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... que a comida e o corpo mais importante que a roupa –

Jesus apresenta pelo menos oito motivos aos discípulos para não viverem preocupados com o amanhã. O primeiro encontra-se no versículo 25: “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir". Por quê? Porque "a vida [é] mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa". O que isso significa?

Por que temos a tendência de nos preocupar com comida e com roupa? Porque há três coisas que perderemos se não tivermos comida e roupa. Primeira: perderemos alguns prazeres. Afinal, a comida agrada ao paladar. Segunda: perderemos alguns elogios humanos e olhares de admiração se não usarmos roupas bonitas. Terceira: possivelmente perderemos a vida se não tivermos alimento para comer ou roupas que nos protejam do frio. Preocupamo-nos com comida e com roupa porque não queremos perder prazeres físicos, elogios humanos nem a vida.

Jesus reage assim a essas preocupações: "Se você for dominado pelas preocupações com essas coisas, deixará de ver as grandezas da vida". A vida não nos foi concedida para o prazer físico acima de tudo, mas para algo bem maior — agradar a Deus (Lucas 12.21). A vida não nos foi concedida para receber a aprovação dos homens acima de tudo, mas para algo bem maior — a aprovação de Deus (João 5.44). A vida não nos foi concedida para ser prolongada neste mundo acima de tudo, mas para algo bem maior — a vida eterna com Deus no futuro (3.16).

Não devemos nos preocupar com comida e com roupa porque elas não proporcionam as coisas grandiosas da vida, isto é, agradar a Deus, buscar sua graça e misericórdia, querer passar a eternidade em sua presença. Se vivermos preocupados com essas coisas, deixaremos de ver os grandes propósitos da vida centralizada em Deus.

- John Piper


Por mais agitada e frustrante que a vida moderna possa ser, os maiores perigos não são as inconveniências materiais ou temporais. Uma pessoa pode fazer trabalho físico por doze horas diárias, seis dias por semana, a vida inteira e não sofrer por isso. Na verdade, ele (ou ela) poderá ser mais saudável ao fazer isso. Mas se o esforço for mental — como é o caso da maioria dos empregos e para a maioria de nós — os efeitos negativos sobre o corpo poderão ser gigantescos. Assim, não ignore o perigo físico de estar ocupado demais. Mas lembre apenas que as ameaças mais sérias são os perigos espirituais. Quando estamos ocupados como loucos, colocamos em risco nossa alma. O desafio não é apenas fazer desaparecer alguns maus hábitos. O desafio é impedir que as nossas vidas espirituais desvaneçam. Os perigos são sérios e crescentes. Poucos entre nós estão tão seguros quanto pensamos.

O primeiro perigo é que estar ocupado demais pode estragar nossa alegria.

Esta é a ameaça espiritual mais imediata e óbvia. Como cristãos, nossas vidas deviam ser caracterizadas pela alegria (Filipenses 4.4), com sabor de alegria (Gálatas 5.22) e cheias da plenitude da alegria (João 15.11). Ocupação em demasia ataca tudo isso. Um estudo diz que pessoas que viajam diariamente a serviço experimentam maior nível de estresse do que pilotos de aviões de bombardeio ou policiais. É isso que estamos enfrentando. Quando nossa vida está frenética e desvairada, somos mais propensos à ansiedade, ressentimentos, impaciência e irritabilidade.

Enquanto eu trabalhava neste livro, pude perceber em meu interior um espírito melhorado. Não por meus escritos, mas pelo tempo de folga que recebi para fazer o trabalho de escrever. Durante aquelas semanas sem as pressões de viajar, reuniões e constante preparo de sermões, descobri estar mais paciente com meus filhos, mais atento e sensível para com minha esposa, mais disposto a ouvir de Deus. É óbvio que todo mundo tem semanas e meses em que tudo que pode dar errado, e dá mesmo errado. Nesses períodos teremos de lutar com força para ter alegria no meio de muita ocupação. Mas poucos de nós lutarão agora mesmo em prol da alegria da próxima semana, enfrentando os hábitos desnecessários de ocupação atarantada que tornam a maioria das semanas em infeliz perturbação.

