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O cérebro é responsável por todas as ligações de sentido e reações de nosso corpo. Lidar com dinheiro, assim, irá gerar algum tipo de consequência no seu sistema neurológico, conforme você recebe ofertas e se vê diante da oportunidade de ganhá-lo.

Kabir Sehgal, autor de Coined: The Rich Life of Money and How Its History Has Shaped Us ("[Moeda] Cunhada: a vida valiosa do dinheiro e como sua história nos moldou", em tradução livre, sem publicação no Brasil) compilou três estudos sobre a influência do dinheiro no cérebro humano em artigo da Business Harvard Review. Eles mostram como estímulos em partes específicas do órgão irão determinar possíveis resultados de investimentos e negociações. Confira:

O dinheiro aumenta sua atividade cerebral
Um estudo realizado nos Estados Unidos retrata como a atividade cerebral aumenta conforme pessoas são submetidas a negociações em que recebem propostas de dinheiro. Um núcleo responsável por emoções e sensação de recompensa é estimulado quando recebem a oferta. "Nada teve tanto efeito sobre as pessoas quanto o dinheiro — nem corpos nus ou cadáveres", disse Brian Knutson, um dos responsáveis pelo estudo. A pesquisa revela, ainda, que a mesma reação pode ser encontrada em viciados em cocaína.

Estímulos determinam por quais ações irá optar
O mesmo núcleo também é responsável por decisões sobre ações no mercado financeiro. Investir ou não irá depender de estímulos nessa parte do cérebro. Um estudo que escaneou a atividade cerebral de investidores, realizado pela Stanford Graduate School of Business, visava identificar porque eles correm tantos riscos, e constatou que os mais propensos a optarem por compras mais arriscadas eram aqueles cujo órgão recebia mais estímulo nessa parte.

O insulto pode fazê-lo desistir de uma oferta
Pesquisadores realizaram um experimento com 19 pessoas, no qual eles tinham de negociar um contrato. Em duplas, um deles era responsável por fazer uma oferta que, se negada, faria com que ambos perdessem o dinheiro.

A grande questão é que, embora pareça natural que toda oferta fosse aceita, já que pouco é melhor que nada, metade das negociações não deram certo, por recusa de alguns dos participantes. A explicação é que, ao receber uma proposta considerada injusta, o cérebro age de forma a acionar a mesma região resposável por dores, fome e ansiedade.


Chegou o tão esperado 21/10/2015, dia em que Marty McFly e o Dr. Emmett Brown desembarcaram no futuro na trilogia "De volta para o futuro" dirigida por ninguém menos que Steven Spielberg. Como parte da celebração que envolveu cinéfilos do mundo inteiro, os atores Michael J. Fox e Christopher Lloyd estiveram num dos mais populares talk shows dos EUA, apresentado por Jimmy Kimmel, onde chegaram à bordo do DeLorean como se houvessem vindo de 1985. Interpretando seus personagens, os dois foram entrevistados pelo apresentador, demonstrando estarem desapontados com o que encontraram no futuro. Nada de carros voadores, nem hoverboards. O único aparato tecnológico que os impressionou foi o smartphone que, diga-se de passagem, não foi previsto no filme.

Assistindo à aparição apoteótica dos protagonistas no Jimmy Kimmel Live, pus-me a imaginar como seria se Pedro e Paulo, ambos apóstolos de Jesus, viajassem no tempo e viessem nos visitar. O que pensariam da igreja atual? Será que se escandalizariam com algo? Ficariam contentes ou desapontados? Não me refiro aos avanços tecnológicos, mas ao avanço na compreensão da verdade e à sua aplicação nas demandas do mundo atual.

Não é segredo para ninguém o quanto sou fã desta trilogia. Para mim, como músico e guitarrista, o ponto alto do filme se dá quando Marty toca o clássico "Johnny B. Goode" no baile da escola, brindando o público com um solo de guitarra no final da apresentação. Todos ficaram atônitos, assustados com sua performance. Percebendo a reação do público, ele diz: "Acho que vocês não estão preparados para isso. Mas seus filhos vão adorar!" Estas duas frases me remetem ao que Jesus disse aos Seus discípulos: "Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora" (João 16:12). Pergunto: será que, dois mil anos depois, já estamos preparados? Tenho minhas dúvidas...

Cerca de trinta anos depois que Cristo foi assunto ao céu, o escritor de Hebreus constatou que o despreparo persistia. Repare no que ele diz: "Quanto a isso, temos muito que dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês se tornaram lentos para aprender. De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido"(Hebreus 5:11-12)! Imagine, uma das epístolas mais densas do Novo Testamento é chamada por seu próprio autor de "leite". O que seria, então, alimento sólido?

Para quais assuntos ainda não estamos preparados? O que nos impede de avançar em nossa compreensão? Talvez o fato de estarmos tão apegados aos "princípios elementares", ao beabá do evangelho. O autor sagrado propõe que seus leitores deixem "os ensinos elementares a respeito de Cristo", para que possam avançar "para a maturidade" (Hebreus 6:1).


