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Uma coisa diz que todas às coisas foram feitas por Cristo e para Ele. A outra diz que todas às coisas foram feitas para mim, para meu desfrute, para meu prazer e satisfação.

Uma diz que Jesus é o centro, o inicio e fim de todas às coisas. A outra diz que o centro e fim sou eu.

Um diz que a prioridade é o amor a Deus que reflete em serviço ao próximo. Na outra, fala que a prioridade é minha felicidade acima de tudo (e todos).

Em um, sou desafiado a renunciar o meu eu, meu ego, minha vontades. Na outra o meu 'eu' deve ser resgatado pois tenho VALOR.

Em um devo seguir a Jesus tomando minha cruz. Já na outra, devo seguir meus caprichos porque o melhor da terra é para mim.

Em uma, você é chamado para ofertar com alegria pelo fruto da gratidão. A outra ameaça com maldições e pragas ou, prometendo multiplicação do valor ofertado, justificando tudo com compreensão da Bíblia que lhes seja conveniente.

Uma das coisas mencionei é o evangelho de Jesus de Nazaré. Já a outra mencionada é o evangelho dos homens, comumente chamado de Teologia da Prosperidade. Tenho certeza que você percebeu a diferença dentre às duas.

O primeiro é um caminho estreito que leva a vida, e poucos passaram por ele. O segundo é largo e que leva a morte, infelizmente muitos passaram por ele.

Ou seguimos a Jesus ou a nós mesmos. Não há como seguir os dois. Decida e não se engane mais!

C. S. Lewis escreveu certa vez que “Parece que Deus não faz por Ele mesmo nada que Ele pudesse delegar às Suas criaturas. Ele nos ordena a fazer devagar e desajeitadamente aquilo que Ele poderia fazer perfeitamente num piscar de olhos”. Não existe ilustração maior desse princípio do que a Igreja de Jesus Cristo, à qual o Senhor delegou a tarefa de encarnar a Presença do próprio Deus no mundo. Todos os nossos esforços são exemplos dessa delegação divina.

Todo pai e mãe conhecem um pouco o risco de delegar, com sua alegria e sofrimento. A criança que toma seus primeiros passos segura, solta a mão, em seguida cai, depois luta para levantar-se outra vez. Ninguém descobriu outra maneira de aprender a andar. Sim, a igreja falha em sua missão e comete erros exatamente porque é composta de seres humanos que sempre carecem da glória de Deus.

Certa vez o compositor Igor Stravinski escreveu uma nova peça musical que continha um trecho muito difícil para violino. Depois de diversas semanas de ensaio o violinista solista procurou Stravinski e disse que não conseguia tocar. Tinha se esforçado ao máximo, mas era um trecho difícil demais, até mesmo impossível de se tocar. Stravinski respondeu. “Eu entendo isso. Mas o que procuro é o som de alguém que esteja tentando tocá-lo”. Quem sabe algo semelhante é o que Deus tinha em mente com a Igreja.

Embora, talvez, nunca alcancemos o que o compositor tinha em mente, não existe outra maneira de se ouvir esses sons sobre a terra. Assim como, longe da perfeição, a Igreja (Corpo) ainda é a única forma pela qual as pessoas ouvirão a mensagem da cruz.

Philip Yancey 
Igreja: Por Que Me Importar?


O terceiro perigo é que estar ocupado demais pode encobrir a podridão de nossa alma.

O compasso agitado da vida pode nos tornar física e espiritualmente doentes. Provavelmente isso não é surpresa para você. O que talvez não reconheçamos é que nossas agendas amalucadas muitas vezes são sinal de que um mal já se instalou.

Desde 2002 tenho me reunido a cada outono com alguns amigos do seminário. Nove dentre nós nos reuníamos semanalmente quando cursávamos o Gordon-Conwell, e quando nos formamos, fizemos um compromisso de nos encontrarmos uma vez ao ano. Comemos bastante, rimos muito e assistimos muito futebol. Também conversamos sobre nossas alegrias e lutas dos últimos doze meses. Com o passar dos anos temos observado temas conhecidos de cada um de nós. Talvez um esteja lutando com o descontentamento, outro com desânimo, outro com que direção tomar e outro com pressões relacionais no trabalho. Todos nós temos pecados que nos afligem e questões previsíveis. O meu pecado tem sido andar ocupado demais. Quando chega a hora de compartilhar, todo mundo já espera que vou falar o quanto tenho para fazer e que não sei o que eliminar da minha vida.

Embora possa soar nada saudável alguns homens crescidos continuarem lutando com os mesmos problemas ano após ano, o sinal saudável é que começamos a nos responsabilizar mais por essas dificuldades. Reconhecemos que se as mesmas questões atingem os mesmos homens todo ano, talvez a questão central esteja dentro de cada um de nós. O que diz a meu respeito o fato de que estou frequente e completamente dominado por esta questão? O que preciso aprender sobre mim mesmo? Quais as promessas bíblicas em que não estou crendo? Quais os mandamentos divinos que ignoro, quando deveria estar obedecendo? Que mandamentos autoimpostos eu estou obedecendo, quando deveria ignorá-los? O que está acontecendo dentro de minha alma para, durante todo ano, estar ocupado que nem louco ser a minha principal característica?

A presença de ocupação extrema em nossa vida pode estar apontando para problemas mais profundos — insidiosa tendência de agradar sobretudo às pessoas, ambição implacável, um sentimento de mal-estar, de falta de significado. “Ocupação em demasia serve como uma espécie de segurança existencial, um muro contra o vazio”, escreve Tim Kreider em seu artigo viral, “The ‘Busy’ Trap”, [A armadilha do ocupado] para o New York Times. “É óbvio que a sua vida não pode ser tola, trivial ou sem sentido se você estiver atarefado, de agenda completamente cheia, procurado para atender algo em todas as horas do dia”.O maior perigo com estar ocupado que nem louco é que podem existir perigos que você nunca teve tempo de considerar.

“Super ocupado” não significa que você seja um cristão fiel ou frutífero. Só quer dizer que você está ocupado, como todo mundo. E, como todo mundo, a sua alegria, o seu coração, a sua alma estão em perigo. Precisamos da Palavra de Deus para nos libertar. Precisamos de sabedoria bíblica para nos endireitar. O que realmente necessitamos é que o grande médico cure nossas almas exageradamente agendadas.

