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... que a comida e o corpo mais importante que a roupa –

Jesus apresenta pelo menos oito motivos aos discípulos para não viverem preocupados com o amanhã. O primeiro encontra-se no versículo 25: “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir". Por quê? Porque "a vida [é] mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa". O que isso significa?

Por que temos a tendência de nos preocupar com comida e com roupa? Porque há três coisas que perderemos se não tivermos comida e roupa. Primeira: perderemos alguns prazeres. Afinal, a comida agrada ao paladar. Segunda: perderemos alguns elogios humanos e olhares de admiração se não usarmos roupas bonitas. Terceira: possivelmente perderemos a vida se não tivermos alimento para comer ou roupas que nos protejam do frio. Preocupamo-nos com comida e com roupa porque não queremos perder prazeres físicos, elogios humanos nem a vida.

Jesus reage assim a essas preocupações: "Se você for dominado pelas preocupações com essas coisas, deixará de ver as grandezas da vida". A vida não nos foi concedida para o prazer físico acima de tudo, mas para algo bem maior — agradar a Deus (Lucas 12.21). A vida não nos foi concedida para receber a aprovação dos homens acima de tudo, mas para algo bem maior — a aprovação de Deus (João 5.44). A vida não nos foi concedida para ser prolongada neste mundo acima de tudo, mas para algo bem maior — a vida eterna com Deus no futuro (3.16).

Não devemos nos preocupar com comida e com roupa porque elas não proporcionam as coisas grandiosas da vida, isto é, agradar a Deus, buscar sua graça e misericórdia, querer passar a eternidade em sua presença. Se vivermos preocupados com essas coisas, deixaremos de ver os grandes propósitos da vida centralizada em Deus.

- John Piper


Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer de tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...

Vinicius de Moraes


Ah! A Páscoa está chegando! Feriado prolongado, ovos de chocolate deliciosos - e cada vez mais caros - e filme de Jesus em quase todos os canais. Sim, a séculos temos comemorado assim essa data, porém sabemos como surgiu a pascoa? Quem a criou? Algumas já sabem, mas, o que Jesus tem haver com ela?

A Páscoa surge no tempo em que Moisés tentava salvar o povo de Israel do Egito e está descrita em Êxodo 12: 1-13. Segue abaixo:
Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas, disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
Onde Jesus entra nessa história?

O Antigo Testamento, apesar que muitos não entenderem isso, é apenas analogia, uma seta que direcionava a Jesus. Conseqüentemente, a Páscoa deve indicá-lo e talvez seja a mais evidente descrita nas Escrituras, pela referência ao Cordeiro, já simbolizado uma vez na história de Abraão ao qual foi o sacrifício substitutivo por Deus e por Jesus ter sido morto na Páscoa.

A consumação do símbolo acontece nele quando um Cordeiro deveria ser imolado para que a morte se desviasse deles. Essa foi a ultima praga que libertou o povo de Israel levando-os em direção a terra prometida. Da mesma forma, Jesus foi o sacrifício propiciatório onde a morte se desviou de nós atingindo ele. É mais ou menos aquela cena de filme onde alguém atira e o outro entra na frente. Aquele que crer, a ira de Deus (morte) seria desviada no Cordeiro, o primogênito de Deus, para que recebessemos liberdade e fosse transportados para a Terra Prometida.

O mais interessante é que esta festa se transformou em um mandamento.
"Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua." - Êxodo 12, 14
E, voltando nossa máquina do tempo a Jesus, durante a Ceia, vemos a cena de Jesus partindo o pão e o vinho, simbolizando seu corpo e sangue que seria rasgado e derramado em prol da salvação dos que iriam crer e termina dizendo que isso deveria ser feito sempre, em memória dele, para que não esquecessem que Deus os salvou.

Concluindo. A Páscoa e a Semana Santa não tem nada haver com nossa cultura consumista de Ovos de Chocolate - apesar de muito bom - , e nem com a cultura religiosa fazendo abstenção de carne bovina e suiná. Tem haver com Jesus e o seu sacrifício. Por tanto desse dia, ao partir do pão, ou mesmo do Ovo de Pascoa, lembre-se que:
"Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças; contudo nós o consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido.Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados. Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós." - Profecia de Isaías.
Com certeza esse assunto apocalíptico atrai e muito a atenção e a curiosidade das pessoas. Querem saber como vai ser, querem desifrar os símbolos metafóricos do livro de João que não está nem em ordem temporal. O fim está no meio, o começo de tudo está no fim e assim vai.

Biochips, caixões fema, anti-cristo se levantando e prol da paz. Illuminats. Até a teoria maia do 2012 está valendo. Profetas se levantam e influência muitos "fieis" à sua teoria de que sabe o dia que o mundo acabará. Mas de verdade, devemos mesmo ficar complexos a saber disso? Alugém poderia me responder: "Claro, precisamos alertar as pessoas do doloroso fim que os espera, pra quem elas espertem pra vida.