Há muitos anos escutei uma entrevista com Richard Swenson, médico cristão, sobre o conceito de “margem”. Não existe nada singularmente cristão sobre a ideia em si; mas existe algo muito anticristão em ignorá-la. “Margem”, diz Swenson, “é o espaço entre nosso fardo e nossos limites”. Planejar com margem significa planejar para o não planejável. Quer dizer que entendemos o que é possível a nós, criaturas finitas, e então agendamos para menos que isso!

No ano que se passou, percebi que eu não planejara nenhuma margem em minhas semanas — na verdade, tenho uma margem reversa. Olho para a próxima semana e antes de surgir qualquer interrupção ou novas oportunidades ou empecilhos, já tenho ideia de como conseguir fazer tudo. Vejo o agendamento das reuniões, os sermões que terei de preparar, os e-mails que preciso escrever, os blogs que tenho de postar, os projetos que tenho de completar, as pessoas que tenho de atender, e calculo que, se tudo der certo, ou um pouco melhor do que esperado, consigo espremer tudo na agenda. Mas, claro, não existem semanas ideais, e acabo sem nenhuma margem para absorver as surpresas. Então, eu corro, me arraso, e ocupando-me loucamente, boto a mão na massa. É só isso que consigo fazer naquele momento, porque não planejei melhor semanas atrás.

A ocupação desenfreada é como o pecado: mate-o ou ele vai matar você. Todos nós caímos num molde previsível. Começamos a nos sentir sobrepujados por um ou dois grandes projetos. Depois ficamos arrasados com o desgaste e perdemos esperança de encontrar novamente a paz e juramos que temos de mudar as coisas. Aí, duas semanas mais tarde, a vida parece mais suportável e esquecemos o que juramos até que o ciclo se repita novamente. Não percebemos que o tempo todo temos sido uns desgraçados sem alegria, retrucando sem dó e sendo pessoalmente simpáticos tanto quanto um gato arredio. Quando a ocupação vai atrás da alegria, vai contra a alegria de todo mundo.
No casamento, a ira rivaliza com a lascívia como um assassino. Minha opinião é que a ira é um inimigo pior do que a lascívia. A ira também destrói outros tipos de camaradas. Algumas pessoas têm mais ira do que pensam, porque ela tem disfarces. Quando a força de vontade esconde a raiva, a ira queima no íntimo, e os dentes da alma rangem com frustração. Ela pode manifestar-se em lágrimas que parecem tristeza. Mas o coração tem aprendido que esta talvez seja a única maneira de revidar a tristeza causada.

A ira pode se manifestar em silêncio, porque temos resolvido não lutar. Pode se mostrar em críticas severas e correção implacável. Pode atingir pessoas que não têm nada a ver com a origem da ira. Ela sempre se sentirá justificada pelo erro da causa. Afinal de contas, Jesus ficou irado (Mc 3.5), e Paulo disse: "Irai-vos e não pequeis" (Ef 4.26).

No entanto, a boa ira entre pessoas caídas é rara. Foi por isso que Tiago disse: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tg 1.19-20). Paulo também disse: "Os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade" (1 Tm 2.8); e: "Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia" (Ef 4.31).

Portanto, uma das maiores lutas da vida é a luta para manter "longe de nós a ira", e não apenas para controlar suas expressões. Para ajudá-lo nesta luta, eis aqui nove armas.

1) Pondere os direitos de Cristo de ficar irado, mas, depois, considere como ele suportou a cruz como um exemplo de longanimidade: "Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos" (1 Pe 2.21).

2) Pondere quanto você tem sido perdoado e quanta misericórdia lhe tem sido mostrada. "Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou" (Ef 4.32).

3) Pondere sua própria pecaminosidade e tire a trave de seu próprio olho. "Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão" (Mt 7.3-5).

4) Pense em como você não quer dar lugar ao Diabo, porque ira abrigada no íntimo é aquela coisa que a Bíblia diz explicitamente que abre a porta e o convida a entrar: "Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo" (Ef 4.26-27).

5) Pondere a tolice de seu próprio autossofrimento, ou seja, os numerosos efeitos prejudiciais da ira para aquele que está irado - alguns espirituais, alguns mentais, alguns físicos e alguns relacionais. "Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo e refrigério, para os teus ossos" (Pv 3.7-8).

6) Confesse seu pecado de ira para algum amigo de confiança, bem como ao ofensor, se possível. Esta é uma importante atitude de cura: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tg 5.16).

7) Permita que sua ira seja a chave para destrancar os calabouços do orgulho e da autopiedade em seu coração e substituí-los por amor: "O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Co 13.4-7).