Se apenas pudéssemos tirar tempo para uma consulta!

Kevin DeYoung

O segundo perigo é que essa ocupação desenfreada pode roubar o coração.

O semeador jogou a semente com liberalidade. Algumas sementes caíram à beira do caminho e as aves devoraram tudo. Algumas caíram em chão rochoso e brotaram rapidamente, mas murcharam com o calor do primeiro sol ardente. Algumas sementes caíram entre os espinhos que sufocaram sua frágil vida. Nesta parábola de Jesus, há uma clara progressão (Marcos 4.1–20). Em alguns corações, a Palavra de Deus nada faz. Satanás a tira, logo que acabou de ser plantada. Em outros corações, de início a Palavra cresce, mas desvanece tão depressa quanto cresceu. As perseguições e provações colocam o possível cristão fora de ação. Mas na terceira categoria de falta de sucesso no plantio, a Palavra penetra mais fundo. A planta brota, chega quase ao ponto de produzir fruto. Parece que a terra é boa. Vida nova aparentemente está formando raízes. Tudo está a caminho para uma boa colheita. Até que surgem os espinhos.

João Calvino disse que o coração humano é “uma espessa floresta de espinhos”. Jesus dá nome específico a dois deles. O primeiro ele chama de “os cuidados deste mundo” (Marcos 4.19).

Para a maioria de nós, não é a heresia ou apostasia que fazem nossa fé sair dos eixos. São as preocupações da vida. Você tem de consertar o carro. O aquecedor de água pifa. A criançada precisa ir ao médico. Você ainda não conseguiu fazer sua declaração de imposto de renda. Sua conta no banco está sem saldo. Você se atrasou em escrever notas de agradecimento. Você prometeu à sua mãe que iria para a casa dela dar um jeito de consertar a torneira. Você está atrasado no planejamento para seu casamento. O concurso ou seu exame da OAB está chegando. Tem de mandar imediatamente mais currículos. O prazo da sua dissertação de mestrado está se esgotando. O tanque está vazio. O gramado precisa ser aparado. As cortinas da casa não estão colocadas. A lavadora de roupa está sacudindo e fazendo um barulho assustador. Esta é a vida para a maioria de nós, e está sufocando nossa vida espiritual.

Um segundo espinho está relacionado ao primeiro. Jesus diz que a obra da Palavra é engolida pelo desejo por outras coisas. As coisas em si não são o problema. O problema é tudo que fazemos para obter essas coisas, cuidar delas e conseguir cada vez mais. Não é de admirar que as pessoas mais estressadas do planeta vivam nos países mais ricos? Casas de veraneio, barcos, pacotes de férias, investimentos, imóveis, motocicletas incrementadas, carro novo, casa nova, computador de última geração, novos vídeo games, nova maquiagem, novos DVDs, novos downloads, novo — tudo isso leva tempo. Ouvimos sermões sem conta sobre os perigos do dinheiro, mas o perigo verdadeiro vem depois que você gastou seu dinheiro. Uma vez que você seja o proprietário, tem de fazer a manutenção, mantê-lo trabalhando e ficar atento para as últimas melhorias. Se as preocupações na vida não nos afundam, a manutenção consegue fazer isso!

Jesus sabe do que está falando. Por mais que oremos contra o diabo e oremos pela igreja perseguida, no pensamento de Jesus a maior ameaça ao evangelho é a mera exaustão. A situação de estar ocupado demais mata mais cristãos do que balas. Quantos sermões perdem seu poder por causa de excessivas preparações de almoços ou jantares e jogos de futebol profissionais? Quantos momentos de dor são desperdiçados porque nunca paramos tempo suficiente para aprender com eles? Quantas vezes o culto particular e familiar foi esmagado por projetos de escola ou jogos de futebol? Precisamos guardar, vigiar o coração. A semente da Palavra de Deus não cresce para frutificação sem ser podada por repouso, calma e quietude.

Por mais agitada e frustrante que a vida moderna possa ser, os maiores perigos não são as inconveniências materiais ou temporais. Uma pessoa pode fazer trabalho físico por doze horas diárias, seis dias por semana, a vida inteira e não sofrer por isso. Na verdade, ele (ou ela) poderá ser mais saudável ao fazer isso. Mas se o esforço for mental — como é o caso da maioria dos empregos e para a maioria de nós — os efeitos negativos sobre o corpo poderão ser gigantescos. Assim, não ignore o perigo físico de estar ocupado demais. Mas lembre apenas que as ameaças mais sérias são os perigos espirituais. Quando estamos ocupados como loucos, colocamos em risco nossa alma. O desafio não é apenas fazer desaparecer alguns maus hábitos. O desafio é impedir que as nossas vidas espirituais desvaneçam. Os perigos são sérios e crescentes. Poucos entre nós estão tão seguros quanto pensamos.

O primeiro perigo é que estar ocupado demais pode estragar nossa alegria.

Esta é a ameaça espiritual mais imediata e óbvia. Como cristãos, nossas vidas deviam ser caracterizadas pela alegria (Filipenses 4.4), com sabor de alegria (Gálatas 5.22) e cheias da plenitude da alegria (João 15.11). Ocupação em demasia ataca tudo isso. Um estudo diz que pessoas que viajam diariamente a serviço experimentam maior nível de estresse do que pilotos de aviões de bombardeio ou policiais. É isso que estamos enfrentando. Quando nossa vida está frenética e desvairada, somos mais propensos à ansiedade, ressentimentos, impaciência e irritabilidade.

Enquanto eu trabalhava neste livro, pude perceber em meu interior um espírito melhorado. Não por meus escritos, mas pelo tempo de folga que recebi para fazer o trabalho de escrever. Durante aquelas semanas sem as pressões de viajar, reuniões e constante preparo de sermões, descobri estar mais paciente com meus filhos, mais atento e sensível para com minha esposa, mais disposto a ouvir de Deus. É óbvio que todo mundo tem semanas e meses em que tudo que pode dar errado, e dá mesmo errado. Nesses períodos teremos de lutar com força para ter alegria no meio de muita ocupação. Mas poucos de nós lutarão agora mesmo em prol da alegria da próxima semana, enfrentando os hábitos desnecessários de ocupação atarantada que tornam a maioria das semanas em infeliz perturbação.