O aborto e a Maconha tem sido os dois temas mais discutidos a respeito da legalização em todo mundo. O grande receio é que ao legalizar, a taxa de pessoas realizando o procedimento abortivo e o consumo e quantidade de usuários irá aumentar, pensando uma vez que a lei ao proibir pode "segurar" de cometer tais atos.

Porém, os dados de alguns Estados que resolveram legalizar apresentaram o contrário de que muitos pensam:

- Sobre a legalização da Maconha.
Enquanto no Reino Unido os médicos tentam barrar o cigarro, nos Estados Unidos foi publicado na revista especializada Lancet um estudo que mostra que a legalização da maconha não aumentou o número de usuários da droga por lá. Foram avaliados questionários feitos com adolescentes nos 23 estados que liberaram a Cannabis para uso medicinal. A hipótese dos pesquisadores era que o consumo entre os jovens aumentaria, mas não: a porcentagem de usuários continuou a mesma antes e depois da mudança nas leis. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina autoriza o uso de canabidiol, uma das substâncias encontradas na Cannabis, por portadores de epilepsias cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito. - Revista Galileu
- Em relação o aborto, segue a notícia do Portal Terra:
O número de mulheres que decidiram levar adiante a gravidez após solicitar um aborto legal no Uruguai cresceu 30% em 2014 se comparado ao ano anterior, conforme o segundo relatório anual do Ministério da Saúde (MSP) divulgado neste fim de semana. Para a ginecologista e ex-diretora de Saúde Sexual e Reprodutiva no MSP, Leticia Rieppi, 'Não é uma lei que promove o aborto, mas a reflexão. Isso demonstra que muitas mulheres que solicitam o aborto não têm certeza e que as consultas obrigatórias com a equipe interdisciplinar, formada por psicólogos e assistentes sociais, além do ginecologista, estão sendo efetivas'".
Sem a lei que proibe, prende e puni, vamos conseguir ver, ter contato, conhecer essas pessoas. Uma vez conhecendo, podemos oferecer um caminho, um auxilio a essas pessoas. A partir dai começa o processo de conscientização (Algo que a muitas dessas pessoas não tiveram antes).

Quem quer abortar pode ter o direito de conseguir de graça a cirurgia de retirada do feto, mas antes deve passar por algumas palestras obrigatórias com um psicólogo e com um ginecologista. O usuário da maconha pode ter o direito de comprar essa droga mais barato na drogaria, porém, ele deveria ter um acompanhamento médico onde este prescreveria a quantidade correta, onde todo mês faria exames de sangue, fiscalizando se ele está mantendo a dosagem certa. Este também não deve ter nenhuma passagem criminosa. Isso diminuiria o tráfico e a criminalidade.

Talvez o Brasil não tenha alicerce e maturidade para tal revolução. Mas esse seria um bom a caminho a se pensar, planejar, discutir, repensar, reformular.

O que fica também evidente é que a Lei só nos aponta a direção correta, mas ela não faz chegar nela. Portanto, devemos priorizar medidas educativas para construir consciência!


A solidão não é apenas algo que pode fazer alguém se sentir mal psicologicamente. De acordo com pesquisas, a solidão aumenta o risco de mortalidade de uma pessoa em até 26% - um risco comparável ao da obesidade.

Então faz sentido que a ciência se preocupe em investigar o que, exatamente, faz com que uma pessoa sozinha permaneça solitária. Existe algo que provoca esse comportamento? Uma teoria popular é que pessoas solitárias possuem um trato social menor e, por ficarem sozinhas, isso se transforma em uma bola de neve: as poucas habilidades sociais vão diminuindo.

Mas novas pesquisas indicam que esse não é o caso: na demonstração de conhecimentos sobre habilidades sociais e convivência, solitários tiveram notas maiores do que pessoas com a vida social agitada. Então não é uma falta de compreensão que impede os solitários de conviver bem em grupo. É que, durante situações em que o conhecimento deles sobre hábitos sociais precisa ser demonstrado, eles não conseguem colocá-lo em prática. Pense assim: eles entendem como agir em um grupo mas, quando estão no meio desse grupo, ficam nervosos e não agem.

Um novo estudo mostra, justamente, essa paralisia em situações sociais. Na pesquisa, publicada no periódico Personality and Social Psychology Bulletin, professores da faculdade Franklin & Marshall fizeram quatro pesquisas para demonstrar essa tendência. No primeiro, 86 estudantes preencheram formulários para que os cientistas tivessem uma noção de sua vida social. Depois, os pesquisadores testaram as habilidades sociais deles mostrando a eles 24 faces em uma tela. Os voluntários deveriam listar quais eram as emoções mostradas em cada rosto: raiva, medo, felicidade ou tristeza. Normalmente os voluntários solitários tiravam as notas maiores. Mas aí entra a reviravolta: quando os cientistas explicavam que se tratava de um teste de habilidades sociais, os solitários tiravam as piores notas.

