Anualmente, no dia 13 de Julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Conhecido por um jeito agressivo de música, de roupas e até mesmo de agir, é muito julgado como algo demoníaco. Ironicamente a razão de se comemorar esse dia foi em virtude a megaevento chamado Live Aid em 1985 organizado pelo músico Phil Collins, sendo sediado ao mesmo tempo nos Estados Unidos e na Inglaterra tendo como objetivo eliminar ou - ao menos amenizar - a fome na Etiópia.
A grande verdade é que todos julgamos! Para mal, para bem. Assimilamos tudo o que vemos, e nossa mente organiza as coisas segundo nossos padrões. Primeiro é uma percepção superficial, e logo após um pensamento mais profundo. O pré-conceito é inevitável.
Sempre damos rótulos, títulos as coisas e pessoas. Até então não há nada de tão errado. A questão é o quanto nossos conceitos estão coerentes com a realidade. Geralmente quem dá muito valor ao APARENTE tende a vacilar.
O Rock sempre foi um megafone de pensadores. Um expresso audível de quem precisa falar. Se você realmente procurar do que falam as bandas mais famosas que até usam a imagem da morte, da caveira e tudo mais, são melodias de protesto. A maioria das pessoas que conheço que realmente abraçam esse estilo são pessoas inteligentes e muito educadas. Segunda a revista Galileu, o rock acalma e relaxa uma pessoa estressada.
Menosprezando a aparência, vamos dar mais atenção o que realmente é relevante. As ações. Um projeto como esse atingiu muito mais significamente o mundo do que um evento gospel por exemplo que tem como fim o dinheiro pra si mesmo. É um exemplo!
Deixemos o pré-conceitos! Hoje é dia de pegar o fone de ouvido e escutar um bom e auto som do Rock! Pessoas pensamento, protestando, questionando, servindo, doando. É isso que Deus curte!
Deixemos o pré-conceitos! Hoje é dia de pegar o fone de ouvido e escutar um bom e auto som do Rock! Pessoas pensamento, protestando, questionando, servindo, doando. É isso que Deus curte!