8) Lembre que Deus operará todas as coisas para o seu bem, enquanto você confia na graça futura. Seu ofensor pode até lhe fazer o bem, se você reagir com amor: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28). "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes" (Tg 1.2-4).

9) Lembre que Deus vindicará sua causa justa e acertará todas as coisas melhor do que você poderia fazê-lo. Ou seu ofensor pagará no inferno, ou Cristo já pagou por ele. Seu revide seria risco dobrado ou uma ofensa para a cruz. "Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor" (Rm 12.19). "Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1 Pe 2.23).

Que matemos nossa ira e lutemos por alegria e amor cada dia.
John Piper
Em Abril de 2000, Ruby Eliason e Laura Edwards morreram em Camarões, na África. Ruby tinha por volta de oitenta anos, foi solteira por toda a sua vida, dedicou todo seu tempo a apenas uma grande coisa: fazer Cristo conhecido entre aqueles que não tinham sido alcançados, entre pobres e doentes. Laura era viúva, médica, também por volta de oitenta anos, e servia ao lado de Ruby em Camarões. Os freios falharam, o carro desceu um penhasco e ambas morreram instantaneamente. Perguntei à minha congregação: Isso foi uma tragédia? Duas vidas, dirigidas por uma grande paixão: devotar suas vidas à um serviço sem precedentes, por amor aos pobre que perecem e para a glória de Jesus Cristo – mesmo duas décadas depois de seus amigos e colegas americanos haviam se aposentado e dedicado o resto de suas vidas à coisas fúteis.

Eu vou contar o que é uma tragédia. Vou mostrar como desperdiçar sua vida. Considerem a história que saiu na revista Reader’s Digest de fevereiro de 1998: “cinco anos atrás um casal se aposentou antecipadamente, ele tinha 59 anos e ela 51. Hoje eles moram numa cidade litorânea na Florida, onde passeiam em seu iate, jogam softbal e colecionam conchas.” À primeira impressão, pensei que fosse alguma piada sobre o Sonho Americano, mas não era. Tragicamente, esse era o sonho: chegar ao fim da vida – a única e preciosa vida que Deus deu – e fazer com que a grande obra dos seus dias, que será apresentada diante do Criador, seja essa: jogar softball e colecionar conchinhas.

Imagine este casal diante de Cristo no dia do Grande Julgamento: “Olhe Senhor, minha coleção de conchinhas.” Isso é uma tragédia. E as pessoas tem gastado milhões de dólares persuadindo você a sonhar com essa tragédia. Contra isso, eu coloco meu protesto: Não compre essa idéia. Não desperdice sua vida.

Você pode não ter certeza se quer que sua vida faça diferença. Talvez você não se importe em fazer diferença por amor a algo grande. Você só quer que as pessoas gostem de você; se as pessoas estiverem a sua volta você estará satisfeito. Ou se você pudesse ter um bom emprego, uma boa esposa ou marido, algumas crianças, um carro legal, longos finas de semana com uma meia dúzia de amigos, uma boa aposentadoria, uma morte rápida e “fácil” e não ir pro inferno – se você pudesse ter tudo isso (mesmo sem Deus) – você estaria satisfeito. Isso é uma tragédia tomando forma, uma vida desperdiçada.

John Piper

Quando procuramos a santificação (a luta por santidade e contra o pecado - lutamos com instrumentos do evangelho, e o fazemos, talvez, de um modo diferente do que já havíamos feito. Em nossas próprias lutas, em nosso aconselhamento e (para alguns de nós) em nossa pregação, compreendemos que o poder do evangelho para transformar-nos em pessoas radicalmente amáveis não está apenas em sermos perdoados ou considerados justos, mas também em vermos e experimentarmos a glória de Cristo, no evangelho.

Elevaremos 2Coríntios 3:18 a uma posição de importância suprema em nossa busca prática por amor e justiça, "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplamos, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito."

Em outras palavras, a luta por nos tornamos semelhantes a Cristo será, como nunca antes, uma luta por vermos e experimentarmos a Jesus Cristo. Quando, por exemplo, tentarmos ajudar um adolescente a triunfar sobre a pornografia, trabalharemos e oraremos para ajudá-lo a ver e experimentar a glória de Cristo. Não usaremos meramente sistemas de prestação de contas, filtros e argumentações humanas. Procuraremos saturar-lhe a mente e o coração com a visão encantadora do Cristo todo-satisfatório. Não admitiremos que isto seja fácil.