E o que é possível concluir disso? Estudos anteriores já haviam sugerido que os solitários são melhores em ler expressões faciais e decodificar tons de voz. Basicamente, eles prestam mais atenção nas outras pessoas por ansiar a conexão interpessoal. Mas eles ficam nervosos. Então, assim como um jogador habilidoso em frente a um pênalti decisivo, estar extremamente focado e sentir uma pressão interior enorme pode levar a um erro que eles saberiam evitar na teoria.

É POSSÍVEL VENCER OU REDUZIR ESSA PRESSÃO?

Nessa nova pesquisa, os cientistas acharam um atalho. Eles ofereceram aos estudantes solitários uma bebida energética e falaram que a ansiedade que eles estavam sentindo diante da experiência social era culpa da ingestão da cafeína. Em outras palavras, deram aos solitários algo em que colocar a culpa de sua ansiedade que não eles mesmos. E então as notas deles nos testes voltaram a subir, mesmo que eles soubessem que se tratava de um experimento social.

Caso você seja um solitário, pode ser extremamente difícil 'se enganar' e deixar de ficar nervoso ao tentar deixar uma boa pressão. Mas uma forma de tentar é a sugestão dessa pesquisa de Harvard: ao 'transformar' o nervosismo em empolgação, participantes foram capazes de realizar tranquilamente tarefas bizarras como cantar em público. Não é fácil ou automático, mas vale a tentativa.


Desde muito tempo, desde a época do MSN e SMS já havia aqueles quem vem com histórias invetadas de "assassinos nas ruas", "novas doenças", "novos golpes". Essas "notícias" vêem com muitos detalhes, com frases alarmantes como "Cuidado!" ou "fique de olho" e até fotos pra deixar o povo mais preocupado e incitados a repassar a notícia. O intuito principal é gerar correntes e ver a notícia espalhar, e não informar.

Fatores mais atuais como a crise financeira e os ajustes feitos pelo o governo para "controlar" o deft de nosso país, foi motivo para levantar pessoas com noticias falsas para gerar polêmica e incitar o povo contra os atuais governantes. Um exemplo disso, um vídeo bastante compartilhado em que a mulher estava estupidamente indignada com a faixa para aposentar por idade que "aumentou" para 80 anos (Mulher) e 85 anos (homem). Uma outra noticia bem divulgada, que preocupou muita gente, era que pegaria o governo pegaria o dinheiro das conta de clientes da Caixa, para pagar as contas do país, sendo que existe lei proibindo tal ação. Essa é a principal característica deles: aproveitar o assunto que está sendo muito falado para se infiltrar.

Por isso, antes de ler ou compartilhar qualquer coisa, veja antes de onde foi tirado, se a pessoa ou site que publicou é confiável. Um site muito bom também que pode ajudar a desmentir muitas dessas farsas é o www.e-farsas.com. Certas coisas também, por mais que sejam verdadeiras, nem vale a pena compartilhar. Portanto, cuidado com o "Cuidado".


Você já ouviu falar de pareidolia? É um fenômeno bastante curioso que nos permitem ver formas do cotidiano em objetos. Um dos exemplos mais claros é aquela formação rochosa em Marte que nos lembra um rosto. Outro, mais recente, que explicamos aqui, foi o rosto de Jesus que 'apareceu' no pescoço da Fernanda Souza durante o casamento da atriz. O que acontece é que o nosso cérebro, para compreender o mundo de forma mais rápida, é acostumado a fazer associações também rápidas com formas e coisas que costumamos ver em nosso cotidiano. O cérebro pega um 'atalho' e vemos rostos, aliens, etc.

E, agora, pesquisadores relacionaram esse fenômeno com o neuroticismo.

Um novo estudo, realizado no Laboratório de Ciências da Comunicação NTT, em Tóquio, cientistas mostraram a um grupo de voluntários uma folha de papel cheia de pontos espalhados de aleatoriamente. Os participantes deveriam contar para os cientistas se, naqueles pontos, viam alguma figura. Depois os cientistas cruzaram essas dados com os traços de personalidade dos participantes - e os mais neuróticos eram os que mais encontravam rostos nos pontos, invariavelmente.

Para os pesquisadores, isso faz bastante sentido: pessoas mais neuróticas, que costumam ser mais tensas e emocionalmente instáveis, são mais predispostas à pareidolia como um mecanismo evolutivo. Basicamente, elas estão sempre alertas a ameaças, o que significa que podem achar que há perigo onde não existe. E o perigo pode ter a forma de um rosto.


Mais uma polêmica invadiu as mídias brasileiras. Diante a comoção nacional da morte do cantor sertanejo Cristiano Araujo resultando em uma grande percussão, principalmente na internet, gerou um incomodo ao apresentador e jornalista Zeca Camargo.