Há muitos anos escutei uma entrevista com Richard Swenson, médico cristão, sobre o conceito de “margem”. Não existe nada singularmente cristão sobre a ideia em si; mas existe algo muito anticristão em ignorá-la. “Margem”, diz Swenson, “é o espaço entre nosso fardo e nossos limites”. Planejar com margem significa planejar para o não planejável. Quer dizer que entendemos o que é possível a nós, criaturas finitas, e então agendamos para menos que isso!

No ano que se passou, percebi que eu não planejara nenhuma margem em minhas semanas — na verdade, tenho uma margem reversa. Olho para a próxima semana e antes de surgir qualquer interrupção ou novas oportunidades ou empecilhos, já tenho ideia de como conseguir fazer tudo. Vejo o agendamento das reuniões, os sermões que terei de preparar, os e-mails que preciso escrever, os blogs que tenho de postar, os projetos que tenho de completar, as pessoas que tenho de atender, e calculo que, se tudo der certo, ou um pouco melhor do que esperado, consigo espremer tudo na agenda. Mas, claro, não existem semanas ideais, e acabo sem nenhuma margem para absorver as surpresas. Então, eu corro, me arraso, e ocupando-me loucamente, boto a mão na massa. É só isso que consigo fazer naquele momento, porque não planejei melhor semanas atrás.

A ocupação desenfreada é como o pecado: mate-o ou ele vai matar você. Todos nós caímos num molde previsível. Começamos a nos sentir sobrepujados por um ou dois grandes projetos. Depois ficamos arrasados com o desgaste e perdemos esperança de encontrar novamente a paz e juramos que temos de mudar as coisas. Aí, duas semanas mais tarde, a vida parece mais suportável e esquecemos o que juramos até que o ciclo se repita novamente. Não percebemos que o tempo todo temos sido uns desgraçados sem alegria, retrucando sem dó e sendo pessoalmente simpáticos tanto quanto um gato arredio. Quando a ocupação vai atrás da alegria, vai contra a alegria de todo mundo.
No programa CQC (Custe o Que Custar), transmitido nesse segunda-feira (16/07), os apresentadores satirizaram Demóstenes Torres quando ele, em um pronunciamento, justificou sua amizade com o bicheiro Carlos Cachoeira, dizendo que Jesus andou com Judas, e isso não fazia dele culpado de nada.

O apresentador Marcelo Tas comentou que o mandato de Senador de Demóstenes foi caçado e ele retornará a ser Procurador do estado ganhando em média de R$ 20.000,00. O outro apresentador Marco Luque ironizou: "Já pensou se Jesus voltasse a ser marceneiro? Além de uma cruz, usaríamos um calor com um serrote". Isso me levou a ruminar... E se Jesus voltasse a ser marceneiro? E se naquela noite no Getsemani ele não aguentasse a agonia da cruel morte certa vindoura, e desistisse? O que iria acontecer com a humanidade. Os que morreram esperando, os que creram naqueles tempos que ele é o Filho de Deus, e os que creriam no futuro?

Uso a mesma expressão que um amigo me disse uma vez: "Véi, sem Jesus nóis tava no sal". E estariamos mesmo. Me deterei a apenas duas hipóteses breves:

  • Seriamos Condenados:
Não há, nesse mundo, um justo si quer. Ninguém que pode satisfazer plenamente a vontade de Deus. Ninguém completamente santo (em atos, no consciente e no subconsciente, no desejo ou intenção). Todos pecaram e estavam afastados de Deus, mortos por suas transgressões. Não há ninguém que queira a Deus. A esse, o que era destinado era o condenação, um aniquilação constante e eterna. O pouco de paz e alegria que sentimos seria desfeita. Só existiria dor e sofrimento. Quem pode escapar dessa maldição, se não há ninguém que possa merecer uma salvação disso. Por mais que eu doe a minha vida pelo próximo, pra Deus, tudo é nojento, sem valor.

A unica salvação era um justo morrer pelos injustos. Ele precisaria ser homem, para que satisfizesse a justiça de Deus. Porém, nenhum homem era capaz de tal obra. Esse homem precisaria também ser Deus, para que fosse totalmente integro. Esse é Jesus. Metade homem, metade Deus. Mostrou a essência das coisas, foi a Palavra de Deus expressada em vida. O verbo encarnado. Porém, o feito mais importante seria na cruz, onde, se por meio de um homem (Adão) veio a condenação, por meio de um homem (Jesus) viria a salvação. Quando morresse, ele estaria levando todo escrito de dívida, tudo o que nos era negativo, o que era contra nós, e, por meio da sua ressurreição, ele estaria aniquilando de vez o poder do pecado. A morte. Portanto, quem cresse que Ele, Jesus Cristo era o Filho de Deus, e que é justificador, não precisaria mais apresentar sacrifícios de animais, nem suas obras mortas. O justo viverá pela fé. Fé que Jesus é o enviado de Deus para salvar o mundo. Crendo nisso, NADA nem NINGUÉM poderá nos culpar ou condenar, pois o próprio Deus, por meio do sacrifício de Jesus, nos declarou, não apenas "inocentes", mas JUSTOS.

  • Seriamos uma Máquina Auto-Destrutiva:
Ora, essa salvação não foi apenas da Ira de Deus. O amago do pecado foi a decisão do homem em ser "livre" e viver sem Deus. Uma vez fazendo isso, ele adoraria e obedeceria qualquer outra coisa que não fosse Deus. Esse ídolo poderia ser ele mesmo, outras pessoas, ou coisas. Ele seria então uma máquina de fazer coisas erradas. Por mais que quisesse, erraria o alvo (significado da palavra Pecado). Um rebelde de Deus. O pecado nos afastou então completamente de Deus. Deus estava irado conosco, nós nem queríamos saber dele. Jesus recebeu toda Ira de Deus que satisfez a justiça dEle. Agora era mudar o coração perverso, idólatra e insensato do homem. Todos os prazeres desse coração desconcertado seriam momentâneos. O homem pagaria muito caro por eles. Eles o destruiria aos poucos.