Bom, pregar Jesus por meio do medo? Num sei se é exatamente assim o certo. O livro de apocalíspe não veio pra trazer medo, mas esperança aos que sofrem pelo evangelho. Vem dizer da glória que haverá no fim de tudo, na justiça de Deus.

Outra coisa. A tamanha curiosidade dessas pessoas na verdade são atos de preocação, ou seja, para que esses acontecimentos não as pegue de suspresa. O fato é que estão esperando acontecer alguma coisa para abrir o leque do fim. Abra os olhos! Desde quando o mundo foi criado, ele está andante cegamente para o seu fim. Desde os tempos de Adão já foi apertado o botão da bomba. Estamos no fins dos tempos e os sinais estão ai. Fome? sempre teve. Amor? Se esfriando a cada vez. Pecado? Cada dia mais livre, orgulhoso e abundante.

O fim está ai, inevitalvelmente. E o que fazer? Nada. Nada? Isso. Não nada o que fazer contra isso. Digo isso pois penso que a procura pelas informações do fim é na verdade uma maneira pra escapar disso. Mas não há. Então o que há se fazer é o que sabemos que devemos fazer. Amar as pessoas como se não houvesse amanhã, pois ele, na verdade, não há. Amar a Deus com todas as forças. Anunciar a esperança em Cristo, pois o fim e o inferno, é viver sem Ele!


"Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós, Ele enviou o seu filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio Dele. Nisto consiste o amor: não em que tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o seu filho como propiciação pelos nossos pecados" (1Jo 4:9-10)
Existem duas ocasiões quando Cristãos comprometidos tendem a duvidar do amor de Deus. A situação mais comum é quando nós, por alguma razão, nos tornamos imensamente conscientes de nossa falta de moralismo, que pode ser evidenciada em algum padrão persistente de pecado em nossas vidas ou, talvez, uma imoralidade total de nosso ser. Nessas horas, nós temos a tendência de pensar: "Como Deus pode amar alguém tão pecaminoso como eu?".

Em ambos os instantes devemos olhar novamente para a Cruz e ver Jesus carregando aqueles pecados todos que nos faz sentir tão culpados. E depois devemos nos lembrar que "Por nós [Deus] fez com que Ele se tornasse pecador sem nunca ter pecado, então nele talvez nós possamos nos tornar corretos para Deus" (2 Coríntios. 5:21). Deus tomou o nosso pecado- até mesmo aquele que causa sofrimento imediato- e cobrou isso de Cristo, e Ele tomou a sua perfeição e creditou a nós. Deus fez isso, não porque nós éramos agradáveis, mas devido ao seu próprio amor gerado. Como João disse no texto acima, "não foi devido ao nosso amor por Deus, mas o Seu amor por nós".

A segunda ocasião comum que temos a tendência de duvidar do amor de Deus é em momentos de adversidade. Podemos pensar: "Se Deus realmente me amasse, Ele não permitiria que isso acontecesse." Nessas horas de dúvida, precisamos olhar novamente para a cruz e ver Deus entregando Seu filho para morrer em nosso lugar (Romanos 8:32). Depois disso, foi neste contexto que Paulo perguntou: "Quem pode nos separar do amor de Cristo?" E algumas sentenças posteriores ele próprio responde a sua pergunta com uma afirmação estonteante: "nada será capaz de nos separar do amor de Deus em Jesus Cristo nosso Senhor" (Romanos 8:35-39).

O grande Puritano John Owen certa vez escreveu: "A maior dor e aflição que pode abater o Pai, a maior crueldade que você pode fazer com Ele é não acreditar que Ele te ama". Podemos esperar que Owen dissesse que a maior dor que poderia abater o Pai é omitir alguns pecados escandalosos que desonre o nome Dele. Certamente, o pecado faz com que Deus sofra, mas Owen nos diz que duvidar do amor Dele faz com que Ele sofra ainda mais. Então, quando tentar duvidar do amor de Deus, ou por causa de seu pecado ou por suas circunstâncias difíceis, olhe para a Cruz, e lembre-se que na Cruz, Deus provou Seu amor acima de qualquer dúvida. Na realidade, não espere por tempos difíceis. Olhe para a Cruz todos os dias para se fortificar contra aqueles tempos de dúvida e desencorajamento. Porém, tão glorioso quanto a verdade sobre o amor de Deus por nós, John não nos deixa apenas deleitarmo-nos neste amor por nosso mero prazer.

Deus prometeu nunca nos abandonar (Hebreus 13:5), suprir todas as nossas necessidades (Filipenses 4:19) e fazer com que todos os eventos aconteçam para nosso próprio bem (Romanos 8:28). Ele até mesmo disse sobre a disciplina que Ele impõe a nós de tempos em tempos, pois a correção faz com que compartilhemos mais e mais de Sua Santidade (Hebreus 12:5-11).

