Conquanto Que Eu Esteja Orando


Contudo que eu permaneça com vida de oração, as coisas ficaram mais fáceis. Orando:

» Me quebranto reconhecendo que erro, e preciso melhorar. Talvez reconhecer o meu erro demore um pouco, mas entenderei quando Deus me disciplinar.

» Me alivia, pois sei que Deus me perdoa e permite que eu caia para outra vez para me voltar a ele e assim reconhecerei que não sou deus, não sou perfeito, que se não estiver ligado nele, não ficarei de pé. Tira meu orgulho.

» Me direciona. Na época em que a Marinha não havia tecnologia GPS onde o satélite poderia informá-los das coordenadas, havia um grupo de marinheiros que de 6 em 6 horas checavam a rota do navio para verificarem se ainda continuavam no trajeto destinado. A todo tempo era redirecionado um pouco, pois o navio se desviara por causa das ondas e ventos. Se não houvesse essa checagem a todo o momento, o navio aos poucos iria se desviar da roda cegamente. Assim, precisamos constantemente desse “feed back” para não sairmos do caminho pelo qual decidimos caminhar.

» Mostra minha dependência, pois preciso da sua graça para permanecer forte. Quando o contemplo na oração e o reconheço nos Evangelhos, admiro sua beleza gloriosa, sua obediência, seu caráter; absorvo seus ensinamentos e me conformo nele. E essa é uma das coisas mais importantes da oração. Ela muda o meu ser e me prepara para os desafios da vida, e para os propósitos de Deus.

Dependo também porque quem dá o crescimento não sou, mas Deus. Eu semeio e rego, mas quem faz crescer é Deus. Isso significa que o trabalho a mim confiado, sou responsável pelo apenas pelo meu esforço, não pelos resultados. O crescimento: A resposta ao evangelho tanto para aceitá-lo como para amadurecer vem de Deus. Isso não está no meu controle. Ai esta a razão de orar, porque não posso convencer, acordar, animar, avivar e encorajar ninguém. Posso apenas ser usado pra isso.

A oração me focaliza e me desperta para poder sentir em mim os sofrimentos de Jesus por meio das obras.