A ressurreição de Jesus não trouxe apenas vitória sobre a morte, mas uma Nova Vida. Agora um coração voltado a Deus, disposto a obedecer. Esse coração se transformará em um templo, onde o Espírito, que é o auxiliador, irá morar e reinar. O homem terá a oportunidade de escolher, de ser livre. Antes, mesmo achando que era livre, era preso a própria liberdade, fazendo-o distrair com tantas diversões na vida, que perderia sua vitalidade e energia, e no final, a vida. De monstro, o homem passou a ser Ser-Humano. Pensante, sensato e controlado. Não adaptado as ilusões e fantasias. Coisas momentâneas prejudiciais. Ele experimenta amor pleno, e vê plenitude de amor em tudo. Tudo vira motivos pra amar a Deus. Tudo é graça. Tudo é favor imerecido. Então esse homem passa a viver no constrangimento desse amor. Processualmente sendo santo, no progresso de ser como Jesus.

Jesus não voltou a sua antiga maneira de viver porque ele não considerava sua vida como preciosa. Havia um propósito central. Esse mesmo sentido foi repassado para nós, que fomos sobreabundados por esse amor. Conduzir pessoas a Deus.




Nós imaginamos muitos cenários. Nos preocupamos com muitas coisas que nunca acontecerão. Gosto da definição da preocupação com que me deparei recentemente:

Preocupação é o juro pago sobre um débito que talvez nunca venhamos a contrair.

Esta é uma definição que vale ser lembrada, uma vez que expõe a estupidez da preocupação.

Hoje é terça-feira, não quarta-feira.

Quanto da terça-feira você gastou imaginando? Não me refiro ao bom uso da imaginação: imaginando, sonhando, pensando em novas possibilidades. Refiro-me ao uso negativo da sua imaginação: mentalmente ensaiando circunstâncias difíceis ou estressantes de seu futuro do faz-de-conta. Você desperdiçou a terça-feira tentando “ensaiar” mentalmente o que seria enfrentar a sua previsão de quarta-feira?

Nos tornamos temerosos, sobrecarregados, sem nenhum divertimento ao redor, e terrivelmente ineficazes no presente quando tentamos viver a vida através de nossas imaginações. O que envolve essa dinâmica?

Há algumas semanas atrás fui caminhar com o meu amigo Toby. Falei com Toby sobre alguns de meus receios sobre o futuro com relação à minha família e meu trabalho. Expus os meus cenários e minhas previsões. Quanto mais eu falava das minhas previsões imaginadas, mais enrolado eu ficava. Toby percebeu isso e proferiu uma poderosa sentença:

Deus não nos dá a graça para nossas imaginações.

Toby me fez relembrar de um dos fundamentos do qual parecemos sempre esquecer.

Deus nos dá graça para hoje, graça para o que está diante de nós. Hoje é terça-feira. E hoje Deus nos deu o suprimento da graça que precisamos para navegar a terça-feira, 19 de junho de 2012. Mas hoje, terça-feira, Deus não nos deu a graça para lidar com a quarta-feira, ou as nossas imaginações sobre a quarta-feira.

Pare por um segundo. Por onde andou a sua imaginação por todo o dia? O que você tem imaginado sobre o amanhã, sobre a próxima semana, sobre o próximo ano? Essas imaginações te tornam pesado porque Deus não dá graça para sua imaginação. Ele não trabalha dessa forma. Na verdade, Ele trabalha da seguinte maneira:

Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia (Êxodo 16:4).

A graça de Deus é como o maná. Deus nos dá "a porção diária a cada dia." É por isso que Jesus nos ensinou a orar por nosso pão "de cada dia", e não pelo pão “da próxima semana".

Precisamos parar de ser como esquilos. Nós não precisamos estufar nossas bochechas com o maná de hoje, tentando ansiosamente armazenar energia para o cruel inverno desagradável que imaginamos estar chegando. Deus não nos dá a graça para a nossa imaginação, ele não nos dá a graça para a nossa perspectiva “esquilo” de vida.

Mas ouça a boa notícia: hoje Deus te deu a sua porção diária da graça. Você pode parar de desperdiçar terças-feiras com toda a sua imaginação e bochechas estufadas. Se você confiou em Cristo, você tem um Pai Soberano, que está sentado em um grande trono no céu, exercendo detalhada supervisão tanto sobre sua segunda quanto sobre sua terça-feira para que você possa dedicar sua total atenção para aquilo que ele te chamou para fazer hoje: terça-feira, 19 de junho de 2012.

Canalize sua imaginação. Pare de pagar juros sobre um débito que provavelmente jamais terá. Deixe de estufar suas bochechas – isto parece ridículo.


Tradução: Reforma&Razão
Editado: Evoluamente
Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos… Mas o que é importante não muda… a tua força e convicção não têm idade. O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada conquista, vem um novo desafio. Enquanto estiver viva, sinta-se viva. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas… Continue, quando todos esperam que desista. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala. Mas nunca se detenha”.

Madre Tereza de Calcutá

Nosso conceito de presença de Deus precisa ser mudado. Presença de Deus não é só a gente ficar arrepiado (enquanto desgraçado): se o culto está abençoado, todo mundo sente uns calafrios, arrepios - presença de Deus! Saem dali, a mulher dele é uma jararaca, ele uma cascavel, o filho uma cobrinha; ele todo cheio de tiques, escangalhado, arruinado, mordendo a língua, vai ter de tomar Valium 5 mg para dormir. Sentiu a presença de Deus. Quem sabe não era o ventilador? Ele se arrepiou, pensou que era Deus.

Presença de Deus implica saúde de Deus. Presença de Deus gera em recuperação de imagem e semelhança de Deus, de maneira nítida. Senão, essa presença de Deus é absolutamente irrelevante: presença de Deus que não muda o meu ser, que não salva a minha psique, que só tira a minha alma do inferno e não tira o inferno da minha alma; presença de Deus que não me tira o sentimento de culpa, que não afasta as obras mortas, passadas; presença de Deus não purifica a minha consciência, presença de Deus que não me converte ao meu filho e que não converte o meu filho a mim; presença de Deus que não me ensina a tratar minha mulher com condição de recuperar o respeito e amor que ela teve por mim e perdeu por causa da minha maneira desajeitada de ser crente; presença de Deus é essa?