Da mesma maneira, devemos amar uns aos outros no Corpo de Cristo com afeto de irmãos (Romanos 12:10). Isso significa que devemos tomar conta uns dos outros, encorajando um ao outro, orando um pelo outro, e quando apropriado, ajudar um ao outro materialmente (1 João 3:16-18).

Obviamente, nunca poderemos amar um ao outro exatamente da mesma maneira, ou com a mesma intensidade, que Deus nos ama. Podemos perdoar, mas nunca podemos reparar o pecado do outro. E Deus é soberano em seu amor. Ele tem o poder de expressar o Seu amor de maneira total relacionada com Sua razão. Nós não podemos fazer isso. Nosso desejo sempre excede nossa habilidade de expressar nosso amor de maneira tangível. Mas nunca podemos perder de vista o Seu amor por nós, ou em relação a nossa base com Ele ou com o próximo. João disse, "Nós amamos porque Ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). Note que o objeto de nosso amor é indefinido. João quis dizer que amamos a Deus ou ao próximo? O contexto sugere um ao outro. Mas acho que parece que o Espírito Santo conduziu João a deixar o objeto de nosso amor ambíguo, pois ambos são verdadeiros. Podemos apenas amar a Deus enquanto nós nos deleitamos no amor Dele por nós. E podemos amar ao próximo enquanto ponderamos continuamente o infinito amor de Deus por nós. Querido, deixe-nos amar uns aos outros, pois esse é o amor de Deus.

Jerry Bridges
Tradução: Gospel Translations
Editora Fiel
No programa CQC (Custe o Que Custar), transmitido nesse segunda-feira (16/07), os apresentadores satirizaram Demóstenes Torres quando ele, em um pronunciamento, justificou sua amizade com o bicheiro Carlos Cachoeira, dizendo que Jesus andou com Judas, e isso não fazia dele culpado de nada.

O apresentador Marcelo Tas comentou que o mandato de Senador de Demóstenes foi caçado e ele retornará a ser Procurador do estado ganhando em média de R$ 20.000,00. O outro apresentador Marco Luque ironizou: "Já pensou se Jesus voltasse a ser marceneiro? Além de uma cruz, usaríamos um calor com um serrote". Isso me levou a ruminar... E se Jesus voltasse a ser marceneiro? E se naquela noite no Getsemani ele não aguentasse a agonia da cruel morte certa vindoura, e desistisse? O que iria acontecer com a humanidade. Os que morreram esperando, os que creram naqueles tempos que ele é o Filho de Deus, e os que creriam no futuro?

Uso a mesma expressão que um amigo me disse uma vez: "Véi, sem Jesus nóis tava no sal". E estariamos mesmo. Me deterei a apenas duas hipóteses breves:

  • Seriamos Condenados:
Não há, nesse mundo, um justo si quer. Ninguém que pode satisfazer plenamente a vontade de Deus. Ninguém completamente santo (em atos, no consciente e no subconsciente, no desejo ou intenção). Todos pecaram e estavam afastados de Deus, mortos por suas transgressões. Não há ninguém que queira a Deus. A esse, o que era destinado era o condenação, um aniquilação constante e eterna. O pouco de paz e alegria que sentimos seria desfeita. Só existiria dor e sofrimento. Quem pode escapar dessa maldição, se não há ninguém que possa merecer uma salvação disso. Por mais que eu doe a minha vida pelo próximo, pra Deus, tudo é nojento, sem valor.

A unica salvação era um justo morrer pelos injustos. Ele precisaria ser homem, para que satisfizesse a justiça de Deus. Porém, nenhum homem era capaz de tal obra. Esse homem precisaria também ser Deus, para que fosse totalmente integro. Esse é Jesus. Metade homem, metade Deus. Mostrou a essência das coisas, foi a Palavra de Deus expressada em vida. O verbo encarnado. Porém, o feito mais importante seria na cruz, onde, se por meio de um homem (Adão) veio a condenação, por meio de um homem (Jesus) viria a salvação. Quando morresse, ele estaria levando todo escrito de dívida, tudo o que nos era negativo, o que era contra nós, e, por meio da sua ressurreição, ele estaria aniquilando de vez o poder do pecado. A morte. Portanto, quem cresse que Ele, Jesus Cristo era o Filho de Deus, e que é justificador, não precisaria mais apresentar sacrifícios de animais, nem suas obras mortas. O justo viverá pela fé. Fé que Jesus é o enviado de Deus para salvar o mundo. Crendo nisso, NADA nem NINGUÉM poderá nos culpar ou condenar, pois o próprio Deus, por meio do sacrifício de Jesus, nos declarou, não apenas "inocentes", mas JUSTOS.

