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A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. 

Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. 

Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

Augustus Nicodemus

Já dizia um bom sábio que todo homem é religioso, mesmo não acreditando em nenhuma. O próprio ato de não crer já o catapulta a ter uma crença, a de não crer, formando sua doutrina e e forma de viver.

Em uma roda de amigos é notável a diferença de idéias sobre Deus. Em resumo a maioria tem a mesma concepção de que Deus é igual os 'outros deuses', onde é necessário um sacrifício, uma sequência ou uma forma especial, uma dedicação, um ritual pra que ele atenda, responda. Nem mesmo no Antigo Testamento onde ele exigira sacrifícios para remissão dos pecados do povo demonstrava de fato que Deus queria isso. 
"Que me importam os vossos inúmeros sacrifícios? Para que me trazeis tantos holocaustos? Eis que estou farto de sacrifícios queimados de carneiros e da gordura de novilhos cevados. Ora, não tenho nenhum prazer no sangue de novilhos, cordeiros e bodes!" Isaías 1:11
Percebo gente medindo as palavras com Deus como se ele fosse um deus nórdico com um cajado na mão pronto a enviar seus raios a quem não obedecer. Muito pelo contrário. Ele deseja que nossa oração seja sincera, singela, simples. Ele nunca ouviu palavras mas sempre coração. 

Ainda assim, tem o Espírito que "nos auxilia em nossa fraqueza; porque não sabemos como orar, no entanto, o próprio Espírito intercede por nós com gemidos impossíveis de serem expressos por meio de palavras." (Rm 8:26). É como se ele filtrasse as nossas palavras e levasse a Deus.

Portanto. Relaxa! Não se preocupe da maneira, das palavras, da forma que você está se vestido ou nú, se no quarto ou na rua. Ele espera os que fazem em espírito e em verdade.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra pregar, leio-a pra mim mesmo, preciso!

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra encontrar justificativas contra os que NÃO a leem. Leio-a porque encontrei justificativas pra mim.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra confrontar que NÃO crê nela. Leio-a porque por que creio.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra provar algo pra alguém. Leio-a porque provei e gostei.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia Pra pregar contra pecadores. Leio-a porque sou um pecador.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra acusar alguém. Leio-a por que sou acusado.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia pra construir uma defesa doutrinária. Leio-a pra me reconstruir.

• Faz tempo que NÃO leio a Bíblia com uma só lente. Leio-a com lentes diferentes cada dia.

Pior que NÃO ler a Bíblia é lê-la com uma única lente todas as vezes que a lê. Se a Bíblia é Palavra Viva, é viva todos os dias, portanto, lê-la com olhos contemporâneos é sábio.


A Bíblia não fala muito sobre a aparência de Jesus. Isso deu liberdade para que artistas construíssem a imagem de Cristo de acordo com suas próprias interpretações. Os do Renascimento, por exemplo, desenhavam Jesus à imagem e semelhança dos nobres do norte da Itália. E essa foi a imagem que ficou.

Ok. Mas vamos à ciência: esqueletos de judeus do século 1 indicam que a altura média deles era de mais ou menos 1,55 m. E que a maioria não pesava muito mais do que 50 quilos. Então o físico de Jesus estaria dentro dessa faixa. E mesmo se fosse bem alto para a época, com 1,65 m, por exemplo, ainda seria pequeno para os padrões de hoje. Determinar o rosto é mais difícil. Mas uma equipe de pesquisadores britânicos liderada por Richard Neave, um especialista em ciência forense, conseguiu uma aproximação boa. Usando como base três crânios do século 1, eles lançaram mão de softwares de modelagem 3D para determinar qual seria o formato do nariz, dos olhos, da boca... enfim, do rosto de um adulto típico da época. O resultado foi uma face parecida com a do retrato que abre esta reportagem. Não que aquilo seja de fato o rosto de Cristo. Mas que se trata de uma aproximação cientificamente confiável, se trata.

Quanto à cor da pele, a hipótese mais provável é que fosse morena, como era, e continua sendo, a da maior parte das pessoas no Oriente Médio. E como seria a de praticamente qualquer um que passasse a vida toda ao ar livre naquele calor de lascar. Bom, sobre o cabelo dele quem dá a maior pista é a própria Bíblia. No livro 1 Coríntios, Paulo diz que "cabelo comprido é uma desonra para o homem". O maior divulgador do cristianismo no século 1 provavelmente não diria isso se Jesus tivesse sido notório pela cabeleira. Na verdade, as primeiras representações conhecidas de Cristo, feitas no século 3, mostram um Jesus de cabelo curto. E sem barba, até. "A ideia era mostrar que se tratava de um jovem", diz Chevitarese. A inspiração desses artistas eram as esculturas de Apolo e Orfeu, deuses gregos também retratados como jovens imberbes. Por volta do século 5, essa primeira imagem de um Jesus jovial e imberbe perdeu espaço para uma outra, em que ele está de barba e cabelos longos e escuros.

Esse Jesus moreno e barbudo surgiu no Império Bizantino e é conhecido como Cristo Pantocrator ("todo poderoso" em grego). "Os bizantinos começam a atribuir à figura de Jesus um caráter de invencível. E essa representação de alguma forma coincidia com as que eles faziam dos próprios imperadores bizantinos", diz Chevitarese.

Os renascentistas, depois, também fariam um Jesus à imagem e semelhança das pessoas que conheciam, e que achavam mais bonitas. Daí a pele clara, os cabelo dourado e os olhos azuis. Nas últimas décadas, porém, artistas (e cineastas) têm se esforçado para não representar Jesus como um nórdico. Em A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson, o protagonista Jim Caviezel chegou a ter os seus olhos azuis transformados em castanhos. Mas ainda falta um filme realista para valer nesse quesito.


Não se preocupe com Deus. Ele cuida de Si mesmo. Ele se defende. Ele é maior de idade. Não se angustie por Deus. Ele não se transtorna e nem se abala. Não defenda Deus. Se Ele não defender a Si mesmo, por que haverá você de fazê-lo? Você tem melhores argumentos?

Não se aflija em fazer Deus compreensível. Isto não é possível. Ele revela a Si mesmo ou nada é discernido. Fale de Deus como Ele fala de Si mesmo. Fale de Jesus como Jesus falou de Si mesmo. Fale do Evangelho como ele fala em si mesmo.

Nunca discurse Deus. É obra de artífice de ídolos de linguagem. Nunca filosofe Deus. É a louca-loucura dos sábios, que é a maior insensatez para Deus. Nunca doutrine sobre Deus. É melhor oferecer bula de remédio a um doente analfabeto.