No "Jornal das Dez", da Globo News, ele diz que o cantor "talvez tenha morrido cedo demais para provar que poderia ser uma paixão nacional", "Como, então, fomos capazes de nos seduzir emocionalmente por uma figura relativamente desconhecida? A resposta está nos livros de colorir", ele compara. Destacou também "a pobreza da atual alma cultural brasileira".

Nesta segunda (26/06), no seu programa, pede desculpas para os fãs, e comete outra gafe:

"Eu gostaria de aproveitar porque escrevi um comentário na Globo News sobre essa cobertura e acabei sendo, talvez, mal interpretado por alguns fãs. Gostaria de deixar claro que tenho a maior admiração por qualquer artista, sobretudo o 'Cristiano Ronaldo', que não está mais com a gente, que começou com a gente de uma maneira bonita e estourou. Gostaria de me desculpar com quem talvez tenha entendido mal esse texto".

Caramba! Esses dias não estão sendo fáceis pra ele. É explícito que o amago do problema aqui é perspectiva. Zeca não participa desse ambiente "popular". Consequentemente ele não está a par do que acontece, nem das pessoas, dos comentários, das novidades. Portanto, o que ele disse é a partir do que ele viu, sentiu, percebeu.

Assim também é a nossa maneira de formular opiniões. Sempre julgamos a partir de nós mesmos, e, por isso, muitas vezes são críticas equivocada, ou incompletas. Fica pra nós essa lição de antes saber o que está falando. Tentar entrar no lugar do outro, estudar o assunto. Abrir a mente para ser parcial a todos os lados.

Defender um ponto sem analisar todas os outros é arrogância, rigidez de pensamento. Ignorância.



Neymar fez parte dessa vitória do Barcelona que garantiu a Taça de Campeão na Champions League. Não só deu passes, mas fez ainda um gol no final. Na verdade ele fez um outro antes, mas foi anulado. Motivo? A bola bateu na mão, desviando o sentido da bola. E ele? Negou até as ultimas, dizendo que bateu no ombro. Mas as câmeras não mentem.

"Confira comigo replay":



Fim de jogo. Em tom de agradecimento, Neymar aparece com uma faixa (imagem a cima) com a mensagem 100% Jesus. Chega ser irônico. Mas quantos de nós não fazemos o mesmo?

Escolhemos ser os marketing de Deus. Os adesivos, as faixas, as camisetas e agora as Marchas. Esquecemos que é o nosso trato com as pessoas, as nossas atitudes cotidianas, nos gestos simples que faz toda diferença, que toca as pessoas. Somos a materialidade de Deus na terra. A voz da atitude é muito mais audível que o das palavras.

Não foi o que disse o Nazareno? "Nem todo aquele que me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.". E quem fez a vontade de Deus? 
“Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram”. Então os justos lhe responderão: “Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?” O Rei responderá: “Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram"
Que intensão agora pra frente seja ser, e não aparecer. Sem mais.



Dia 25 de abril um forte tremor que atingiu o Nepal deixou mais de 7 mil mortos e pelo menos 14 mil feridos, segundo balanço do Centro Nacional de Operações de Emergência do país, divulgado neste domingo. No sábado, o governo do Nepal já tinha informado não ter esperanças de encontrar mais sobreviventes do terremoto.

Os números oficiais são 7.040 mortos e 14.123 feridos. O tremor de 7,8 graus de magnitude destruiu grande parte de Katmandu e muitos vilarejos próximos ao epicentro, registrado a 70 km da capital do Nepal. A pergunta mais ouvida é: ONDE ESTÁ DEUS NISSO AI?

Não vou entrar no campo teológico explicando o porque acontece essas coisas. Temos leitores até ateus e alguns cristãos "indignados" por Deus, então não muito afim de decorrer sobre tal teoria, uma vez que ela mostra que o homem foi quem causou isso através daquela atitude de viver independente de Deus. A terra sangrou e agora tem data de vencimento. Resumindo, Deus permite que as coisas sigam seu fluxo. Ele não as causa (ponto). Quero mudar nossa perspectiva, a direção do nosso olhar e ver o que está além disso.

Se questionamos o amor de Deus, vamos inverter a questão: Onde estava o homem em um acidente de moto onde o veiculo deu perda total e o condutor não sofreu um arranhão? Onde estava o homem quando um garoto brinca próximo a um lugar perigoso longe dos pais? Agora ainda mais direto: Quem cuidou daquele recém nascido que ficou sobre os escombros durante 3 dias?

O que acontece é consequência de uma terra que geme por transformação, pela manifestação dos seus Filhos de Deus. Podemos ver o cuidado de Deus ainda no meio disso. Ele está no coração de quem leva doações. De quem coloca as mãos na massa. Está na superação de levantar sobre as cinzas. Na esperança de recomeçar. É ai que Deus está.