  • Seriamos uma Máquina Auto-Destrutiva:
Ora, essa salvação não foi apenas da Ira de Deus. O amago do pecado foi a decisão do homem em ser "livre" e viver sem Deus. Uma vez fazendo isso, ele adoraria e obedeceria qualquer outra coisa que não fosse Deus. Esse ídolo poderia ser ele mesmo, outras pessoas, ou coisas. Ele seria então uma máquina de fazer coisas erradas. Por mais que quisesse, erraria o alvo (significado da palavra Pecado). Um rebelde de Deus. O pecado nos afastou então completamente de Deus. Deus estava irado conosco, nós nem queríamos saber dele. Jesus recebeu toda Ira de Deus que satisfez a justiça dEle. Agora era mudar o coração perverso, idólatra e insensato do homem. Todos os prazeres desse coração desconcertado seriam momentâneos. O homem pagaria muito caro por eles. Eles o destruiria aos poucos.

A ressurreição de Jesus não trouxe apenas vitória sobre a morte, mas uma Nova Vida. Agora um coração voltado a Deus, disposto a obedecer. Esse coração se transformará em um templo, onde o Espírito, que é o auxiliador, irá morar e reinar. O homem terá a oportunidade de escolher, de ser livre. Antes, mesmo achando que era livre, era preso a própria liberdade, fazendo-o distrair com tantas diversões na vida, que perderia sua vitalidade e energia, e no final, a vida. De monstro, o homem passou a ser Ser-Humano. Pensante, sensato e controlado. Não adaptado as ilusões e fantasias. Coisas momentâneas prejudiciais. Ele experimenta amor pleno, e vê plenitude de amor em tudo. Tudo vira motivos pra amar a Deus. Tudo é graça. Tudo é favor imerecido. Então esse homem passa a viver no constrangimento desse amor. Processualmente sendo santo, no progresso de ser como Jesus.

Jesus não voltou a sua antiga maneira de viver porque ele não considerava sua vida como preciosa. Havia um propósito central. Esse mesmo sentido foi repassado para nós, que fomos sobreabundados por esse amor. Conduzir pessoas a Deus.




Em Abril de 2000, Ruby Eliason e Laura Edwards morreram em Camarões, na África. Ruby tinha por volta de oitenta anos, foi solteira por toda a sua vida, dedicou todo seu tempo a apenas uma grande coisa: fazer Cristo conhecido entre aqueles que não tinham sido alcançados, entre pobres e doentes. Laura era viúva, médica, também por volta de oitenta anos, e servia ao lado de Ruby em Camarões. Os freios falharam, o carro desceu um penhasco e ambas morreram instantaneamente. Perguntei à minha congregação: Isso foi uma tragédia? Duas vidas, dirigidas por uma grande paixão: devotar suas vidas à um serviço sem precedentes, por amor aos pobre que perecem e para a glória de Jesus Cristo – mesmo duas décadas depois de seus amigos e colegas americanos haviam se aposentado e dedicado o resto de suas vidas à coisas fúteis.

Eu vou contar o que é uma tragédia. Vou mostrar como desperdiçar sua vida. Considerem a história que saiu na revista Reader’s Digest de fevereiro de 1998: “cinco anos atrás um casal se aposentou antecipadamente, ele tinha 59 anos e ela 51. Hoje eles moram numa cidade litorânea na Florida, onde passeiam em seu iate, jogam softbal e colecionam conchas.” À primeira impressão, pensei que fosse alguma piada sobre o Sonho Americano, mas não era. Tragicamente, esse era o sonho: chegar ao fim da vida – a única e preciosa vida que Deus deu – e fazer com que a grande obra dos seus dias, que será apresentada diante do Criador, seja essa: jogar softball e colecionar conchinhas.

Imagine este casal diante de Cristo no dia do Grande Julgamento: “Olhe Senhor, minha coleção de conchinhas.” Isso é uma tragédia. E as pessoas tem gastado milhões de dólares persuadindo você a sonhar com essa tragédia. Contra isso, eu coloco meu protesto: Não compre essa idéia. Não desperdice sua vida.

Você pode não ter certeza se quer que sua vida faça diferença. Talvez você não se importe em fazer diferença por amor a algo grande. Você só quer que as pessoas gostem de você; se as pessoas estiverem a sua volta você estará satisfeito. Ou se você pudesse ter um bom emprego, uma boa esposa ou marido, algumas crianças, um carro legal, longos finas de semana com uma meia dúzia de amigos, uma boa aposentadoria, uma morte rápida e “fácil” e não ir pro inferno – se você pudesse ter tudo isso (mesmo sem Deus) – você estaria satisfeito. Isso é uma tragédia tomando forma, uma vida desperdiçada.