Recordaremos que o deus (Satanás) deste mundo quer cegar nossa mente, para que não vejamos a luz do evangelho da glória de Cristo (2 Co 4:4). Mas agora sabemos onde a batalha tem de ser travada, Tem de ser travada no nível da visão espiritual. Este é o caminho da liberdade do evangelho e do amor radical semelhante ao de Cristo.

Título original: O Poder Transformador da Glória de Cristo no Evangelho
Livro: Deus é o Evangelho - John Piper

É crucial considerarmos isto. Muitas pessoas parecem receber boas-novas sem receber a Deus. Não existe uma evidência segura de que temos um novo coração, se tão-somente desejamos escapar do inferno. Este é um desejo completamente natural, e não um desejo sobrenatural.

Não é necessário alguém ter um coração novo para querer o alívio psicológico do perdão, da remoção da ira de Deus ou da herança no mundo de Deus. Todas estas coisas são compreensíveis sem qualquer mudança espiritual. Você não precisa ser nascido de novo para querer estas coisas.

Não é errado querê-las. De fato, é loucura não desejar tê-las. Mas a evidência de que fomos mudados é desejarmos estas coisas por que ele nos conduzem ao gozo de Deus.

Está é a maior razão pela qual Cristo morreu. É o maior bem na boas-novas. Por que é assim? Porque fomos criados para experimentar felicidade completa e duradoura que resulta de vermos e experimentarmos a glória de Deus. Se a nossa melhor satisfação vem de algo aquém disso, somos idolatras, e Deus é desonrado. Ele nos criou de tal modo que sua glória é manifestada por meio do gozo que temos nela.

O evangelho de Cristo é a boa notícia de que, ao custo de seu próprio Filho, Deus fez tudo que era necessário para cativar-nos com aquilo que nos tornará eterna e incessantemente felizes - ou seja, Ele mesmo.

John Piper
- Deus É O Evangelho

É possível desperdiçar sua vida. Poucas coisas me fazem tremer mais que a possibilidade de tomar dom único que é a vida, e desperdiçá-lo.

Toda manhã quando caminhava até a cozinha quando menino, eu via pendurada na parede a placa que agora está pendurada na minha sala: “Apenas uma vida que logo passará; somente o que é feito para o Cristo durará.” e hoje tenho quase 58 anos de idade, e o rio da vida transborda as cataratas dos meus dias com uma velocidade tremenda. Mais e mais eu sinto o cheiro da eternidade.

E, ah!, como eu quero usar bem minha vida. Ela é tão curta e tão frágil e tão definitiva. Você obtém uma chance de viver sua vida. E então o julgamento. Eu falo como um pai que tem filhos da sua idade, e eu zelo junto com Jesus para que eles e você não desperdicem suas vidas.

John Piper

Fonte: Voltemos ao Evangelho

O bem final do evangelho é vermos e experimentarmos o valor e a beleza de Deus. A ira de Deus e nosso pecado obstruem essa visão e esse prazer. Você não pode ver e experimentar a Deus como extremamente satisfatório, enquanto está em plena rebelião contra Ele, que está cheio de ira contra você.

A remoção desta ira e desta rebelião é o objetivo do evangelho. O alvo final do evangelho é a manifestação da glória de Deus e a remoção de cada obstáculo que impede que vejamos e experimentemos esta glória como nosso tesouro mais sublime.

"Eis aí está o vosso Deus" (Is 40:9) é a proclamação mais graciosa e o melhor dom (presente) do evangelho. Se não O vemos, nem O experimentamos como o nosso maior tesouro, não temos obedecido ao evangelho e crido nele. Existe uma passagem na Bíblia que torna isto ainda mais claro.
"Eles não podem crer, pois o deus deste mundo conservou a mente deles na escuridão. Ele não os deixa ver a luz que brilha sobre eles, a luz que vem da boa notícia (evangelho) a respeito da glória de Cristo, o qual nos mostra como Deus realmente é. O Deus que disse: "Que da escuridão brilhe a luz" é o mesmo que fez a luz brilhar no nosso coração. E isso para nos trazer a luz do conhecimento da glória de Deus, que brilha no rosto de Jesus Cristo." (2Co 4:4,6)

John Piper
Deus é o Evangelho