Um dos grandes estigmas na luta contra o alcoolismo, reforçado inclusive por diversas campanhas publicitárias ao longo dos anos, é a percepção errônea de que o alcoólatra é o culpado pelo próprio vício e que, portanto, pode se livrar dele sozinho, quando quiser. Reconhecendo que o alcoolismo nada mais é do que uma doença, a J.Walter Thompson acaba de lançar uma nova comunicação para os Alcoólicos Anônimos (AA) que busca romper com esse estigma. Com o conceito “A gente não vai te ajudar, a gente vai se ajudar.” a campanha ilustra o princípio básico do grupo: quando você ajuda outros a ficarem sóbrios, você também atinge a sobriedade.

A comunicação conta com 6 anúncios com ilustrações assinadas por Andres Sandoval, que serão veiculas em mídia impressa e pontos de ônibus. Em todas as peças, fica evidente o novo conceito da ajuda mútua. “O que queremos é que o alcóolatra perceba que ele não é apenas o paciente dessa história. Ele também é o doutor, capaz de ajudar muitos outros alcoólatras a se manterem sóbrios também. É uma campanha que empodera, em vez de vitimizar ou apontar dedos”, conta Mariana Borga, Diretora de Criação da J.Walter Thompson.

Outro destaque da campanha foi a criação de um book com essa nova abordagem, que serve de aliado para a metodologia de tratamento do AA. Ele será utilizado nas apresentações da entidade em empresas, hospitais e demais instituições de saúde, servindo de orientação para identificação e direcionamento do tratamento do problema. O livro inclui também os tradicionais 12 passos do AA na luta contra o alcoolismo.

Confira algumas ilustrações da campanha:






Nunca antes na história deste pais houve tanta insatisfação a respeito do atual governo. Aliás, houve sim, no tempo do Collor, e pelo mesmo motivo: Mexeu no dinheiro do povo.

Não digo que o atual governo do Brasil está errando. O aumento dos impostos, os mudanças aos direitos trabalhistas e os reajustes a renda distribuída à educação e saúde são medidas emergenciais em consequência da má política do mesmo governo no mandato passado, o qual, como visto, foi reeleito apesar de tantas promessas, tantas ameaças (perda de benefícios) e mesmo não apresentando um projeto de governo. Ai, pra quem disse que "pior não fica", queima a língua agora.

Uma das razões claras da presente crise no país é a Corrupção revelado na roubalheira direta e indiretamente. Pegando dinheiro vivo, construindo mordomias desnecessária. Se julgamos que todos políticos roubam não estamos generalizando, afinal, quem não rouba, recebe pra manter o bico calado.

Oxalá se corrupção estivesse apenas no Congresso. Quem denuncia a corrupção e não olha pra si primeiro o faz hipocritamente. Isso! Somos corruptos desde berços. Nossos país nos ensinaram. Você já fez sem querer querendo. Corrupção "significa oferecer algo para obter vantagem". 

Então aquela furada de fila, aquele troco errado, aquela mudada de data no celular pra ganhar mais vida no Candy Crush , aquele juros em um empréstimo, a omissão na venda de um produto, o "dar de bobo pra viver" e o nosso Jeitinho Brasileiro também é Corrupção!

Ai você pode questionar: Que exagero. O que essas pequenas coisas tem haver com esse roubalheira generalizada!? Tem tudo haver! Isso faz parte do nosso caráter. O problema não está em que eu ganho vantagem, mas no ato de se fazer, na intenção. No que somos corruptos fica apenas em questão de oportunidade.

Se queremos mudar o mundo, começamos de nós. Somos o futuro da nação!

Um mero "like" efetuado no Facebook ajuda a dizer mais sobre alguém do pode parecer — ao menos para as máquinas. É o que mostra um estudo da Universidade de Cambridge realizado com 86 mil usuários da rede social. Nele, programas de computador conseguiram prever a personalidade dessas pessoas, por meio de suas preferências no Facebook, de forma mais precisa que seus colegas de trabalho.

No experimento, os cientistas utilizaram softwares de inteligência artificial para analisar "likes" de usuários no Facebook e identificar as suas personalidades baseado em cinco traços comumente utilizados em testes psicológicos: flexibilidade, consciência, extroversão, agradabilidade e neuroticismo.

Por exemplo, um "like" no filme "Kite Runner", ou em "estudar", indicava à máquina que a pessoa deveria ser organizada e consciente; enquanto a preferência na rede social pela banda Velvet Underground, ou o escritor Douglas Adams, sugeriria espontaneidade e menos consciência.

Quando mais "likes" o computador fosse alimentado, mais preciso se tornava as suas previsões de personalidade de alguém, afirmou ao site "The Independent" David Stillwell, um dos pesquisadores do experimento.

— Nós usamos uma tecnologia de aprendizado de máquina para ver com qual precisão nós consequiríamos prever a personalidade de alguém e comparamos essas análises feitas pelo computador com as previsões feitas por amigos, familiares e as próprias pessoas analisadas — afirmou Stillwell. — Percebemos que o computador pode prever personalidades com mais precisão que a esposa da pessoa, que um amigo próximo, um familiar, e muito melhor que um amigo de trabalho.