John Piper
Hermes C. Fernandes foi feliz ao dizer essas palavras sobre o namoro:
Namorar é abraçar sem pressa de soltar. É perder a respiração num beijo apaixonado. É pedir que o outro desligue o telefone primeiro, torcendo para que ele não atenda seu pedido. É perder o último trem e ter que dormir na casa da namorada e inventar uma desculpa para os pais. É contar cada minuto do dia à espera de reencontrar quem se ama. É sentir aquele friozinho na barriga e o coração disparar quando se está próximo. É não conseguir desviar os olhos ou tentar disfarçar e devorar com os olhos quando o outro se distrai. É colocar a melhor roupa, o melhor perfume, pra tentar impressionar. É olhar-se no espelho quinhentas vezes para certificar-se de que está bem. É adivinhar o que o outro está pensando. É beijo roubado. É tirar pra dançar. É surpresa. É romance. É sonho. É aventura. É amor.
E foi ainda mais feliz ao afirmar:
Quando se está enamorado, tudo é desculpa pra se estar junto. A ausência produz uma insuportável saudade… saudade do olhar, da respiração ofegante, da fragrância do seu perfume, da voz, do jeitinho de falar, dos gestos. Por isso, a gente sempre dá um jeito. Se tiver que fugir, foge. Se tiver que sacrificar qualquer coisa, sacrifica. O importante é estar juntos, não importa o preço que se tenha que pagar.
Essas são ações subsequentes de quando se ama. E é nesse sentimento que Deus deseja que vivamos. Sem culpa, sem medo, sem pressão, sem pretensões egoístas.
Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados. (1Jo 5:3)
No amor não existe peso, ou sacrifício. Tudo é pouco em vista da emoção que explode no peito. Amar é se doar. Se sacrificar. É abrir mão. É despesar o si mesmo para agradar o próximo "Pois o amor de Cristo nos constrange...". Constranger fala de um amor que convence, e não controla, que pede e não exige. É tanto amor que não conseguimos ficar parado, inercio, conformado, desperdiçando a vida.

Nesse mesmo sentido, sabemos que um namoro não sobrevive só com palavras (Eu te amo) mas com ações. É duvidoso alguém que fala que gosta, mas não faz esforços. Não se deixe enganar. "Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos..."


Dá-me um coração úmido de humildade, para que as sementes da verdade nunca deixem de dar seu fruto em mim!

Dá-me uma atitude mansa e controlada, para que eu não perca nada da Tua herança!

Concede-me a benção de sentir e de me importar com a vida sempre, para que meu coração ande initerruptamente consolado até enquanto chora!

Serve meus olhos e coração com pureza no enxergar, no interpretar e nos discernir, para que Tua face não desapareça do meu olhar!

Que a coragem da paz e da pacificação não se esguiem de mim pelas tentações do conforto e da indiferença, para que eu jamais deixe de caminhar como um filho de Deus nos caminhos desta existência de guerras!

Salva-me de satisfazer-me com este mundo de injustiças e iniquidades, antes, concede-me sede do que seja bem e bom para os homens, a fim de que eu jamais perca a fartura do Teu amor como galardão para o meu ser!

Dá-me intrepidez e desassombro nas perseguições que a fome e a sede de justiça fizerem vir sobre minha vida, para que eu não me desligue da nuvem de testemunhas do Teu amor na história dos humanos!

Permite-me jamais fugir da verdade, mesmo ante os piores desconfortos e ameaças, para que eu não perca a amizade de profetas e de anjos!

Enche minha mente com a visão da Tua glória, em todas as circunstâncias, para que em dias maus eu não olhe para baixo, mas sim para o alto, de onde vem a minha salvação!

E quando tudo parecer contrário, dá-me lembrar de que é em contrário a tudo que seja contra o amor que me puseste para caminhar, para que na Tua Vinda eu me erga exultante!

Sim, eu Ti peço que me concedas este caráter, e, desse modo, em todo o tempo e em todas as circunstâncias, não viverei outra vida que não seja a de um filho do Teu amor e da Tua santidade.

Não sou de mim mesmo suficiente para nenhuma dessas coisas, assim, derrama Teu amor, Teu Espírito e Teu Favor sobre mim, para que em tempo algum eu pense que meu caráter possa sustentar os pedidos desta oração!

Em Ti Jesus, meu corpo, alma e espírito aguardam hoje e sempre a Tua salvação!

Caio Fábio
www.caiofabio.net


Criança crê no impossível. Um certo dia, quando caminhava pela rua, avistei um menino que corria gritando o homem que já estava longe na sua bicicleta cheia algodão doce. Mesmo por causa da distância, ela continuava correndo na esperança de alcançá-lo para lhe comprar o algodão.

Criança é totalmente dependente do pai. Tudo quanto ela faz ela pergunta o pai. Espera a permissão dele. Entende que as escolhas do pai são melhores que a dele. Ele teme e respeita o pai em amor. Ele confia e aceita a correção do pai.

Criança é inocente. Tudo o que ela faz de errado, foi sem saber que estava errando. Erra por acidente.

Criança perdoa fácil. Não guarda magoas das pessoas. Quando vemos duas crianças brincando e um delas machuca a outra, basta apenas um tempo para que elas voltem a brincar com alegria como se nada tivesse acontecido.

Criança é transparente e sincera. Ela não consegue esconder seus sentimentos. Se ela quer, ela demonstra que quer. Se ela fica triste, chora. Se não gosta de alguém, ela rejeita.

Criança insiste até conseguir. Quando ela quer realmente uma coisa, ela faz de tudo (berra, chora, esperneia, finge que está morrendo) até conseguir o que ela quer, sabendo que só receberá se o pai permitir.