Confie sempre na verdade. Ela é invencível. Confie sempre no amor. Ele é de Deus; pois Deus é amor. Confie sempre que a paz é a melhor arma e a melhor defesa. Creia simples e tudo será maravilhoso. Creia complexo e você jamais terá alegria. Creia, apenas creia, e tudo passará a ser possível.

Mas, sobretudo, seja sincero com Deus e com você mesmo, pois, sem isso, nada acima é verdade.

Caio Fábio

As vezes nos deparamos com essas palavras difíceis de entender. Pesquisamos nos dicionários, perguntamos pessoas e o que temos é um significado literal ou superficial do assunto. Isso chega até a ajudar em alguns casos, porém, em outros nos atrapalha a compreender o que essa palavra, em essência existencial quer dizer.

A Palavra 'Torpe' é mencionado por Paulo de Tarso em uma das suas cartas, essa destinada aos cristãos que morava na cidade de Colossos.
"Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca." - Cl 3:8
A sentido superficial significa Xingamento, ou Palavrão. Qualquer que seja a palavra, essa não deve ser mencionada. A sentindo literal significa "Característica do que é indecente, que causa vergonha." (via).

É possível falar um Palavrão e mesmo assim não dizer uma Palavra Torpe?

Sim! A palavra torpe, ao contrário dos que os cristãos conservadores ditam, não é o palavrão ou xingamento em si, mas a intensão de ofender, denigrir, diminuir uma pessoa. Ao aprofundarmos um pouco, entendendo o cerne inicial da palavra nos dará verdadeiro sentido, contextual e essencial. Procurando em outros dicionários vamos encontrar que Torpe significa: "Capaz de entorpecer"; "Desonesto, vergonhoso"; "Interesseiro".

O problema de uma palavra torpe é a energia negativa que ela carrega consigo. O bullyng é um dos exemplos. Tenho amigo que tem os dentes grandes. Eu o apelidei de vários nomes, porém, o mais "inofencivo" trazia mais "prejuízo" a ele (Coelho). Isso se tornou torpe. Quem já não ouviu alguém ao ver uma criança que dá muito trabalho dizer: "Essa criança é uma benção!"?. A palavra: Uma das mais puras que existe. A intensão: Dizer de forma sarcasta que a criança é na verdade uma maldição. 

A psicologia entende que o ato de xingar é um descarregamento da raiva. Quem já bateu o dedinho numa quina sabe do que estou falando. A menos que você seja um monge, descarregar a alma, seja em grito ou choro é lavar a alma. Guardar mágoa, tristeza e raiva nunca será bom. 

Há pessoas que tem o hábito de dizer palavrões sem a intensão de ofender. Pessoas próximas a todo tempo fazem isso. O xingamento está sujeito a interpretações. Existe por acaso algum livro que pontue quais palavras são Palavrão? "Rapariga" aqui no Brasil está relacionada a mulheres de má estima, mas em Portugal significa apenas "Garota, menina". Alguns palavrões que usamos tem apenas o motivo de intensificar uma expressão. A palavra porra, por exemplo, está junta a algum tipo de indignação. A palavra foda-se, ou foder, ou foda tem um significado relacionado a erotização, mas na maioria das vezes é colocado para expressar algo muito ruim, ou muito bom, dependendo do contexto. 

Quem entender o que estou dizendo verá que não abri o caminho para que pessoas xinguem, mas na verdade estreitei-o mais ainda, pois até uma palavra inofensiva pode entorpecer. O mandamento sempre foi e será o Amor. O Paulo sempre presou o relacionamento. O palavrão pode significar um grau elevado de intimidade, mas fique atento a reação da pessoa. O único juiz é a sua consciência. Você saberá se o ambiente ou as pessoas que estão ao seu redor será propícios para algumas palavras que podem usar.




Ah! A Páscoa está chegando! Feriado prolongado, ovos de chocolate deliciosos - e cada vez mais caros - e filme de Jesus em quase todos os canais. Sim, a séculos temos comemorado assim essa data, porém sabemos como surgiu a pascoa? Quem a criou? Algumas já sabem, mas, o que Jesus tem haver com ela?

A Páscoa surge no tempo em que Moisés tentava salvar o povo de Israel do Egito e está descrita em Êxodo 12: 1-13. Segue abaixo:
Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas, disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
Onde Jesus entra nessa história?

O Antigo Testamento, apesar que muitos não entenderem isso, é apenas analogia, uma seta que direcionava a Jesus. Conseqüentemente, a Páscoa deve indicá-lo e talvez seja a mais evidente descrita nas Escrituras, pela referência ao Cordeiro, já simbolizado uma vez na história de Abraão ao qual foi o sacrifício substitutivo por Deus e por Jesus ter sido morto na Páscoa.

A consumação do símbolo acontece nele quando um Cordeiro deveria ser imolado para que a morte se desviasse deles. Essa foi a ultima praga que libertou o povo de Israel levando-os em direção a terra prometida. Da mesma forma, Jesus foi o sacrifício propiciatório onde a morte se desviou de nós atingindo ele. É mais ou menos aquela cena de filme onde alguém atira e o outro entra na frente. Aquele que crer, a ira de Deus (morte) seria desviada no Cordeiro, o primogênito de Deus, para que recebessemos liberdade e fosse transportados para a Terra Prometida.

O mais interessante é que esta festa se transformou em um mandamento.
"Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua." - Êxodo 12, 14
E, voltando nossa máquina do tempo a Jesus, durante a Ceia, vemos a cena de Jesus partindo o pão e o vinho, simbolizando seu corpo e sangue que seria rasgado e derramado em prol da salvação dos que iriam crer e termina dizendo que isso deveria ser feito sempre, em memória dele, para que não esquecessem que Deus os salvou.

Concluindo. A Páscoa e a Semana Santa não tem nada haver com nossa cultura consumista de Ovos de Chocolate - apesar de muito bom - , e nem com a cultura religiosa fazendo abstenção de carne bovina e suiná. Tem haver com Jesus e o seu sacrifício. Por tanto desse dia, ao partir do pão, ou mesmo do Ovo de Pascoa, lembre-se que:
"Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças; contudo nós o consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido.Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós." - Profecia de Isaías.
Vamos ser brutalmente honestos: muitos dos ensinamentos de Jesus estão completamente dessincronizados das convenções que dominam nossa cultura.