A máquina foi capaz de fazer análises melhor que amigos ao ser alimentada com cerca de 70 "likes". Com mais de 150, foi capaz de avaliar alguém melhor que um parente. Acima de 300 likes, a precisão se aproximou daquelas feitas por cônjugues.


Vi indignação por parte de muitos cristãos a respeito do jogo da Seleção por ser justamente no mesmo dia e hora do culto dominical. Já se ouve até sobre Conspiração da Globo ou da Fifa, que fez isso de propósito só pra atrapalhar a "Igreja".

O que eu tenho a falar sobre isso são duas coisas.

1. Se você vive de culto no domingo, sua vida cristã é uma farsa.

Paulo disse que a transformação da mente, e a entrega á vontade de Deus é o nosso culto racional. Isso quer dizer que quando assim fazemos estamos oferecendo o verdadeiro culto a Deus, pois ele é feito racionalmente, e não automaticamente, como marionetes que cantam mas nem sabe o que está cantando, que ouve a mensagem achando que por ouvir já te faz bem, sendo que ouvi-la e não por em prática é tolice e desperdício de tempo.

A pessoas que vive só de êxtase (ou "fogo" do Espírito) que se não for no culto se enxer, ele fica vazio a semana toda e corre o risco de se "desviar". Há quem vive na dependência do pastor ou líder. Meu irmão, Deus está aqui, Deus está ai, Deus está dentro de nós e também além de nós. Ele está a disposição, LOUCO pra ter relacionamento pessoal. Se ainda precisamos de coisas, de programações, de pessoas pra buscar a Deus, então nem começamos a engatinhar na fé.

Se o que fazemos, fazemos somente no culto, então o Evangelho não está no nosso coração e estamos apenas seguindo um script, ou mesmo praticando um hobbie. Encontrar os irmãos, adorar a Deus, ler a bíblia é algo que deve ser diário.

2. Porque não mudar o dia?

Porque tem que ser no domingo? Porque é um dia que a maioria tem disponibilidade de tempo, ou porque se tornou um dia santo pra nós? Se é um dia santo pra você, então peço que volte a ler o que escrevi acima. Se é por disponibilidade, porque não optar em mudar essa semana para o sábado, e deixar os irmãos a disponibilidade de ver o jogo com suas famílias, ou mesmo fazer um evento de comunhão na casa de alguém pra ver o jogo?

Concluindo

Viver Igreja é viver o sentido do nome dela (Eclésia = Chamados pra fora). É vivê-la fora das paredes institucionais, consciente, suficientemente. Não estou menosprezando os cultos semanais, pois eu também participo e sei da sua importância. Só critico a idolatria de tal dia.  

Se um jogo nos atrapalha então a questão não está nas "Conspirações" e sim com o nosso viver igreja. Estamos sendo superficiais, e o problema é bem mais complexo que pensávamos.
 "Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos...

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas..
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? :)
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja, querida pátria chamada BRASIL!"
Via

Ontem, no Congresso onde acontecia a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do caso Carlinhos Cachoeira no Congresso, diante ao silêncio de Demóstenes Torres, ex-senador e acusado de ter participado das atividades do empresário, o deputado federal (PTB-PE) Sílvio Costa pediu a palavra e disse o seguinte:
“Vossa Excelência passou cinco horas e não conseguiu se explicar ao país. O seu silêncio é a mais perfeita tradução da sua culpa."
"Ele escreve em letras garrafais: eu, Demóstenes Torres, sou sim membro da quadrilha do senhor Cachoeira, sou sim o braço legislativo da quadrilha do senhor Cachoeira.”
E disse mais:
"Se o céu existe, o senhor não vai para o céu porque o céu não é lugar de mentirosos, de pessoa hipócrita.” 
O senador Pedro Taques (PDT-MT) interrompeu pedindo questão de ordem para sugerir o encerramento da sessão. Sílvio Costa continuou gritando, mas o presidente concedeu a palavra a Taques. “Senador da República não pode tratar um parlamentar, não pode tratar quem quer que seja, com indignidade. Pessoas morreram no mundo em razão do direito constitucional ao silêncio. Devemos obedecer a Constituição Federal”, disse. E ae foi o fim! Silvio Costa descontrolado gritou com Demóstenes e com Taques, e, mesmo quando o encerramento da sessão, o deputado continuou a ofender o senador Taques.


Nominei esse artigo "Um 'Pastor' no Congresso" porque achei muito semelhante a atitude do deputado com a de muitos pastores que se acham donos de alguma coisa. Essa mania de julgar as pessoas, acusando-as de seus erros e mandando elas pro inferno. Existe até mesmo um congresso como esse, diante das "autoridades" e de toda a igreja para o jogamento de seus membros. Outra atributo é a arrogância, onde não aceitam serem repreendidos. Alguém que estiver contestando contra eles é acusado como carnal, perseguidor da igreja, um herege.