Criança se contenta e se alegra com pouca coisa. Se dermos uma caixa de papelão, um pedaço de madeira, ou até um prendedor de roupas para uma criança, ela se divertirá por muito tempo com isso.

Criança não faz acepção de pessoas. Ela aceita todo tipo de pessoa para seu ambiente de relacionamento. Isso tanto é verdade que precisamos sempre dizê-las para não dar ouvidos a estranhos.

Isso é relativo. Nem todas as crianças têm esses atributos, e nem esses são todos os atributos. Mas quando Jesus disse que devemos ser como crianças aqui na terra, ele quis que absorvêssemos todas essas qualidades.

Nick Vujicic nasceu com a rara desordem Tetra-amelia: sem membros, faltando os dois braços na altura dos ombros, e sem pernas, mas com dois pés pequenos, um dos quais com dois dedos. Inicialmente, seus pais ficaram devastados, mas Vujicic era saudável. Sofreu bullying em sua escola, Vujicic cresceu muito deprimido e, com 8 anos de idade, começou a contemplar o suicídio. Depois de implorar a Deus para crescer os braços e pernas, Nick finalmente começou a perceber que suas realizações foram inspiradoras para muitas pessoas e começou a agradecer por estar vivo. A grande mudança em sua vida foi quando sua mãe lhe mostrou um artigo de jornal sobre um homem lidando com uma grave deficiência. Isso o levou a perceber que ele não era o único que lidava com grandes problemas. Quando ele tinha dezessete anos, ele começou a dar palestras em seu grupo de oração, e, finalmente, começou a sua organização sem fins lucrativos, a Life Without Limbs.

Nick se formou na universidade com 21 anos de idade com uma bidiplomação em Contabilidade e Planejamento Financeiro. Ele começou suas viagens como um palestrante motivacional, enfocando os temas que os adolescentes de hoje enfrentam.
Wikipédia
Veja esse vídeo que relata um pouco sobre sua Superação:


Contudo que eu permaneça com vida de oração, as coisas ficaram mais fáceis. Orando:

» Me quebranto reconhecendo que erro, e preciso melhorar. Talvez reconhecer o meu erro demore um pouco, mas entenderei quando Deus me disciplinar.

» Me alivia, pois sei que Deus me perdoa e permite que eu caia para outra vez para me voltar a ele e assim reconhecerei que não sou deus, não sou perfeito, que se não estiver ligado nele, não ficarei de pé. Tira meu orgulho.

» Me direciona. Na época em que a Marinha não havia tecnologia GPS onde o satélite poderia informá-los das coordenadas, havia um grupo de marinheiros que de 6 em 6 horas checavam a rota do navio para verificarem se ainda continuavam no trajeto destinado. A todo tempo era redirecionado um pouco, pois o navio se desviara por causa das ondas e ventos. Se não houvesse essa checagem a todo o momento, o navio aos poucos iria se desviar da roda cegamente. Assim, precisamos constantemente desse “feed back” para não sairmos do caminho pelo qual decidimos caminhar.

» Mostra minha dependência, pois preciso da sua graça para permanecer forte. Quando o contemplo na oração e o reconheço nos Evangelhos, admiro sua beleza gloriosa, sua obediência, seu caráter; absorvo seus ensinamentos e me conformo nele. E essa é uma das coisas mais importantes da oração. Ela muda o meu ser e me prepara para os desafios da vida, e para os propósitos de Deus.

Dependo também porque quem dá o crescimento não sou, mas Deus. Eu semeio e rego, mas quem faz crescer é Deus. Isso significa que o trabalho a mim confiado, sou responsável pelo apenas pelo meu esforço, não pelos resultados. O crescimento: A resposta ao evangelho tanto para aceitá-lo como para amadurecer vem de Deus. Isso não está no meu controle. Ai esta a razão de orar, porque não posso convencer, acordar, animar, avivar e encorajar ninguém. Posso apenas ser usado pra isso.

A oração me focaliza e me desperta para poder sentir em mim os sofrimentos de Jesus por meio das obras.

O movimento pentecostal hoje tem "afetado" a maioria das igrejas do mundo. São conhecidas pela busca do poder espiritual. São conhecidos também por sua rígida e dogmática doutrina. Mas será que essa busca pelo Espírito, pelo seu poder e unção é errada. Não, até porque o Ap. Paulo disse que devemos nos encher dele. O problema são  pessoas buscarem esse poder para terem vida, para continuarem firmes e continuar vencendo mundo.

Ao contrário no que diz a Bíblia, a unção funciona como envio, direção e decisão do Espírito; convicção, ousadia e fé. Ela em si mesma não traz vida, pois ela é algo momentâneo e rápido. É só o cara lá gritar no microfone e o negócio desce. Por isso que vemos tantas igrejas dessas crescendo. A todo o momento aparecem sanguessugas precisando de mais, mais, mais. Pulam de uma igreja a outra querendo mais.