Estou falando, é claro, sobre o Jesus que encontramos na Escritura, não o personagem de livro de colorir, sempre-gentil, nunca-severo, supertolerante, que existe somente na imaginação popular. O Jesus verdadeiro não era um clérigo domesticado, com colarinho engomado e modos gentis; ele era um Profeta corajoso e incorruptível, que desafiava regularmente os padrões do politicamente correto.

Considere o relato do ministério público de Jesus apresentado no Novo Testamento. A primeira palavra de seu primeiro sermão foi “Arrependam-se!” – um tema que não era mais bem-vindo e menos incômodo que é hoje. O primeiro ato de seu ministério público deu início a uma pequena desordem. Ele fez um chicote de cordas e perseguiu os cambistas e mercadores de animais pelos pátios do Templo. Isto iniciou um conflito de três anos com os líderes religiosos mais distintos da sociedade. No final, eles o entregaram às autoridades romanas para crucificação, enquanto multidões de leigos aplaudiam.

Jesus foi clara, deliberada e dogmaticamente contracultural em quase todos os sentidos. Não surpreende que a aristocracia religiosa e acadêmica fosse tão hostil a ele.

Jesus receberia boas-vindas mais amigáveis dos líderes religiosos mundiais, da elite midiática, ou a nobreza política hoje? Alguém que tenha considerado seriamente o Novo Testamento sabe bem que não. Nossa cultura se dedica ao pluralismo e tolerância; desdenha de toda afirmação de verdade absoluta ou exclusiva; convencida de que o amor a si mesmo é o maior amor de todos; satisfeita com o fato de que muitas pessoas são fundamentalmente boas; e desejando desesperadamente acreditar que cada um de nós é abençoado com uma chama da divindade.

Contra uma cultura assim, a mensagem de Jesus toca todas as notas dissonantes. Sempre-gentil, nunca-severo, super tolerante. Observe o registro bíblico. As palavras de Jesus estão cheias de exigências difíceis e avisos severos. Ele disse: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?” (Lucas 9.23-25). “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26).

Certa vez, uma inconcebível atrocidade romana tomou a vida de muitos peregrinos galileus que foram a Jerusalém para adorar. Pilatos, um governador romano, ordenou a seus homens que matassem alguns adoradores e então misturassem o sangue deles com os sacrifícios que eles estavam oferecendo. Enquanto a cidade ainda cambaleava graças a esse ofensivo desastre, uma torre caiu em um distrito próximo a Siloé, e instantaneamente tomou mais dezoito vidas.

Questionado sobre essas tragédias consecutivas, Jesus disse: “Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis “ (Lucas 13.2-5).

Ignorando as regras normais de bom gosto, tato e diplomacia, Jesus, com efeito, declarou que todos os seus ouvintes eram pecadores em necessidade de redenção. Então, como agora, era virtualmente garantido que essa mensagem ofenderia muitos – talvez muitíssimos – da audiência de Jesus.

Aqueles sem senso de culpa pessoal – incluindo a grande maioria dos líderes religiosos – foram, é claro, imediatamente ofendidos. Eles estavam convencidos de que eles eram bons o bastante para merecer o favor de Deus. Quem era esse homem para chamá-los ao arrependimento? Eles deram as costas em furiosa incredulidade.

Os únicos que não se ofenderam foram aqueles que já sentiam sua culpa e estavam esmagados sob o peso de seus fardos. Sem se afetar pela indignação ou autojustificação, eles poderiam ouvir a esperança implícita nas palavras de Jesus. Para eles, a recorrente frase “se não vos arrependerdes” apontava o caminho da redenção.

Em outro lugar, Jesus fez a promessa de vida e perdão explícita: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10.27,28).

Isto, claro, é a gloriosa mensagem do Evangelho, tão potente e tão relevante hoje quanto era então.Mas a promessa é para aqueles que estão cansados pelo pecado; aqueles que têm fome e sede de justiça (Mateus 5.6); aqueles que vêm a Cristo com corações arrependidos – não aqueles que estão convencidos de que são fundamentalmente bons.

Pessoas orgulhosas, incluindo um monte de religiosos que se chamam de cristãos, não creem na mensagem de Cristo, no fim das contas. Ele disse: “E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Marcos 2.17).

Então, o que Jesus diria a uma sociedade pluralista, tolerante e autoindulgente como a nossa? Estou convencido de que sua abordagem hoje seria a mesma estratégia que vemos no Novo Testamento. Para pecadores complacentes, arrogantes e satisfeitos consigo mesmos (incluindo muitos nos rol de membros de igrejas) suas palavras soariam duras, chocantes e provocadoras. Mas para os “pobres em espírito” (Mateus 5.3) – aqueles que estão exaustos e gastos pela destruição do pecado; desesperados por perdão e sem qualquer esperança de expiar o próprio pecado – o chamado de Jesus a uma fé arrependida permanece como a verdadeira entrada para a vida eterna.

Essa é uma mensagem particularmente dura em culturas como a nossa, que exaltam o amor a si próprio, a autoestima ou a justiça própria; mas Jesus foi absolutamente claro, e essas palavras ainda falam conosco: “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18.14).

John MacArthur

Fazendo um giro nos canais da TV como faço todo sábado de manhã, parei onde havia o Malafaia pregando para uma multidão (de crentes). Naquela de "Vamos ver o que ele tá falando" e "ouça de tudo e retenha o que é bom" já que a maioria das suas mensagens são receitas para alguma, resolvi prestar atenção.
Conclusão. Não reti nada de bom. Melhor, reti uma critica que me fez refletir sobre nossa santidade comparada com a de Jesus.

A nome da mensagem era "Atitudes" onde dava dicas, bons atos que um crente deve ter. A parte que assisti falara sobre amizades onde ele afirmou que "nós é que escolhemos nossos amigos e não eles". A frase tem sim sua verdade, mas o ela só mostra a preservação da Santidade de tal pastor, vinculando-a com as aparência (O que dirão ao me ver conversando com essa pessoa), porém, tal "Atitude" de se manter limpo, é a mais suja que existe. O maior erro de um ser humano, principalmente um cristão que é vítima do amor divino que o alcançou apesar dele ser quem foi e quem é, é se separar, se afastar de gente, se tornar um fariseu. Sim. Fariseu, pois o significado é "separado". Esse preservara sua dignidade, seu caráter exterior.

Diferente deste era Jesus, que foi Santo (Separado), mas não no sentido exterior hipócrita dos fariseus, mas no sentido essencial das coisas. Ele entendia que não é o que entra, mas o que sai de nós que é impuro. Que o problema nunca foi os de fora, mas o eu de dentro, e que uma vez alcançado pelo Amor, esse processo de transformação começaria para nunca mais acabar, e que enquanto aos outros o nosso papel é agregar, conectar, unir, pois eu antes fora unido, agregado, conectado, amalgamado.

