mais baixados por aparelhos móveis já ganhou uma manha que faz o dinheiro ficar infinito. Quem não quer descobrir essa manha? Já pensou poder comprar aqueles itens mais caros pro seu bixinho virtual? Mas espera ai. A graça do jogo não é justamente conquistar dinheiro pra comprar itens melhores pro seu Pou? 

Como nos outros jogos, essas "manhas" vem pra facilitar, avançar ou chegar aonde você quer o mais rápido possível, porém, o jogo perde seu sentido pois o propósito é você correr, batalhar, perder, aprender, levantar, correr, descobrir, vencer.

Assim também deve ser nosso ato em relação a vida, mas o que fazemos é procurar essas manhas, atalhos, facilitações, meios de passar mais rápido dos problemas. A "pule daquela fase difícil" e nesse pular, perde algo que teria que usar numa fase adiante.

Há quem queira passar por cima de todos os outros jogadores normais colocando "hakers" em seus dispositivos ultrapassando níveis que ele mesmo não alcançou. Uma forma de bular ou como no linguajar dos games "bugar" pra chegar no objetivo.

Saiba que o propósito do jogo não é si mesmo chegar na fase final, matar o ultimo chefão ou chegar no ultimo nível do jogo. A graça é justamente o jogar, o alcançar, o conquistar. A vida segue na mesma direção. Isso responde o porque dos países mais pobres e sofridos como na África ter testemunho de gente que nunca sofreu de depressão, porém. nos países subdesenvolvidos como no Japão são onde encontramos os maiores índices de suicídio. Isso porque eles já tem tudo o que querem. Então o que tem pra fazer? Absolutamente nada, tudo já foi alcançado.

Experimente a vida e veja o que ela quer trazer. Evitemos pular etapas. Um momento difícil é pra se refletir e não subitamente entrar em desespero querendo sair. "Bugar" a vida é ser alguém que você não lutou pra ser, e tirar a felicidade de lutar por alguma coisa.

"Todo Carnaval tem seu fim", é certo, porém eu o usufrui quanto pude, e aprendi o que tinha pra aprender.

Pra quem não sabe o que é, a foto ai diz tudo. Saudosismo é aquele sentimento de "saudar" o passado e pensar o como ele era bom e olhar no presente-futuro e ver o quão distante está e quão impossibilitado é. Deixa as coisas que para trás ficaram. É a saudade daqueles bons tempos que não voltam mais.

O problema é que justamente ele não volta mais, porém, ele pode nos atingir implacavelmente de 2 maneiras distintas mas que resulta num mesmo propósito. Nos deixa estagnados.

Veja pelo lado de olhar os dois lados. Olha o que você era, olha quem é agora. Frustrante! O que você fazia, o que você não fazia. Dentro de nós só falece a esperança de ser melhor, porque com o tempo você só piorou.

A outra vertente é você viver de passado. Agora você não olha pra sí em contraste do passado. Agora você olha apenas o passado e se vangloria. "Lembra quando eu fiz isso", "Antes eu não deixava isso acontecer", "Eu era um dos melhores...". E isso te enche tanto que o que é agora não importa, o que importa é que muito eu já fiz.

Perceba. Um conceito de Saudosismo te fez agonizar ao mostrar a realidade que é no presente em contraste com o passado. O outro te fez se orgulhar, não te levando ao presente, mas fazendo-o se valorizar o passado. Tanto um como o outro não edificou, não construiu, não acrescentou nada. Ao invés disso, só tirou, só diminuiu. O passado abstrato, se torna concreto.

Por isso, depois de ter contado de todo o seu passado glorioso e ao mesmo tempo "inútil", Paulo de Tarso disse: "... não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo..." (Fp 3:13-14)

É tempo de viver o aqui e agora. O que eu fiz ontem, não vale pra hoje. O que fiz hoje não valerá para amanhã. Se errei, não vou me falecer em depressão e culpa, porque amanhã é mais uma chance. Se acertei, amanhã é dia de acertar de novo pois tem mais uma batalha.