Pode haver uma igreja cheia de gente que se enchem da unção, ficam alegres, com paz, são curadas e libertadas, porém, momentaneamente. Depois de um tempo, vão voltar esses mesmos problemas. Continuam vazias, feridas, cheio de ódio e pecado no coração. Sua natureza não é mudada. Nem existe um incentivo a isso. A unção se torna um produto pirata da vida de Deus. Apresentam uma natureza mudada, porém disfarçada e forçada. Por isso que precisa de tanta lei e maldição, pois a própria unção não tem essa poder de mudança.

Se eles se alimentassem de Jesus a história seria outra. Não teriam mais essa sede. Quem come e bebe dEle, tem Vida, e esta Verdadeira. Quem experimenta de Jesus começa a ser mudado aos poucos interno e externamente (2CO 3:18). Ele absorver a sua Palavra, seu Amor, Misericórdia, Compaixão, Toda disposição de obediência. Retém o que não é vaidade, orgulho e o que dura apenas pra essa vida. Depende de Deus. Torna-se igual no sentido de amar, na vontade de se encher de Deus e no renovo da mente . Caminha na Verdade sem pressão nenhuma de lei ou maldição, apenas é "constrangidos pelo o Amor (Leia + Aqui)". Se pregarem esse Jesus, irão perder o controle do povo.

Se essas igrejas apresentarem esse Jesus todo-satisfatório, que é a essência de Tudo, pelo qual se converge todas as coisas, elas perderão membros. Isso aconteceu, quando Jesus se expos aos seus "discípulos" que o acompanhavam como exatamente o Pão da Vida, A Verdadeira Comida (então existe a pirata), e vários destes discípulos o deixaram. Porque o deixaram? O interesse deles não era Jesus, a natureza humana gosta de Deus. Parece que é do Espírito, mas não é.

} Quando se torna apenas Emoção?

Essa unção é evidenciada a nós só através dos manifestos exuberantes. São os gritos, as palmas, os pulinhos, línguas estranhas, os desmaios, e toda essa coisa ai que realmente acontece quando se enche do Espírito, mas não todas às vezes. Muita emoção aflorando figuração de enchimento.

O Verdadeiro enchimento resulta em nos desfazer das obras da carne, e nos encher dos que são divinos que é o Amor, a Paciência, o Domínio próprio e outros mais descritos na Carta de Paulo enviada aos Gálatas.

Se você tem sede dessa graça, desse amor, peça a Deus e ele lhe dará a Fonte da Vida (Ap 21:6). Não é o que Ele pode produzir (Vida), mas ele lhe dará o próprio Jesus (Fonte).

Vocês gostam mesmo é de um carrasco, é de um pastor "barganhando" ali, metendo bronca, "atoxando" um "tarugo de etú" em vocês, um supositório de elefante; mas ao amor de Deus, quase ninguém. Você começa a falar da bondade de Deus, o cara vai ficando preguiçoso, relaxado. Quando mais amor de Deus, mais desleixo. É sinal que agente não converteu, porque gente que conheceu o evangelho funciona diferente.

Olha, não tem nada no inferno que me faça tomar um compromisso com Deus. Eu tive medo do inferno em pouco tempo na minha vida. Assim quando eu me converti o inferno ainda "pintava fogo" em mim. Chegou uma hora que Jesus crescer cresceu e cresceu que céu e inferno se tornaram a mesma coisa, trevas e luz sumiram, ficou só Jesus. Jesus é o paraíso, é a vida eterna. Com Jesus é céu, sem ele é o inferno.

E aí, o amor de Cristo te constrange. Literalmente a expressão grega é "diarréia". O amor de Jesus entra, é um “Activia”. Cara, você não se segura mais! Gera diarréia. Você já conheceu o poder de uma diarréia. Ela bota agente em movimento na hora. O cara interrompe o Presidente da República. - "Olha, com licença seu Presidente...". É exatamente o que o evangelho teria que fazer com agente. Gerar essa diarréia impulsional e incontrolável. E são esses que transtornaram o mundo e chegaram até nós.

Agora, nós entramos numa que não queremos transtornar nada. O nosso chamado é pro TRANSTORNAMENTO, para a SUBVERSÃO. Nós pertencemos a um Reino que não tem nada haver com os valores dos reinos deste mundo dos poderes desta terra. Nós somos alienígenas de Deus nesse planeta, nossa pátria está no céu. Mais humanos que a humanidade porque nos parecemos com o Filho do Homem, porque a humanidade parece com tudo menos com um humano; o humano agente só vê em Jesus, a plenitude do humano.

Agora com isso eu te faço uma pergunta, o que você vai fazer em relação a isso?

Parte de uma mensagem pregada por Cáio Fábio, no 3º Encontro Caminho


Quando procuramos a santificação (a luta por santidade e contra o pecado - lutamos com instrumentos do evangelho, e o fazemos, talvez, de um modo diferente do que já havíamos feito. Em nossas próprias lutas, em nosso aconselhamento e (para alguns de nós) em nossa pregação, compreendemos que o poder do evangelho para transformar-nos em pessoas radicalmente amáveis não está apenas em sermos perdoados ou considerados justos, mas também em vermos e experimentarmos a glória de Cristo, no evangelho.