Jesus se reunião com gente simples, com gente complicada, rica, pobre. Ele foi na casa de um publicano ganancioso e imprudente, conversou com uma Samaritana (povo excluído pelos judeus pela cultura e idolatria pagã), defendeu uma prostituta, chamou um cobrador de impostos desonesto para ser um dos seus discípulos. Sua fama? Amigo de pecadores, comilão e beberrão.

Pessoas precisam de pessoas, principalmente as que não pretendemos fazer amizades. Não defendo unicamente a necessidade que elas tem para ser evangelizá-las. Acredito que muita coisa Jesus fazia despretensiosamente, sem intenção nenhuma. Ele apenas queria juntar, se alegrar, rir, chorar, compartilhar, criticar, exortar, se divertir, e porque? Unicamente porque ele é amor.

Entenda que tudo que você é e o que pode ser depende de pessoas. Apenas no convívio com os outros é que pode crescer o eu, e vice-versa.

Santidade que separa eu das pessoas, mas não separa o eu do mundo interior, da minha paganidade, dos meus pré-conceitos é perversão, contrariedade do próprio ser regenerado. Ingratidão. Hipocrisia, pois nós sabemos também quem somos, e que é muito diferente disso ai que dissimulamos.
Que fui levado a crer nesses 51 anos:

1. A felicidade humana depende da existência de um ser infinito-pessoal. Sem Deus o cobertor é curto. O frio, insuportável.

2. Ninguém falou de modo mais sublime sobre Deus do que Cristo.

3. O amor redentor de Deus revelado pelo evangelho é a história mais bela que existe.

4. A democracia -melhor forma de governo até hoje concebida pelo homem - , depende da educação, da liberdade, da igualdade social, da participação popular, do cumprimento dos pactos e da defesa dos direitos humanos para sobreviver.

5. Separar Deus de religião é condição indispensável para que o homem não perca o encanto pelo seu Criador.

6. A propensão humana à mentira e ao egoísmo só pode ser vencida pela graça de Deus.

7. A vida é dura, curta e incerta.

8. A excelência da alma é medida pelo objeto do seu amor. Não há ser mais digno de ser amado do que Deus. Devemos amar a ele e a tudo o que ele ama. Essa é a essência do verdadeiro compromisso ético.

9. O amor misericordioso é a expressão mais basilar da verdadeira experiência de conversão. Quem não se compadece do pobre e do necessitado nega a fé.

10. A beleza do universo revela a glória do Criador.

Antônio Carlos Costa
Teólogo e fundador do Rio de Paz (Filiado ao DPI da ONU
www.antonioccosta.com


Da oração que se ora.

Do jejum que se faz.

Do hino que se canta.

Da oferta que se doa.

Do dizimo que se entrega.

Do ambiente de culto.

Das doutrinas de um segmento religioso.

Das campanhas, correntes, vigílias, rituais e toda sorte de pratica e gestual religioso.

Das teologias que tentam explica-Lo.

Das experiências transcendentes que se tem em ambientes religiosos.

Dos fenômenos espirituais.

Dos jargões, palavras de ordem, profecias, revelações e toda sorte de manifestações religiosas.

Dos templos, prédios, locais e ambientes onde reúnem.

Dos dias de reuniões.

Das roupas que se veste.

Das comidas que se come.

Das escolhas e opções tidas como pecaminosas.

Dos serviços que se presta.

Dos símbolos que se utiliza.

O Eterno está acima e é maior que tudo que se faz em nome dEle.

Sábio é não excluir ninguém usando estes aferidores que são apenas formas e lentes com as quais se tenta entender e interpretar o Eterno.

Bom é ser reverente pra com todos e aguardar, pois, há tanto mistério ainda não desvendado.

“Hoje, vemos tudo em enigmas, mas, um dia veremos plenamente” e neste dia, certamente o amor nos abraçara e nos acolherá.

Seguir a vida amando, orando, perdoando, trabalhando, repartindo, comungando, fazendo o bem, bem feito, até o fim.

Carlos Bregatim
Com certeza esse assunto apocalíptico atrai e muito a atenção e a curiosidade das pessoas. Querem saber como vai ser, querem desifrar os símbolos metafóricos do livro de João que não está nem em ordem temporal. O fim está no meio, o começo de tudo está no fim e assim vai.

Biochips, caixões fema, anti-cristo se levantando e prol da paz. Illuminats. Até a teoria maia do 2012 está valendo. Profetas se levantam e influência muitos "fieis" à sua teoria de que sabe o dia que o mundo acabará. Mas de verdade, devemos mesmo ficar complexos a saber disso? Alugém poderia me responder: "Claro, precisamos alertar as pessoas do doloroso fim que os espera, pra quem elas espertem pra vida.

Bom, pregar Jesus por meio do medo? Num sei se é exatamente assim o certo. O livro de apocalíspe não veio pra trazer medo, mas esperança aos que sofrem pelo evangelho. Vem dizer da glória que haverá no fim de tudo, na justiça de Deus.

Outra coisa. A tamanha curiosidade dessas pessoas na verdade são atos de preocação, ou seja, para que esses acontecimentos não as pegue de suspresa. O fato é que estão esperando acontecer alguma coisa para abrir o leque do fim. Abra os olhos! Desde quando o mundo foi criado, ele está andante cegamente para o seu fim. Desde os tempos de Adão já foi apertado o botão da bomba. Estamos no fins dos tempos e os sinais estão ai. Fome? sempre teve. Amor? Se esfriando a cada vez. Pecado? Cada dia mais livre, orgulhoso e abundante.

O fim está ai, inevitalvelmente. E o que fazer? Nada. Nada? Isso. Não nada o que fazer contra isso. Digo isso pois penso que a procura pelas informações do fim é na verdade uma maneira pra escapar disso. Mas não há. Então o que há se fazer é o que sabemos que devemos fazer. Amar as pessoas como se não houvesse amanhã, pois ele, na verdade, não há. Amar a Deus com todas as forças. Anunciar a esperança em Cristo, pois o fim e o inferno, é viver sem Ele!
Estava eu a ver as atualizações no meu Google+ quando me deparei com uma imagem. Apesar do erro de português (Emcima KKK), o texto foi mal escrito e o versículo usado veio de uma versão que faz perder o sentido de todo Evangelho. Assim dificultou uma interpretação coerente. Mesmo assim, é o que muitos, pra não dizer a a maioria, acreditam. Portanto comentei, não me conformando com a ideia equivocada da imagem, e nem dos seus defensores. Veja abaixo no que deu:




























Duas versões, talvez as mais coerentes traduzidas em português, reforça a minha idéia desse texto:

"Assim, porque és morno, nem frio nem quente, estou para te vomitar de minha boca." (Jerusalém)

"Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca." (NVI)

As duas versões dá a ideia de que ele sente vontade, que o pecado e a imaturidade de alguns que sabe já sabem a verdade é repugnante, causa náusea, porém, não está dizendo que ele irá "vomitá-los". Pra quem crê na graça, é IMPOSSÍVEL acreditar que ele é capaz disso.



Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir... mas vai perguntar quantas pessoas necessitando de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa... mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário... mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais... mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário... mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu... mas vai perguntar de que forma você promoveu os outros.

Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava... mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.

Deus não vai perguntar quantos amigos você teve... mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.

Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos... mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar em que bairro você morou... mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

Deus não vai perguntar quantos diplomas você conquistou... mas vai perguntar como você usou seu conhecimento para o bem comum.

Deus não vai perguntar quantos hectares tinha sua propriedade... mas vai perguntar se você ajudou a proteger o meio-ambiente.

Deus não vai perguntar quantas pessoas você atraiu para a igreja... mas vai perguntar como você influenciou o Mundo à sua volta.

Deus não vai perguntar que herança você deixou para seus filhos... mas vai perguntar que legado deixou para as próximas gerações. E eu me pergunto: Que tipo de respostas terei para dar? Talvez Ele nem faça pergunta alguma. Bastaria Seu olhar prescrutante para que todas essas perguntas nos viessem à mente num abrir e piscar de olhos. E você, está pronto pra encontrar-se com Deus?

Hermes C. Fernandes
Quem não as tem? Quem nunca as teve? Quem jamais as terá? Sim, de todos os tipos e de todas as formas. Indo de realidades subjetivas às mais grotescas vontades de realizações objetivas e concretas. O Evangelho praticamente inicia com o tema da tentação! Por isto não é de admirar que Jesus tenha nos mandado vigiar e orar para não se “cair em tentação”. E com este “cair em...”, Ele revela que a tentação tem suas estações; ou seja: seasons. Ora, esta “estação das tentações” têm a ver com as dinâmicas psiquicas de nosso ser, conforme também aconteceu com Jesus. Na fome, na necessidade de afirmação e no desejo de cumprir Sua missão, a tentação veio como indução para transformar pedras em pães (fome), como impulso para resolver quem Ele era aos olhos de todos de uma vez (Pináculo) e como um “bypass” no tempo, queimando etapas, sobretudo a etapa da Cruz (o Monte Alto).

Portanto, quando Ele mandou orar para evitar a tentação, com isto não ensinava nem a devoção neurótica (orar contra a tentação), nem a atitude paranóica (poderei ser atingido pela tentação a qualquer momento). Sim, porque o que Ele ordena é que se encha a mente de oração, de um falar constante com Deus, e que nada mais é senão um falar consigo mesmo em Deus; de tal modo que o pensar não é de si para si, mas acontece em Deus, vivendo assim em permanente estado de conferência com Ele; em tudo. Além disso, no Pai Nosso, Ele vincula o “não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mau” — ao contexto antecedente, que fala de estar cheio e tomado pelo Pai, pelo desejo de que Seu nome seja em nós santificado, que sei reino cresça em nós (venha!), que a vontade Dele tenha seu lugar e chão em nós; além de nos remetar para a busca do que é do céu aqui na Terra.

Assim, uma das maiores prevenções contra a tentação tem a ver com uma devoção profunda e não neurótica; posto que se propõe a buscar o que é maior e mais elevado, ao invés de se deixar tomar pelo que aqui da Terra. Botar as coisas da Terra sobre aquilo que é eterno, é o que abre o espaço existencial maior para a tentação. Portanto, “orai...”, diz Ele, para que não se caia em tentação! É esse orar aquilo que mais e melhor previne a estação das tentações. Todavia, se alguém decide orar contra ou por causa da tentação, mais tentado ainda ficará; posto que a tentação, pela via da oração e por ela própria, se torna algo “fixo como pensamento”, e que apenas cresce mais e mais em nós.

Este tema da tentação é interminável, como infindáveis são as pulsões de tentação humana. Entretanto, sendo simples e prático, eu digo que o que de melhor se pode fazer por si mesmo na hora da tentação, não é pensar que podemos vencê-la, mas sim que não temos o poder, em nossa carne, para combatê-la. E, assim, sabendo disso, virmos a descansarmos em relação à tentação, pois ela se alimenta de nossa luta contra ela. Afinal, o que não pode ser vencido pelas nossas próprias forças, havendo confiança na Graça, já deveria estar vencido como ansiedade em nós; pois, se não posso, por que se afligir com tal impossibilidade? Assim, é esse cinismo santo para com o poder da tentação, e que resulta de nossa confiança na Graça de Deus, aquilo que deve tirar o poder da ansiedade e do medo pelo qual a tentação cria metástases em nossa mente, em todo o nosso processo de pensar. Quanto mais se enfrenta a tentação como tal, mais ela cresce em nós; e se orarmos contra ou em razão dela, mais ela se "fixa" em nós; tornando-se uma devoção diabólica; fazendo-nos “orar” contra aquilo que só se torna o que tememos quando é tratado como tal.

A única maneira de enfrentá-la é deixando-a rouca, falando sozinha, sem resposta nossa, enquanto nos desobrigamos de conversar com ela... ou de respondê-la... ou de mostrar para Deus e para nós mesmo que temos "o poder do livramento"... e que por isto a venceremos. Isto porque o “poder do livramento” do qual nos fala Paulo, escrevendo aos Coríntios, só se efetiva na vida daquele que descansa no livramento que já é; e que não apenas será se o tornarmos real por nossas próprias forças!

Quando se confia na Graça e no amor de Deus por nós, toda tentação perde seu poder; e se descansarmos na certeza de que Jesus já foi também tentado por nós, conhecendo cada uma de nossas fraquezas ou tendências, mais vicária e transferível, pela fé, será a vitória de Jesus em nosso favor. Se houver confiança e descanso, é claro! Desse modo, descansando é que se vence a tentação, confiando na fidelidade e na imutabilidade do amor de Deus. Pois só assim recebemos o poder de resistir, ou de suportar a tentação; posto que desse ponto em diante as tentações deixam de ser “sobre-humanas”, e se tornam apenas humanas; e, portanto, reduzidas ao nosso próprio nível, deixando de ser um poder irresistível. Paulo e Hebreus ensinam que as tentações não suportam o nosso silêncio confiante na Graça; assim como não suportam nosso descanso na Cruz de Cristo. Afinal, o “Está Consumado” vale também para as tentações.