Presença de Deus tem de implicar presença de Deus. Não é passagem de Deus, é um Deus que fica; não é um carteiro que entrega um recadinho e vai embora; é presença na vida de cada um de nós.

A igreja primitiva era esse lugar: da liberdade, da justiça da cura, da alegria, da celebração, da confissão, da disciplina, da aceitação.

Cáio Fábio 
(Livro: Novos Líderes Para Uma Nova Realidade)
 A Entrevista
Para que uma coisa ruim permaneça, é preciso que um lado bom saia disso. No programa Manha Maior (Canal Rede TV) estava entrevistando nessa quarta (22/06) As Pastoras Lanna Holder (A única mulher que já pregou até hoje no Congresso dos Gideões), e Rosania Rocha (Cantora evangélica) que se confessaram lésbicas, se casaram e agora abriram uma Igreja chamada (cidade de refúgio). O foco da entrevista era sobre a questão da vontade delas de pregarem na Parada Gay, porém, a conversa se iniciou com um breve relato de como tudo aconteceu.

Lanna Holder disse que as duas não queriam viver uma hipocrisia (ator; máscara; demonstrar alguém que na realidade não é). Então depois de várias polêmicas enquanto ao seu relacionamento diferenciado com a Cantora Rosanna, ela decidiu divorciar de seu companheiro – e Rosana da mesma forma – e se unirem.

Elas ainda permanecem “evangélicas” (não rebelaram não desviaram) apenas dizem viver uma verdade que hoje é mal interpretada por muitos. Essa idéia está baseada em um forçado, incontextualizado, incompleto e superficial entendimento de que Deus aceita todos, independente de cor, raça ou escolha sexual. Esse seria também o foco da pregação na Parada.

Alguém responsável pela Parada Gay também estava lá, e concordou com a opinião e acrescentou que esse seria um entendimento coerente que rompe a religiosidade.

 Invasão na Política, Classe Social, Cultura e crenças
Pois bem, essa realidade do homossexualismo tem invadido todas as classes, todos os estilos e tribos, chegando até a religião. Parece que ser “bi”, “homo”, ser afeminado está na moda – Como dizia Felipe Neto. Percebo que estamos vivendo em um momento de forçamento ao conformismo, mudando a lei aqui e ali tentando evitar conflitos de acusação por preconceito.

Então a igreja (institucional) com todas suas brechas doutrinárias fraca, que enche a mente do povo com mensagens de auto-ajuda, bajulação dizendo-os o quanto são especiais, que devem exigir seus direitos com Deus nunca expondo sua realidade fatal do pecado; pregando salvação como aquela que unicamente “tira a alma do inferno, mas não o inferno da almas” (direitos a Caio Fábio); sua liturgia mecanizada e tradicionalizada sem verdade nenhuma. Que vira cúmplice da hipocrisia do povo, por deixá-los tão apaixonados por sua auto-estima, que eles têm que submeter a um fingimento de caráter – “Devo ser um Vencedor, não posso fracassar (devo pelo menos não demonstrar isso) O que vão pensar de mim?” –. Isso evita de haver uma confissão de quem realmente são ocorrendo assim o saneamento mental que só um relacionamento sadio pode acontecer. Ai o que vira é tudo isso que está acontecendo.

 A Verdadeira Realidade de Deus
Gente que a luz de Deus não brilhou para que convertam; para poder enxergar que são elas e quem é Deus; para que tenham vida e condição de poder escolher pelo melhor caminho. Mas elas tentam teologizar, estudar Deus numa perspectiva humana.

Deus se torna o pai aceitável, insensato, apaziguado. Aceita todas as tolices e bizarrices de seus filhos. Não regimenta nada. Um pamonha. Passa a mão na cabeça deles e diz: “Coitadinho deles, vou perdoá-los e aceitar do jeito que são, humanos; nasceram assim, morreram assim.” Poxa, como Deus nos ama.

Se ele nos ama de verdade, não permitirá que seus filhos permaneçam no erro. Não são bem assim as coisas. Deus te aceita sim, com todos seus defeitos, vícios, doenças, moralidade inútil; mas aceita para tratar, para mudar, para “re-criar”. Fomos criados homem e mulher, e estes feitos um para o outro. O que foge disso necessita de uma recriação, importa que este nasça outra vez, nasça de novo.

 Avaliação Bíblica
Observando as Escrituras, percebemos um Deus que abomina a pratica homossexual, até porque, como disse anteriormente, ele não criou ninguém assim, então não é bom.
  •  Em Romanos 1 demonstra a Ira de Deus contra a Humanidade revelando no V. 24 - 25 que ele ”os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira” Essa reflexão se torna exemplificada citando a homossexualidade nos próximos versículo. “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixões uns pelos outros.” (V. 26-27)
  •  Vemos em pelos menos duas cartas de Paulo aconselhamentos para gente solteira e casada. O conselho para os solteiros é para que permaneçam assim, vencendo as paixões da carne e vivendo uma vida integralmente para Deus. Para os casados, que o homem ame sua mulher com Cristo ama a Igreja, e para que a mulher se submeta a ele. O casamento simboliza a Vinda de Jesus, que se casará com sua noiva. Percebemos que não existe um aconselhamento para pessoas casadas do mesmo sexo. Não existe no ambiente divino.
  •  Existem várias advertências sobre o pecado envolvendo quase sempre a impureza sexual. Em uma delas em especial a esse assunto, nos chama a atenção. Está na “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10)

 O Papel da Igreja
Temos um pedido e Deus a não nos conformarmos segundo o curso deste mundo. Não é porque o mundo está assim que vamos então moldar a igreja para aceitar tal prática. Vamos amá-los unilateralmente, pois é próximo, e necessita extremamente como todos nós se ser alcançado pela graça de Deus. Por amá-los, vamos denunciar sua prática expondo-o a Cristo.

De fato não é fácil vencer algo pelo qual você era viciado e fez toda vida. Mas quando estamos em Cristo, ele nos dá a liberdade de escolha, a condição de poder vencer. Vencer o diabo, o mundo e a prática pecaminosa. A pessoa que servia aos desejos da carne que eram contrários à sua própria natureza deve lutar com todas suas forças contra isso. Se um destes nos afirmar que não dá conta que é difícil, vamos perguntá-lo a mesma pergunta que serve para todos. Quem você ama mais, a Jesus ou seus desejos pecaminosos que o desagrada?