Elevaremos 2Coríntios 3:18 a uma posição de importância suprema em nossa busca prática por amor e justiça, "E todos nós, com o rosto desvendado, contemplamos, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito."

Em outras palavras, a luta por nos tornamos semelhantes a Cristo será, como nunca antes, uma luta por vermos e experimentarmos a Jesus Cristo. Quando, por exemplo, tentarmos ajudar um adolescente a triunfar sobre a pornografia, trabalharemos e oraremos para ajudá-lo a ver e experimentar a glória de Cristo. Não usaremos meramente sistemas de prestação de contas, filtros e argumentações humanas. Procuraremos saturar-lhe a mente e o coração com a visão encantadora do Cristo todo-satisfatório. Não admitiremos que isto seja fácil.

Recordaremos que o deus (Satanás) deste mundo quer cegar nossa mente, para que não vejamos a luz do evangelho da glória de Cristo (2 Co 4:4). Mas agora sabemos onde a batalha tem de ser travada, Tem de ser travada no nível da visão espiritual. Este é o caminho da liberdade do evangelho e do amor radical semelhante ao de Cristo.

Título original: O Poder Transformador da Glória de Cristo no Evangelho
Livro: Deus é o Evangelho - John Piper



A maior tragédia do mundo, que se tornou o mais pelo belo e imerecido presente aos homens sendo contada por "twitteiros antigos".



É crucial considerarmos isto. Muitas pessoas parecem receber boas-novas sem receber a Deus. Não existe uma evidência segura de que temos um novo coração, se tão-somente desejamos escapar do inferno. Este é um desejo completamente natural, e não um desejo sobrenatural.

Não é necessário alguém ter um coração novo para querer o alívio psicológico do perdão, da remoção da ira de Deus ou da herança no mundo de Deus. Todas estas coisas são compreensíveis sem qualquer mudança espiritual. Você não precisa ser nascido de novo para querer estas coisas.

Não é errado querê-las. De fato, é loucura não desejar tê-las. Mas a evidência de que fomos mudados é desejarmos estas coisas por que ele nos conduzem ao gozo de Deus.

Está é a maior razão pela qual Cristo morreu. É o maior bem na boas-novas. Por que é assim? Porque fomos criados para experimentar felicidade completa e duradoura que resulta de vermos e experimentarmos a glória de Deus. Se a nossa melhor satisfação vem de algo aquém disso, somos idolatras, e Deus é desonrado. Ele nos criou de tal modo que sua glória é manifestada por meio do gozo que temos nela.

O evangelho de Cristo é a boa notícia de que, ao custo de seu próprio Filho, Deus fez tudo que era necessário para cativar-nos com aquilo que nos tornará eterna e incessantemente felizes - ou seja, Ele mesmo.

John Piper
- Deus É O Evangelho
Amar a Cristo, vai muito mais além do que clicar "legal, promova!". Vai muito mais do que falar e botar ai um adesivo ou um faixa na cabeça escrito: 100% JESUS.

John MacArthur disse que "Ser um cristão é amar tanto a Cristo que você quer conhecê-Lo, tanto que voçê quer exaltá-Lo, tanto que voçê quer agradá-Lo, tanto que voçê quer servi-Lo tanto que voçê quer estar com Ele, tanto que voçê quer contar a outros sobre Ele. é sobre essa irresistível e consumidora afeição por Cristo. Todos nós amamos a Cristo em certo nível, mas o nível desse amor pode mudar."


Portanto, repense no seu amor por Cristo, veja o vídeo abaixo:



"O amor é a única revolução verdadeira." - Tico Santa Cruz
"Viver e ser livre, saber dar valor para as coisas mais simples. Só o amor constroe pontes indestrutíveis." - Chorão
"Se não tiver amor, nada serei e nada valerá. Segui o amor." - Ap. Paulo


É possível desperdiçar sua vida. Poucas coisas me fazem tremer mais que a possibilidade de tomar dom único que é a vida, e desperdiçá-lo.

Toda manhã quando caminhava até a cozinha quando menino, eu via pendurada na parede a placa que agora está pendurada na minha sala: “Apenas uma vida que logo passará; somente o que é feito para o Cristo durará.” e hoje tenho quase 58 anos de idade, e o rio da vida transborda as cataratas dos meus dias com uma velocidade tremenda. Mais e mais eu sinto o cheiro da eternidade.

E, ah!, como eu quero usar bem minha vida. Ela é tão curta e tão frágil e tão definitiva. Você obtém uma chance de viver sua vida. E então o julgamento. Eu falo como um pai que tem filhos da sua idade, e eu zelo junto com Jesus para que eles e você não desperdicem suas vidas.

John Piper

Fonte: Voltemos ao Evangelho