As tentações crescem na medida em que nossas pulsões psicológicas, provocadas pelas nossas próprias cobiças (insegurança essencial) — e que são os agentes progenitores do que chamamos tentação —, se aninham e se fixam em nós como medo de Deus e de Sua punição. Sim, por essa via elas apenas aumentam, visto que tal realidade existencial e psicológica aceita a provocação do "medo de estar sendo tentado". Do mesmo modo elas crescem em razão de nosso de-bate com elas.

Tentação come medo; e se alimenta do seguinte cardápio: oração amedrontada, de-bate psicológico,
discussão com ela, medo de Deus; e também de seu oposto, que é a arrogância que julga que por força própria se pode vencê-la. Quem já não tem justiça própria, não tem mais assunto com nenhuma tentação! "Vamo-nos daqui... Aí vem o principe deste mundo, e ele nada tem em mim..." — disse Jesus. O principe deste mundo se alimenta do que “ele tem em nós”! Assim, como há muita cobiça e outras loucuras em todos nós, o melhor a fazer é confiar Naquele em quem o tal “principe” nunca teve NADA: Jesus. Parece coisa boba, mas não é!

Quem desejar, pratique; e verá como as tentações não suportam a confiança e o descando na Graça;
e isso em silêncio que nem ora contra... mas apenas ora em gratidão! O grande problema é aprender isto como confiança, e não como “teoria”. E mais: aprender a ser grato e natural com Deus mesmo em tais horas críticas. Quando a gente aprende isto, ela, a tentação, ao chegar, começa a perder o poder; posto que se alimenta de nossas importâncias; e sobretudo de nossa justiça-própria, de nossa necessidade de dar explicações a nós mesmos e aos céus; e, sobretudo, do medo de estar sendo tentado!
Caio Fábio
www.caiofabio.net
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Sobre os dons espirituais

Soube que muitos estão preocupados com os dons. É verdade que eles são importantes, mas o Espírito concede a cada um conforme melhor lhe convém. Tenho percebido que valorizam principalmente os dons sobrenaturais – como falar em línguas, visões, curas e revelações – e esquecem-se que ensinar bem as Escrituras, administrar com zelo as coisas de Deus e promover socorro aos necessitados também são dons espirituais.

Mas o que eu quero mesmo é que estejais buscando para suas vidas o fruto do Espírito. De nada adianta ter fé suficiente para curar pessoas, transportar montes e expulsar demônios se ficais devorando uns aos outros, se não têm amor, se provocam rixas e intrigas entre si e dão mau testemunho.

Ofertas ao Senhor

Quanto às ofertas e sacrifícios, já falei por carta: no primeiro dia da semana cada um separe segundo sua prosperidade. Nunca fiz leilão de bênçãos do Senhor, desafiando o povo a ofertar começando com 10 moedas de ouro até chegar ao que tinha um denário. O único sacrifício aceitável por Deus já foi feito na cruz pelo seu Filho Jesus, entendais isto brasileiros.

Quando Deus me der oportunidade de visitar-vos quero conhecer os que estão se enriquecendo com o Evangelho e enfrentar-lhes face a face. A piedade jamais pode ser fonte de lucro e se continuarem nessa sórdida ganância haverão de sofrer muitas dores.

A busca da verdadeira maturidade

É imprescindível que manejem bem a Palavra, pois chegou ao meu conhecimento que esta é uma geração tão ignorante nela que estão sendo enganados por lobos vorazes, que trazem enganos e sofismas, e a esses, de boa mente, os tolerais. Lembrem-se que quando preguei em Beréia o povo consultava a Palavra para ver se as coisas eram de fato assim. Porque não fazeis vós o mesmo? Ora, os ardis de satanás vêm sempre disfarçados na pregação de um anjo de luz.

No programa CQC (Custe o Que Custar), transmitido nesse segunda-feira (16/07), os apresentadores satirizaram Demóstenes Torres quando ele, em um pronunciamento, justificou sua amizade com o bicheiro Carlos Cachoeira, dizendo que Jesus andou com Judas, e isso não fazia dele culpado de nada.

O apresentador Marcelo Tas comentou que o mandato de Senador de Demóstenes foi caçado e ele retornará a ser Procurador do estado ganhando em média de R$ 20.000,00. O outro apresentador Marco Luque ironizou: "Já pensou se Jesus voltasse a ser marceneiro? Além de uma cruz, usaríamos um calor com um serrote". Isso me levou a ruminar... E se Jesus voltasse a ser marceneiro? E se naquela noite no Getsemani ele não aguentasse a agonia da cruel morte certa vindoura, e desistisse? O que iria acontecer com a humanidade. Os que morreram esperando, os que creram naqueles tempos que ele é o Filho de Deus, e os que creriam no futuro?

Uso a mesma expressão que um amigo me disse uma vez: "Véi, sem Jesus nóis tava no sal". E estariamos mesmo. Me deterei a apenas duas hipóteses breves:

  • Seriamos Condenados:
Não há, nesse mundo, um justo si quer. Ninguém que pode satisfazer plenamente a vontade de Deus. Ninguém completamente santo (em atos, no consciente e no subconsciente, no desejo ou intenção). Todos pecaram e estavam afastados de Deus, mortos por suas transgressões. Não há ninguém que queira a Deus. A esse, o que era destinado era o condenação, um aniquilação constante e eterna. O pouco de paz e alegria que sentimos seria desfeita. Só existiria dor e sofrimento. Quem pode escapar dessa maldição, se não há ninguém que possa merecer uma salvação disso. Por mais que eu doe a minha vida pelo próximo, pra Deus, tudo é nojento, sem valor.

A unica salvação era um justo morrer pelos injustos. Ele precisaria ser homem, para que satisfizesse a justiça de Deus. Porém, nenhum homem era capaz de tal obra. Esse homem precisaria também ser Deus, para que fosse totalmente integro. Esse é Jesus. Metade homem, metade Deus. Mostrou a essência das coisas, foi a Palavra de Deus expressada em vida. O verbo encarnado. Porém, o feito mais importante seria na cruz, onde, se por meio de um homem (Adão) veio a condenação, por meio de um homem (Jesus) viria a salvação. Quando morresse, ele estaria levando todo escrito de dívida, tudo o que nos era negativo, o que era contra nós, e, por meio da sua ressurreição, ele estaria aniquilando de vez o poder do pecado. A morte. Portanto, quem cresse que Ele, Jesus Cristo era o Filho de Deus, e que é justificador, não precisaria mais apresentar sacrifícios de animais, nem suas obras mortas. O justo viverá pela fé. Fé que Jesus é o enviado de Deus para salvar o mundo. Crendo nisso, NADA nem NINGUÉM poderá nos culpar ou condenar, pois o próprio Deus, por meio do sacrifício de Jesus, nos declarou, não apenas "inocentes", mas JUSTOS.