Mesmo que este continue gostando de pessoas do mesmo sexo, então que ela não se entregue a isso por amor a Jesus. Ele dará a força necessária para isso. Se deleitar e meditar em Cristo renova a mente. É difícil, pois é como andar contrário a uma correnteza, mas no final vamos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.

Deus está com os braços estendidos a nós que carecemos de sua graça. Pau que nasce torto, nunca se direita. Por isso, Jesus o recria e faz nascer outra vez para nunca mais se entortar. O que é impossível para os homens, é possível para Deus  (Lc 18:27)

Pregar o Evangelho com palavras e com a dedicação de quem vive apenas para fazê-lo, é como a existência de um cozinheiro, cujos elementos usados para cozinhar são encontrados apenas no jardim/pomar da Palavra que esteja plantada em seu coração.

Encontrados os elementos, o cozinheiro os põe nas panelas de seu ser para preparar. Uma vez que tudo esteja pronto nele/panela, ele, que é também o Chef, prova antes em si mesmo, e, estando bom, ele serve aos demais.

O problema é o pregador Fastfood. Ele compra pronto, encomenda, pede no Delivery. Tem que viver fazendo promoções. Assim, o negócio da vida dele passa ser o de dono de restaurante de franquias consagradas.

Pregador! Seja uma pregamor! Sirva apenas o que for comida verdadeira em seu próprio coração, alimento plantado nele, colhido nele, e preparado por você, em você, para você; e, depois, só depois, para os outros; aos quais você servirá com alegria de um servo que se apresenta diante do Rei com os melhores e mais excelentes pratos, tanto em sabores quanto na saúde de seus conteúdos.

Caio Fábio
caiofabio.net

O movimento pentecostal hoje tem "afetado" a maioria das igrejas do mundo. São conhecidas pela busca do poder espiritual. São conhecidos também por sua rígida e dogmática doutrina. Mas será que essa busca pelo Espírito, pelo seu poder e unção é errada. Não, até porque o Ap. Paulo disse que devemos nos encher dele. O problema são  pessoas buscarem esse poder para terem vida, para continuarem firmes e continuar vencendo mundo.

Ao contrário no que diz a Bíblia, a unção funciona como envio, direção e decisão do Espírito; convicção, ousadia e fé. Ela em si mesma não traz vida, pois ela é algo momentâneo e rápido. É só o cara lá gritar no microfone e o negócio desce. Por isso que vemos tantas igrejas dessas crescendo. A todo o momento aparecem sanguessugas precisando de mais, mais, mais. Pulam de uma igreja a outra querendo mais.

Pode haver uma igreja cheia de gente que se enchem da unção, ficam alegres, com paz, são curadas e libertadas, porém, momentaneamente. Depois de um tempo, vão voltar esses mesmos problemas. Continuam vazias, feridas, cheio de ódio e pecado no coração. Sua natureza não é mudada. Nem existe um incentivo a isso. A unção se torna um produto pirata da vida de Deus. Apresentam uma natureza mudada, porém disfarçada e forçada. Por isso que precisa de tanta lei e maldição, pois a própria unção não tem essa poder de mudança.

Se eles se alimentassem de Jesus a história seria outra. Não teriam mais essa sede. Quem come e bebe dEle, tem Vida, e esta Verdadeira. Quem experimenta de Jesus começa a ser mudado aos poucos interno e externamente (2CO 3:18). Ele absorver a sua Palavra, seu Amor, Misericórdia, Compaixão, Toda disposição de obediência. Retém o que não é vaidade, orgulho e o que dura apenas pra essa vida. Depende de Deus. Torna-se igual no sentido de amar, na vontade de se encher de Deus e no renovo da mente . Caminha na Verdade sem pressão nenhuma de lei ou maldição, apenas é "constrangidos pelo o Amor (Leia + Aqui)". Se pregarem esse Jesus, irão perder o controle do povo.

Se essas igrejas apresentarem esse Jesus todo-satisfatório, que é a essência de Tudo, pelo qual se converge todas as coisas, elas perderão membros. Isso aconteceu, quando Jesus se expos aos seus "discípulos" que o acompanhavam como exatamente o Pão da Vida, A Verdadeira Comida (então existe a pirata), e vários destes discípulos o deixaram. Porque o deixaram? O interesse deles não era Jesus, a natureza humana gosta de Deus. Parece que é do Espírito, mas não é.

} Quando se torna apenas Emoção?

Essa unção é evidenciada a nós só através dos manifestos exuberantes. São os gritos, as palmas, os pulinhos, línguas estranhas, os desmaios, e toda essa coisa ai que realmente acontece quando se enche do Espírito, mas não todas às vezes. Muita emoção aflorando figuração de enchimento.

O Verdadeiro enchimento resulta em nos desfazer das obras da carne, e nos encher dos que são divinos que é o Amor, a Paciência, o Domínio próprio e outros mais descritos na Carta de Paulo enviada aos Gálatas.

Se você tem sede dessa graça, desse amor, peça a Deus e ele lhe dará a Fonte da Vida (Ap 21:6). Não é o que Ele pode produzir (Vida), mas ele lhe dará o próprio Jesus (Fonte).

Vocês gostam mesmo é de um carrasco, é de um pastor "barganhando" ali, metendo bronca, "atoxando" um "tarugo de etú" em vocês, um supositório de elefante; mas ao amor de Deus, quase ninguém. Você começa a falar da bondade de Deus, o cara vai ficando preguiçoso, relaxado. Quando mais amor de Deus, mais desleixo. É sinal que agente não converteu, porque gente que conheceu o evangelho funciona diferente.

Olha, não tem nada no inferno que me faça tomar um compromisso com Deus. Eu tive medo do inferno em pouco tempo na minha vida. Assim quando eu me converti o inferno ainda "pintava fogo" em mim. Chegou uma hora que Jesus crescer cresceu e cresceu que céu e inferno se tornaram a mesma coisa, trevas e luz sumiram, ficou só Jesus. Jesus é o paraíso, é a vida eterna. Com Jesus é céu, sem ele é o inferno.