Sonho em ver (pelo menos a maioria) das igrejas com um ambiente de graça, de compaixão, amor e de terapia; sem preconceitos; de aceitação e não repreensão. Que abraça, encoraja, perdoa, esquece, desenvolve e edifica. Um lugar tão livre de culpas e de medos, que as pessoas se sintam a vontade de serem transparentes, aniquilando pela raiz a hipocrisia.

Muito se tem falado sobre a proposta do novo Código Florestal. O movimento #VetaDilma, tão propagado nas redes sociais, mostra que o assunto vem despertado polêmica e promovendo discussões sobre o assunto entre pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais. E isso não é ruim. O fato de um tema de interesse comum mobilizar a população é altamente benéfico. O grande problema é quando opiniões e certezas sobre este tema são alicerçadas em factoides, em suposições, no disse-me-disse sem profundidade nem conhecimento técnico.

Infelizmente, grande parte das pessoas dentro e fora das redes sociais que se posiciona contra o novo Código Florestal nunca leu o texto do projeto na íntegra nem se deu ao trabalho de fazer um comparativo entre o atual Código Florestal (Lei 4.771), que data de 1965, e a proposta encaminhada agora pelo Congresso Nacional à presidente Dilma Rousseff. Diante desse fato, gostaria de fazer algumas ponderações que julgo pertinentes e esclarecedoras, visto que estamos prestes a uma decisão da chefe do Executivo que impactará todo o País.

A primeira delas diz respeito à importância legal e democrática do novo Código Florestal. Se levarmos em conta que a Lei 4.771 foi modificada diversas vezes ao longo dos anos, por meio da Medida Provisória 2166/01 – MP essa que, pasmem, teve 67 reedições! –, e que este fato deu-se sem ampla discussão e participação popular, como foi o caso do novo Código, pode-se concluir que apenas nesse quesito já obtivemos um grande avanço. É inadmissível que um tema tão importante quanto a preservação dos recursos naturais brasileiros continue sendo objeto de regulação de MPs eternamente reeditadas, em situações e critérios obscuros, que não refletem a vontade da maioria.

Outro ponto que deve ser analisado é a ideia de que o novo Código Florestal permitiria o aumento do desmatamento e daria anistia aos desmatadores do passado. Na verdade, em momento algum o texto fala sobre isso. O que se propõe é a conversão de multas, que muitas vezes possuem valor superior ao do imóvel, em um programa de recuperação ambiental. Dessa forma, o produtor faria o reflorestamento com seus próprios recursos e as multas seriam canceladas. Tal fato resultaria, conforme o Ministério do Meio Ambiente, em cerca de 33 milhões de hectares que deixariam de ser área produtiva para tornar-se área verde reflorestada.

Gostaria, ainda, de refletir sobre o princípio da reciprocidade, uma das grandes novidades positivas do novo Código Florestal. O dispositivo confere a possibilidade de adoção pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) de medidas de restrição às importações de produtos de origem agropecuária ou florestal de países que não observem normas de proteção ambiental semelhantes às brasileiras. Enquanto o Brasil tem cerca 70% do território coberto por vegetação nativa, outros países da Europa e mesmo vizinhos da América do Sul têm praticamente zero. Tal medida estimularia os parceiros comerciais a tornar seus mecanismos de proteção ambiental mais efetivos.

Obviamente, o texto do novo Código Florestal não é perfeito, mas representa um considerável avanço em vários aspectos, em relação à legislação hoje vigente, sobretudo no que diz respeito à questão da participação popular, pois dezenas de audiências públicas e debates foram realizados. Além disso, é preciso frisar que, caso a presidente vete o novo Código, tal fato vai instaurar um nível de insegurança jurídica e embate institucional tão grande, que pode causar prejuízos inimagináveis ao País.

Diante de tais riscos, é hora de deixar a paixão e o fanatismo de lado, e usar a razão e o bom senso. Aos que fazem parte do movimento #Veta, Dilma, a sugestão de buscarem informações técnicas e confiáveis sobre o assunto e não se deixarem levar por mitos e modismos. À presidente, meus ensejos de ponderação nesse momento tão importante para o Brasil. Vetar o novo Código Florestal para evitar críticas e ceder à pressão movida pelo desconhecimento é dar um passo atrás, no longo caminho que precisamos trilhar rumo ao desenvolvimento sustentável.

Clarismino Junior é advogado especializado em Direito Ambiental
(Jornal O Popular - Opinião)



O programa CQC explica para você qual o papel da Comissão da Verdade, criada na semana passada pela presidente Dilma Roussef.

Li no jornal sobre uma criança, em Brasília, que foi brutalmente espancada pelos pais. Como resultado, perdeu os movimentos do corpo e ficou sem fala.

Internada no Hospital de Base, ela foi cuidada por uma enfermeira que lhe dizia diariamente: “eu te amo”. 
Embora os médicos garantissem que não conseguiria escutá-la, e que seus esforços eram inúteis, a enfermeira continuava a repetir: “eu te amo, não esqueça”.

Três semanas depois, a criança havia recuperado os movimentos. Quatro semanas depois, voltava a falar e sorrir.