  • Seriamos uma Máquina Auto-Destrutiva:
Ora, essa salvação não foi apenas da Ira de Deus. O amago do pecado foi a decisão do homem em ser "livre" e viver sem Deus. Uma vez fazendo isso, ele adoraria e obedeceria qualquer outra coisa que não fosse Deus. Esse ídolo poderia ser ele mesmo, outras pessoas, ou coisas. Ele seria então uma máquina de fazer coisas erradas. Por mais que quisesse, erraria o alvo (significado da palavra Pecado). Um rebelde de Deus. O pecado nos afastou então completamente de Deus. Deus estava irado conosco, nós nem queríamos saber dele. Jesus recebeu toda Ira de Deus que satisfez a justiça dEle. Agora era mudar o coração perverso, idólatra e insensato do homem. Todos os prazeres desse coração desconcertado seriam momentâneos. O homem pagaria muito caro por eles. Eles o destruiria aos poucos.

A ressurreição de Jesus não trouxe apenas vitória sobre a morte, mas uma Nova Vida. Agora um coração voltado a Deus, disposto a obedecer. Esse coração se transformará em um templo, onde o Espírito, que é o auxiliador, irá morar e reinar. O homem terá a oportunidade de escolher, de ser livre. Antes, mesmo achando que era livre, era preso a própria liberdade, fazendo-o distrair com tantas diversões na vida, que perderia sua vitalidade e energia, e no final, a vida. De monstro, o homem passou a ser Ser-Humano. Pensante, sensato e controlado. Não adaptado as ilusões e fantasias. Coisas momentâneas prejudiciais. Ele experimenta amor pleno, e vê plenitude de amor em tudo. Tudo vira motivos pra amar a Deus. Tudo é graça. Tudo é favor imerecido. Então esse homem passa a viver no constrangimento desse amor. Processualmente sendo santo, no progresso de ser como Jesus.

Jesus não voltou a sua antiga maneira de viver porque ele não considerava sua vida como preciosa. Havia um propósito central. Esse mesmo sentido foi repassado para nós, que fomos sobreabundados por esse amor. Conduzir pessoas a Deus.




A doutrina da justificação deve ser constantemente reforçada e revisitada, como Martinho Lutero estava bem ciente. Seu duro conselho: “Bata com isso em suas cabeças de forma contínua.” Precisamos continuamente aplicar e valorizar a verdade da justificação em nossas vidas – diariamente. Se não o fizermos, vamos nos encontrar suscetíveis a um dos inimigos mais sutis e graves da Igreja: o legalismo.

Legalismo envolve tentar ganhar aceitação de Deus através de nossa própria obediência. Nós temos somente duas opções: ou receber a justiça como um dom dado por Deus ou tentar gerar a nossa própria justiça. O legalismo é a tentativa de ser justificado através de alguma outra fonte que não seja Jesus Cristo e sua obra terminada.

Aderir ao legalismo é acreditar que a cruz era desnecessária ou insuficiente (Gl 2:21; 5:2). Se você tem sido legalista, essa é uma interpretação precisa da sua motivação e de suas ações, mesmo se você ainda concorda mentalmente com a necessidade do sacrifício de Cristo. Em nossa busca legítima por obediência e maturidade, o legalismo lentamente e sutilmente toma conta de nós, e nós começamos a substituir as nossas obras pelo trabalho acabado de Jesus. O resultado é ou arrogância ou condenação. Em vez de crescer na graça, abandonamos a graça. Essa foi a avaliação que Paulo fez da igreja da Galácia, quando escreveu: “Vocês que estão tentando ser justificado pela lei foram alienados de Cristo, vocês têm caído da graça” (Gl 5:4).

Se você já tentou viver dessa forma, você já deve ter aprendido que legalismo é tão fútil quanto frustrante. Toda tentativa legalista de se auto-justificar inevitavelmente termina em fracasso. No decurso dos anos, aprendi a reconhecer alguns sinais característicos da presença do legalismo. Aqui vão alguns deles:

• Você é mais consciente dos seus pecados do passsdo do que é consiente da pessoa e da obra acabada de Cristo.

• Você vive pensando, acreditando e sentindo que Deus está desapontado com você em vez de se alegrando em você.

• Você acha que a aceitação de Deus a você depende da sua obediência.

• Falta alegria em você. (Esse é geralmente um indicativo da presença do legalismo. Condenação é o que acontece quando pesamos nossa deficiência; Alegria é o que acontece quando consideramos a suficiência de Cristo.)

Você tem sido ludibriado pela súbita presença do legalismo? Se sim, cuidado. Ele tende a se espalhar em vez de permanecer restrito (Gl 5:9 diz: “Um pouco de fermento leveda toda a massa”). O legalismo deve ser removido.

A única forma eficaz de se desarraigar o legalismo é com a doutrina da justificação. Se você tem negligenciado ou ignorado essa doutrina, então tome alguma atitude drástica para mudar. Tire tempo dia-a-dia para revisar, reler e se alegrar nessa verdade maravilhosa e objetiva. Restrinja sua dieta espiritual ao estudo da justificação até que você tenha certeza da aceitação de Deus, segurança no seu amor e libertação do legalismo e da condenação.

A crucificação de Jesus Cristo foi o acontecimento mais decisivo da história. Sinclair Ferguson precisamente declarou o seguinte:
“A Cruz é o coração do evangelho. Ela faz o evangelho ser boa notícia: Cristo morreu por nós. Ele permaneceu no nosso lugar diante do juízo de Deus. Ele suportou os nossos pecados. Deus fez algo na Cruz que nunca poderíamos fazer por nós mesmos. [...] A razão por que nos falta segurança na sua graça é porque deixamos de focar o local onde ele no-la revelou”.
Onde você vai focar a sua atenção? Nos seus pecados do passado, no seu estado emocional atual, nas áreas de seu caráter em que você ainda precisa crescer? Ou você vai centrar-se na obra consumada de Cristo? O legalismo não precisa motivá-lo. Condenação não precisa atormentar você. Deus já justificou você.