E aí, o amor de Cristo te constrange. Literalmente a expressão grega é "diarréia". O amor de Jesus entra, é um “Activia”. Cara, você não se segura mais! Gera diarréia. Você já conheceu o poder de uma diarréia. Ela bota agente em movimento na hora. O cara interrompe o Presidente da República. - "Olha, com licença seu Presidente...". É exatamente o que o evangelho teria que fazer com agente. Gerar essa diarréia impulsional e incontrolável. E são esses que transtornaram o mundo e chegaram até nós.

Agora, nós entramos numa que não queremos transtornar nada. O nosso chamado é pro TRANSTORNAMENTO, para a SUBVERSÃO. Nós pertencemos a um Reino que não tem nada haver com os valores dos reinos deste mundo dos poderes desta terra. Nós somos alienígenas de Deus nesse planeta, nossa pátria está no céu. Mais humanos que a humanidade porque nos parecemos com o Filho do Homem, porque a humanidade parece com tudo menos com um humano; o humano agente só vê em Jesus, a plenitude do humano.

Agora com isso eu te faço uma pergunta, o que você vai fazer em relação a isso?

Parte de uma mensagem pregada por Cáio Fábio, no 3º Encontro Caminho


Uma reportagem feita pela Rede Record, mostrou pequenas princesas que já demonstravam (ou pelo menos forçavam) ter talento e beleza para ser uma Miss Universo. Existe agora um concurso mirim em todo o mundo, e inclusive uma brasileira ganhou o concurso mundial.

O fato é que estamos cada dia mais precoces. Vemos a história do jogador Neymar, um menino prodígio do Futebol chegando a carreira profissional aos 17 anos e ganhando o coração da torcida e dos amantes do futebol. Recentemente saiu na integra a notícia de que ele vai ser PAI!

Quais prejuízos acorrem por ser bem mais a frente do que sua idade? A resposta está na própria pergunta. Você começa a viver coisas que na sua idade não eram para serem vividas.

Meninas já em um concurso de Miss Universo trazem uma pressão em ser a Melhor, fazendo-a pular etapas fundamentais para a vida, exigindo dela não apenas algumas ações que ultrapassa seu limite de idade, mas também influenciam em seu tempo. Ela deve viver diferente das meninas "normais". O tempo em que elas poderiam estar usando para investir para os estudos, para brincar e buscar um entretenimento sadio com a família, ela já está sob uma competição que é prejudicial à sua formação.

Veja com mais detalhes o desabafo de Ashley, quem viveu na carne o desafio de ser "A MELHOR" nesse vídeo:


Quando procuramos a santificação (a luta por santidade e contra o pecado - lutamos com instrumentos do evangelho, e o fazemos, talvez, de um modo diferente do que já havíamos feito. Em nossas próprias lutas, em nosso aconselhamento e (para alguns de nós) em nossa pregação, compreendemos que o poder do evangelho para transformar-nos em pessoas radicalmente amáveis não está apenas em sermos perdoados ou considerados justos, mas também em vermos e experimentarmos a glória de Cristo, no evangelho.

Elevaremos 2Coríntios 3:18 a uma posição de importância suprema em nossa busca prática por amor e justiça, "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplamos, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito."

Em outras palavras, a luta por nos tornamos semelhantes a Cristo será, como nunca antes, uma luta por vermos e experimentarmos a Jesus Cristo. Quando, por exemplo, tentarmos ajudar um adolescente a triunfar sobre a pornografia, trabalharemos e oraremos para ajudá-lo a ver e experimentar a glória de Cristo. Não usaremos meramente sistemas de prestação de contas, filtros e argumentações humanas. Procuraremos saturar-lhe a mente e o coração com a visão encantadora do Cristo todo-satisfatório. Não admitiremos que isto seja fácil.

Recordaremos que o deus (Satanás) deste mundo quer cegar nossa mente, para que não vejamos a luz do evangelho da glória de Cristo (2 Co 4:4). Mas agora sabemos onde a batalha tem de ser travada, Tem de ser travada no nível da visão espiritual. Este é o caminho da liberdade do evangelho e do amor radical semelhante ao de Cristo.

Título original: O Poder Transformador da Glória de Cristo no Evangelho
Livro: Deus é o Evangelho - John Piper

As meninas abandonaram as bonecas. Cada vez mais cedo elas querem ir ao salão de beleza, dar o primeiro beijo, sair para a danceteria, colocar um salto alto.

Ao entrar na preadolescência, entre 10 e 12 anos, já se consideram adultas o suficiente para namorar e usar maquiagem. E a mudança vem acompanhada da transformação do corpo: pesquisas realizadas na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil mostram que a idade média da menarca (a primeira menstruação), que no começo do século 20 acontecia entre os 14 e 15 anos, hoje ocorre entre os 10 e 11 anos. O problema é que em tempos de popularização das redes sociais na internet, essas crianças acabam ficando expostas e vulneráveis a vários tipos de aproximação e elas nem sabem do perigo que correm.

“A erotização precoce vem sendo observada há algum tempo na nossa sociedade. De um lado, uma sociedade que valoriza a beleza acima de tudo, a busca pela fama, a necessidade de se mostrar para o mundo, de ser visto e aceito. Do outro, a descoberta do corpo, que antes era feita entre quatro paredes ou no máximo com as amiguinhas no banheiro da escola, agora acontece na internet”, explica a pedagoga Danielle Lourenço, autora do site “Tecnologia responsável”.

A mesma teoria tem o professor Yves de La Taille, pesquisador do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade da Universidade de São Paulo (USP). “As meninas vivem atualmente a ‘cultura da vaidade’, valorizando o ‘ter’ ao invés do ‘ser’. Isso afeta o processo de maturidade. A ‘invisibilidade’, que é terrível na cultura da vaidade, acaba sendo combatida com a superexposição na rede”, avalia o professor.

Mas ao publicar fotos na rede, muitas delas com poses sensuais, elas ficam vulneráveis à aproximação de adultos que nem sempre têm boas intenções com elas.