A enfermeira nunca deu entrevistas, e o jornal não publicava seu nome – mas fica aqui o registro, para que não esqueçamos nunca: o amor cura.

PC (Solomon)

O pastor e deputado federal Marco Feliciano se mostrou indignado com o programa PC na TV apresentado por PC Siqueira na MTV. Na edição do dia 3 de maio o apresentador comentou sobre uma igreja católica do Estado do Paraná que foi pichada dizendo para seus telespectadores que enviassem fotos de outros templos que fossem pichados. Feliciano afirmou que vai entrar com uma representação junto ao Ministério Público para que o programa seja retirado do ar e também está pedindo uma retratação da emissora. Ele também prometeu mobilizar as bancadas evangélica e católica no Congresso para que também se posicionem contra o programa. “Como venho alertando, existe um movimento que milita contra as bases da nossa sociedade, e para tanto, atacam sem dó nem piedade o cristianismo, se nos calarmos o que virá a seguir?”, escreveu o deputado em seu site. (Portal Creio - Leia mais sobre a notícia)

Veja o que um "Bispo" falou em seu Twitter:


O mundo hoje está cheio de "não me toque" não é verdade? Tudo é motivo de retratação e processo. Não se pode ser irônico ou sarcástico. "Cristofóbicos"? De onde ele inventou isso? Mas o que tenho a questionar é o seguinte.

O que Jesus fez quando foi perseguido? O que ele disse aos apóstolos a respeito disso? O que eles fizeram então?

Jesus disse que seriamos escória (esterco, lixo) do mundo. E que na verdade não teríamos culpa alguma pois na verdade estariam perseguindo o nome Dele. Por isso seriamos presos e castigados injustamente. 

Ainda sobre perseguição ele disse que se batessem na face deles, que estes oferecessem a outra.

E foi o que de fato os apóstolos fizeram? O mesmo que Jesus. Foram perseguidos cruelmente sem motivo, porém não manifestaram uma ação de defesa e nem prometeu que iriam fazer justiça. Depois de serem acoitados se alegravam por ser participantes de tão maravilhoso privilégio de ser por causa do nome de Jesus. E agora vêm alguns que só porque alguém talvez se expressou mal, já querem acabar com a vida dele. Ajuda aê né!

"Venham a mim, pois sou manso e humilde de coração" - Jesus de Nazaré



"Em casa de menino de rua, o último a dormir apaga a lua", diz o poeta popular paulistano Giovani Baffô. Uma bola e inspirada imagem da rotina dramática que predomina nas calçadas, sarjetas, sob as marquises e viadutos. A poesia também ajuda lembrar, a quem já se esqueceu, que debaixo daqueles trapos sujos e cabelo emaranhados há gente de carne e osso, com sangue correndo pelas veias, coração batendo e muita história pra contar.

O músico Júlio César Pena, 51 anos, um invisível de 1,98 metros de altura, é uma prova disso. Personagem de repostagem no jornal O Popular, ele revelou como chegou à vida de morador de rua. Fã de Chico Buarque e Elis Regina, Júlio já promoveu shows, cursou e concluiu o ensino médio, foi supervisor e educador social do SOS Criança. Mergulhado na depressão depois de problemas com a ex-mulher, abandonou tudo, perdeu referências e foi parar na rua. Entre uma estrofe e outra de Djavan, ele contou sua história ao jornalista, o que permitiu o reencontro com a família - a reportagem foi lifa por um irmão da cidade de Rio Verde/GO, que o procurava havia sete anos.

Não foi a primeira vez que uma matéria do jornal ajudou a tirar alguém da rua. No fim da década de 90, o protagonista foi Ludovino Fernandes, então com 24 anos. Aos 12, ele fugiu dos maus-tratos do avô no Mato Grosso e veio parar em Goiânia. Surdo e mudo, vagou pelas ruas durante outros 12 anos, sem saber como voltar para casa, até que foi internado no Hospital de Urgência (HUGO) com grave intoxicação alimentar, após comer restos achados do lixo.

No hospital, desenhou um rio, uma ponte, índios e árvores, num esforço desesperado de comunicação para tentar indicar qual era sua cidade e reencontrar a família. A reportagem que contava detalhes do drama, chamou a atenção de um radialista de Nova Xavantina (MT). A descrição lhe pareceu familiar e ele espalhou a notícia em um programa de rádio. Uma vizinha da família ouviu e garantiu a última providência para o final feliz, avisando os parentes. Ludovino voltou a viver debaixo de um teto, com a mãe e os irmãos.

Nos dois casos, bastou que Júlio e Ludovino fossem ouvidos e observados como seres humanos - e não como trastes e incômodo social - para que eles retomassem seu caminho. Mesmo que não seja sempre tão simples assim, é fato que existem outras dezenas de invisíveis que querem ser vistos e reencontrados.

(...)

Silvana Bittencourt (Da Redação, Jornal O Popular - 27/01)