Há pouco tempo, um amigo me mandou um filme intitulado O Evangelho de João, que conta a história de Jesus através das lentes do evangelho de João. Não costumo assistir filmes de Jesus, mas ele me assegurou que valeria a pena. Numa tarde, coloquei no DVD e sentei pra assistir. De forma geral foi um filme bem feito, muito fiel ao Evangelho de João. Mas, enquanto eu assistia, algo me atingiu com uma profundidade que nunca havia experimentado antes: Jesus era impopular.

Claro, isso é uma verdade que conhecemos bem – tão bem, de fato, que muitas vezes esquecemos. Mas, foi bem nítido na versão cinematográfica do evangelho de João. Raramente lemos um evangelho numa sentada só. Simplesmente não tiramos tempo para fazê-lo. Mas no filme eu recebi uma grande dose do evangelho. E me impressionei com a quantidade de argumentos, debates, e relações polêmicas que Jesus vivenciou. Houve berro, clamor e gritaria. Acusações e incriminação. Discussões acaloradas. E lá estava Jesus, bem no meio disso tudo. Ele mesmo começou tudo num gesto enérgico de limpeza do Templo (2.13-22). Os judeus murmuravam sobre os seus ensinamentos (6.41), o achavam simples demais (6.42), e consideravam suas palavras ofensivas (6.52). Conspiraram contra ele e tentaram prendê-lo (7.25-30). O chamavam de mentiroso (8.13), samaritano (8.48), possuído por demônios (8.52), e pegaram em pedras para apedrejá-lo em várias ocasiões (8.59, 10.31). E finalmente o mataram, pregando-o numa cruz (19.18).

Pelo critério humano comum, Jesus teve um ministério extremamente impopular e ineficaz. A maioria das pessoas simplesmente não foi persuadida. Eles não estavam convencidos. Viam Jesus (e os seus ensinamentos) como ridículo, absurdo e ofensivo. Se for assim, nossa forma de medir o sucesso de nossos próprios ministérios precisa de uma recalibragem séria. Algumas considerações:

1. Precisamos ajustar nossas expectativas sobre como as pessoas receberão nossa mensagem.

Geralmente, quando a mensagem de Cristo é rejeitada, nos perguntamos se a temos apresentado com sofisticação e clarezas suficientes – talvez precisemos ser mais articulados . Enquanto procuramos melhorar a maneira na qual apresentamos a mensagem, devemos lembrar que não existe melhor e mais claro comunicador da verdade que o próprio Cristo. Se o próprio filho de Deus entregou a mensagem, com a clareza e a profundidade que somente ele poderia alcançar, e ainda assim as pessoas não acharam persuasivo, então só podemos concluir que existe algo mais afastando as pessoas da verdade. De fato, Paulo nos diz o que isto significa: “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem” (1 Co 1.18). As pessoas estão obscurecidas pelos seus próprios corações pecaminosos.

2. Precisamos nos preparar para um ministério marcado por conflito e hostilidade.

Quando estudantes se formam no seminário e consideram uma vocação ministerial normal, eles ão esperam que ela seja marcada por perseguição e rejeição. Mas nosso mundo está mudando. É claro agora que vivemos em um mundo que não só pratica a imoralidade como exige que todo cidadão ocidental mostre aprovação e aceitação dessa imoralidade. Não se engane, o movimento gay no país não está interessado apenas na liberdade de ser gay, eles querem um selo de aprovação do governo e de todos os seus cidadãos. Não é muito diferente da maneira como o Império Romano exigia que todos seus cidadãos se curvassem diante da imagem do imperador e prestassem homenagem. Cristãos não faziam isso e eram mortos aos milhares. Precisamos nos preparar para um grave cenário de perseguição no país. A questão não é se está chegando. A questão é se estamos prontos.

Não é apenas o conflito externo que é um desafio. Pastores precisam estar preparados para receberem oposição dos membros de suas próprias congregações. Pessoas de nossos rebanhos serão ofendidas por nossa posição fiel – e podem chegar a nos odiar por isso. Num mundo de pastores celebridades louvados por milhares, isso será difícil de aceitar. Mas devemos novamente lembrar que a oposição a Jesus veio da nação de Israel, povo de Deus.

3. Precisamos lembrar que existe lugar para debate e discordância em nossos ministérios.

Uma coisa em que o ministério moderno falha é um entendimento apropriado sobre o papel das controvérsias. O objetivo número um da maioria dos ministérios é evitar conflitos o máximo possível. E de várias maneiras isso é positivo; com toda certeza não devemos procurar por conflito. Contudo, existe lugar certo para debate e discordância – exemplificado pelo próprio Jesus no evangelho de João. De fato, se um ministério não tem nenhum conflito, alguém poderia perguntar se ele está realmente apresentando a mesma mensagem que Jesus apresentou. O servo não é maior do que seu mestre.

Michael J. Kruger
Traduzido por Debora Batista | iPródigo | original aqui



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Outras admoestações

Estão fazendo rituais para amarrar demônios e declarar que as cidades do Brasil são do Senhor Jesus. Nunca vistes isso em mim e em nenhum momento em Cristo. Pelo contrário, preguei o evangelho em Éfeso, mas a cidade continuou seguindo a deusa Diana. No Areópago de Atenas riram e zombaram de minha pregação, e poucos aceitaram a palavra do evangelho; como eu iria dizer que Atenas era do Senhor Jesus? Em Corinto, a prostituição continuou a dominar a cidade, e em Roma, as orgias e as dissoluções da família até se intensificaram no decorrer dos anos. Dizer que Roma pertencia ao Senhor Jesus seria uma frase que levaria ao engano os poucos irmãos verdadeiramente convertidos.

Na verdade muito me esforcei e fiz de tudo para ver se conseguia salvar a alguns. Nunca ensinei a reivindicar territórios, mas tão somente orava a Deus que me abrisse uma porta para pregar a Palavra.

Cuidado com os falsos apóstolos

Há muitos homens gananciosos aparecendo no meio de vós no Brasil dizendo que são apóstolos e criando hierarquias para exercer domínio uns sobre os outros, coisa que nunca aceitei. Porque tanta preocupação com títulos? Por que ninguém se contenta em ser chamado simplesmente servo? Pois é isso é o que realmente importa. Saibam que há muitos obreiros fraudulentos transformando-se em apóstolos de Cristo.

Já vos advertira que depois da minha partida, entre vós penetrariam lobos vorazes que não poupariam o rebanho de Cristo, vós não lembrais disso brasileiros?