“Ao colocar uma roupa mais ousada, uma maquiagem mais forte ou uma pose mais ousada para a câmera, simulando as imagens eróticas que elas veem nas revistas, as crianças acabam provocando esses adultos, pois se mostram mais abertas para eles”, diz Danielle. “Conheço o caso de uma menina de 11 anos que estava num bate-papo na internet e foi até a sala pedir uma foto de biquíni para a mãe. A mãe questionou e ela respondeu, inocentemente ‘meu amigo quer me ver de biquíni. Ele disse que está cansado de me ver de roupa’. A mãe foi até o computador e viu que o tal ‘amigo’ tinha 25 anos. Ela teve sorte de a filha ter pedido ajuda, pois muitas crianças acabam mandando a foto sem falar com os pais, pois desconhecem as consequências”, conta Danielle.

Para evitar situações assim, é importante que pais e mães se envolvam na vida dos filhos. “A identidade virtual tem importância de 50% para os adolescentes, a outra metade é identidade social. Hoje os pais pouco interferem na vida social e escolar dos filhos. Mas é importante que olhem as fotos antes que as crianças postem e que ensinem que o que não é correto fazer no mundo real também não o é no mundo virtual”, conclui.

Fonte: Folha Universal
"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos"
(Mateus 24.12)
Perceba que tudo começa, e tudo termina pela Falta de Amor.

A Falta de Amor das pessoas do colégio no Rio trouxe mágoa e desejo de vingança ao ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira que, extremamente, com Falta de Amor, matou quem viu pela frente e nem mesmo poupou a própria vida. Depois de todo acontecido, a Falta de Amor trouxe o desejo de vingança para quase 200.000 brasileiros que participam agora de uma comunidade no orkut, almejando que ele arda no Inferno. Dai começa tudo outra vez. Em essência, somos todos ASSASSINOS. Somos Maus!

Oremos pelas famílias, cujo as crianças foram tiradas tragicamente. Oremos também para que Deus nos mude, porque temos um coração assassino.

A cada dia me surpreendo com os caminhos pelos quais os homens tem trajado a busca da alegria e satisfação, ou talvez uma fuga de seus sofrimentos. Ainda que cientes das consequências, a dolorosa sede de seus corações os levam a procura por algo que distrai, mesmo que seja por um momento. O mais surpreedente ainda não é isso, mas o orgulho de viver assim.






"ACORDA ALICE, O SONHO ACABOU!" 

É nessas horas que vale a pena refletir no que valeu tanta correria, tanto dinheiro, tanta energia. Valeu se arriscar tanto, se ousar tanto. Dentre de toda verdade, um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) é bem mais expressivo.

"Carnaval! Empolgante Carnaval!
Festa vibrante!Festa colossal!

Festa de todos: de plebeus e nobres,
Que iguala, nas paixões, ricos e pobres.
Festa de esquecimento do passado,
De térreo paraíso simulado...

Falsa resposta à voz do coração
De quem não frui de Deus comunhão,
Festa da carne em gozo desbragado,
Festa pagã de um povo batizado,

Festa provinda de nações latinas
Que se afastaram das lições divinas.
Ressurreição das velhas bacanais,
Das torpes lupercais, das saturnais

Reino de Momo, de comédias cheio,
De excessos em canções e revolteio,
De esgares, de licença e hilaridade,
De instintos animais em liberdade!

Festa que encerra o culto sedutor
De Vênus impúdica em seu fulgor.
Festa malsã, de Cristo a negação,
Do "Dia do Senhor" profanação.

Carnaval!Estonteante Carnaval!
Desenvoltura quase universal!

Loucura coletiva e transitória,
Deixa do prazer lembrança inglória,
Festa querida, do caminho largo,
De início doce, mas de fim amargo...

Festa de baile e vinho capitoso,
Que morde como ofídio venenoso,
Que tira do homem sério o nobre porte,
E gera o vício, o crime, a dor e a morte.

Carnaval!Vitando Carnaval!
Festa sem Deus!Repúdio da moral!
Festa de intemperança e gasto insano!
Trégua assombrosa do pudor humano,

Que solta a humana besta no seu pasto:
O sensualismo aberto mais nefasto!
Festas que volve às danças do selvagem
E do africano, em fúria, lembra a imagem,

Que confunde licença e liberdade
Nos aconchegos da promiscuidade
Sem lei, sem norma, sem qualquer medida,
Onde a incauta inocência é seduzida,

Onde a mulher, às vezes, perde o siso
E o cavalheiro austero o são juízo;
Onde formosas damas, pela ruas,
Exibem, saltitando, as formas suas,

E no passo convulso e bamboleante,
Em requebros de dança extravagante,
Ouvem, no "frevo" , as chufas e os ditados
Picantes, de homens quase alucinados,

De foliões audazes, perigosos,
Alguns embriagados, furiosos!
Muitos, tirando a máscara, em tais dias,
Revelam, nessas loucas alegrias,

A vida que levaram mascarados
Com a máscara dos homens recatados...
Carnaval!Perigoso Carnaval!
Que grande festa e que tremendo mal!

Brasil gigante, atenção! Atenção!
O Carnaval é festa de pagão!
Repele-o! Que te traz só dor e morte!
Repele-o! E inspira em Deus a tua sorte."

É crucial considerarmos isto. Muitas pessoas parecem receber boas-novas sem receber a Deus. Não existe uma evidência segura de que temos um novo coração, se tão-somente desejamos escapar do inferno. Este é um desejo completamente natural, e não um desejo sobrenatural.

Não é necessário alguém ter um coração novo para querer o alívio psicológico do perdão, da remoção da ira de Deus ou da herança no mundo de Deus. Todas estas coisas são compreensíveis sem qualquer mudança espiritual. Você não precisa ser nascido de novo para querer estas coisas.

Não é errado querê-las. De fato, é loucura não desejar tê-las. Mas a evidência de que fomos mudados é desejarmos estas coisas por que ele nos conduzem ao gozo de Deus.

Está é a maior razão pela qual Cristo morreu. É o maior bem na boas-novas. Por que é assim? Porque fomos criados para experimentar felicidade completa e duradoura que resulta de vermos e experimentarmos a glória de Deus. Se a nossa melhor satisfação vem de algo aquém disso, somos idolatras, e Deus é desonrado. Ele nos criou de tal modo que sua glória é manifestada por meio do gozo que temos nela.

O evangelho de Cristo é a boa notícia de que, ao custo de seu próprio Filho, Deus fez tudo que era necessário para cativar-nos com aquilo que nos tornará eterna e incessantemente felizes - ou seja, Ele mesmo.

John Piper
- Deus É O Evangelho